«Yvette K. Centeno publicou na Amazon dois volumes de escrita auto-biográfica, de reflexão filosófica, de observação do mundo, intitulados Sintomas; o primeiro, cobre o período de 13 de Junho de 2013 a 31 de Dezembro de 2014; o segundo, o período de 1 de Janeiro de 2015 a 31 de Dezembro de 2016. Respeitando a vontade expressa da autora, neste Recomeço integramos os textos daqueles volumes e os originais de dois volumes intitulados Acabar (I) e Acabar (II), que cobrem o período 13 de Junho de 2013 a 31 de Dezembro de 2022.
A abrir este volume, singular a todos os títulos, um texto de amizade de João Barrento, que termina assim:
«Hoje, apesar de todos os males do mundo e do corpo, a palavra continua a mover-se - eppur si muove! -, num eterno Recomeço, como o deste planeta ameaçado mas ainda não morto! Continuemos então, ainda e sempre entre silêncios. Tu já sabias que esse é o caminho, quando escreveste:
A abrir este volume, singular a todos os títulos, um texto de amizade de João Barrento, que termina assim:
«Hoje, apesar de todos os males do mundo e do corpo, a palavra continua a mover-se - eppur si muove! -, num eterno Recomeço, como o deste planeta ameaçado mas ainda não morto! Continuemos então, ainda e sempre entre silêncios. Tu já sabias que esse é o caminho, quando escreveste:
Cultivemos a planta
do silêncio: negro-musgo.
(...)
[Com] palavras
talhadas a cutelo.»
do silêncio: negro-musgo.
(...)
[Com] palavras
talhadas a cutelo.»
*
* *
* *
sobre a obra escreve
António Cabrita no Expresso:
«(...)Yvette Centeno, com tão somente 85 anos, sempre que publica um livro novo devia celebrar-se com aparato. Mas o país está entregue à manicura. Heterodoxa, incapaz de bater-se pela exposição mediática (como lastima nestes diários), Yvette tem andado fora dos grandes escaparates e neste momento duas editoras mais pequenas têm sido a sua casa: a Glaciar e a Companhia das Ilhas. (...)».











