quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

«Duas Raparigas Nuas»

 


SINOPSE
Um século de história visto através de uma pintura.
Tudo começa em 1919, numa floresta nos arredores de Berlim. Otto Mueller pinta “Duas Mulheres Nuas”.
Do ateliê do artista às paredes do escritório do seu primeiro proprietário, a pintura observa a vida quotidiana antes de ser arrastada pelas atribulações deste período negro: a chegada de Hitler ao poder, o anti-semitismo estatal, a arte moderna descrita como "degenerada" pelos nazis, a desapropriação de famílias judias, exposições, vendas, incêndios...
Ator passivo num mundo além dele, Deux Filles Nues é um sobrevivente.
Fruto de uma investigação liderada por Luz, esta novela gráfica e histórica convida-nos a estar extremamente vigilantes face a todas as formas de censura política e cultural». Saiba mais.



quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

CGTP|Semana da Igualdade|2 a 8 de Março 2026

 

«A IGUALDADE QUE ABRIL ABRIU

Reforçar Direitos. Cumprir a Constituição

A Comissão para a Igualdade entre Mulheres e Homens – CIMH/CGTP-IN promove a SEMANA DA IGUALDADE (2 a 8 de Março de 2026), em todo o país, num total de 26 cidades e em mais de um milhar de locais de trabalho, com o lema A Igualdade que Abril abriu. Reforçar Direitos. Cumprir a Constituição.
8 de Março: a voz que não cala, o passo que não recua, a luta que constrói o amanhã
A igualdade não se conserva sozinha. Ou se defende, ou se perde.
Apesar dos avanços, as mulheres trabalhadoras confrontam-se com salários mais baixos, carreiras profissionais estagnadas, precariedade, horários desregulados, discriminações derivadas da maternidade. Enfrentam o assédio. Adoecem a trabalhar. Cuidam de todos - sem tempo para si.
Hoje, os direitos são atacados em nome do lucro. Os salários ficam para trás enquanto os preços disparam. Os serviços públicos são enfraquecidos. A Constituição é ignorada por quem devia cumpri-la. Há direitos que vivem no tempo roubado, entre turnos longos e salários curtos, entre creches que faltam e horários que esmagam a vida.
Ainda assim, as mulheres trabalhadoras nunca deixaram de lutar. Nos locais de trabalho, nas ruas, na exigência teimosa de respeito e justiça. Na defesa de direitos que não são privilégios, mas condições básicas para viver com dignidade.
Nesta fase preparatória da Semana serão divulgados, em breve, cinco Estudos sobre a Situação actual da Mulher no Trabalho.
Sessão de Abertura da Semana está agendada para o dia 2 de Março, em Lisboa, na qual serão divulgadas as principais iniciativas da Semana e realizado um debate para o qual foram convidadas dezenas de ONG (organizações não governamentais) que actuam na área da igualdade de género e do combate à violência.
O Secretário-geral da CGTP-IN, Tiago Oliveira, encerrará o debate, seguindo-se uma conferência de imprensa para divulgação pública do programa global da Semana da Igualdade que este ano está associada aos 50 anos da Constituição da República Portuguesa e à luta contra o pacote laboral».
DIF/CGTP-IN
Lisboa, 16.02.2026



segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

BIBLIOTECA DE BELÉM | «Reivindicações Femininas e a Conquista da Cidadania no Brasil» | 21 FEV 2026 | 15:00 | LISBOA

 


«VÉNUS EM CHAMAS_e Deus instrumentalizou a mulher»




«Despir as mulheres para as expor em público é um costume antigo
– e não estamos apenas a falar de roupa.
Há séculos que a existência das mulheres é terreno aberto para todo o género de delírios e desaforos dos homens. As suas vidas – terrenas ou espirituais – foram e são instrumentalizadas ao sabor das novas ordens e dos sistemas de poder que frequentemente contrariam a nossa natureza, com particular prejuízo para a metade feminina da humanidade.
Através de uma narrativa híbrida, entre reconstituição histórica ficcionada e investigação, Pedro Vieira escreve sobre sete mulheres que são todas as mulheres, sujeitas ao poder deles, cujas existências foram contadas e adulteradas para servir uma narrativa ardilosa que bloqueia com eficácia qualquer tentativa de emancipação coletiva.
Vénus em chamas recupera as histórias reais de Maria, mãe de Jesus, Maria Madalena, imperatriz Teodora, Fillide Melandroni, Joana d’Arc, Harriet Tubman e irmã Lúcia, para refletir sobre a forma como a História e a Arte as apresentaram, representaram e imolaram, tantas vezes despindo-as de qualquer agência ou autoridade sobre si mesmas». 



domingo, 15 de fevereiro de 2026

«LOOKING AT LIFE» - através de imagens e muitas serão icónicas da revista LIFE

 





Ver lá, na Galeria, será outra coisa.
 Mas na internet também tem o seu encanto. 
É, mesmo, de visitar - aqui.
 
 

ACONTECEU a 29 jan 2026 _ apre­sen­tação pú­blica do pro­jecto de um painel de azu­lejos de Graça Mo­rais a ser ins­ta­lado no jardim junto ao Forte de Ca­xias

 


«O Município de Oeiras vai recordar e homenagear os milhares de presos políticos da Prisão de Caxias até 25 de Abril de 1974 através de um painel de azulejos da autoria da artista Graça Morais. (...)». Leia na integra.

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 E lê-se no jornal Avante! «(...) A ar­tista plás­tica su­bli­nhou que, com o mural, pre­tende evocar não só a me­mória dos presos mas, também, os prin­cí­pios e va­lores pelos quais lu­taram, pela li­ber­dade e contra o fas­cismo.
A no­tícia é dada pela URAP, que marcou pre­sença na ce­ri­mónia com uma de­le­gação de an­ti­fas­cistas, e que, pelas mãos do seu co­or­de­nador, José Pedro So­ares, en­tregou à ar­tista uma cópia do livro Ca­deia de Ca­xias – A Repressão e a Luta pela Liber­dade, edi­tado pela or­ga­ni­zação. (...)».





sábado, 14 de fevereiro de 2026

«biografias do amor»

 


Entretanto, do Glam Magazine

“Biografias do Amor” de Sérgio Godinho estreiam no festival “Montepio Às Vezes o Amor” - uma passagem: «(...) Numa tremenda demonstração de inquietude criativa e coragem artística, Sérgio Godinho irá, aos 80 anos e com mais de cinco décadas de actividade, arriscar um novo conceito de espectáculo levando ao plateau canções que o tempo não fez esquecer mas que, algumas delas, nunca antes foram apresentadas ao vivo. Efectivamente, desde “Romance de um dia na estrada” a “Tudo no amor”, a sua carreira será revista, desta feita através das suas “canções de amor”. (...)».Leia  na integra.