domingo, 1 de março de 2026

PARA RECORDAR E DAR A CONHECER ÀS CRIANÇAS DE AGORA | «FAZER UMA CANÇÃO» COM O MÚSICO ALEX D´ALVA TEIXEIRA | e «José Barata Moura foi filósofo, professor catedrático da Faculdade de Letras e reitor da Universidade de Lisboa. E, ao mesmo tempo, foi cantor e compositor, conhecido pelas músicas de intervenção e pelas canções infantis, que se tornaram verdadeiros clássicos, atravessando gerações até aos dias de hoje. Haverá alguém que não saiba cantar Olha a bola, Manel e Joana, come a papa? Haverá alguém que consiga resistir ao maravilhoso mundo do Fungagá da bicharada?» | NO TEATRO MUNICIPAL JOAQUIM BENITE | 7 E 8 MARÇO 2026 | ALMADA

 


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osé Barata Moura foi filósofo, professor catedrático da Faculdade de Letras e reitor da Universidade de Lisboa. E, ao mesmo tempo, foi cantor e compositor, conhecido pelas músicas de intervenção e pelas canções infantis, que se tornaram verdadeiros clássicos, atravessando gerações até aos dias de hoje. Haverá alguém que não saiba cantar Olha a bola, Manel e Joana, come a papa? Haverá alguém que consiga resistir ao maravilhoso mundo do Fungagá da bicharada? Estreado em 2021 no Festival Filo-Sofia, o espectáculo FAZER UMA CANÇÃO é uma homenagem a José Barata Moura. Sozinho em palco está o músico Alex D’Alva Teixeira, que vai falando sobre si ao mesmo tempo que recorda a vida e a obra de Moura e reinterpreta à sua maneira as canções que todos conhecemos. Há baile-funk e reggaeton neste espectáculo, que, dizem os criadores, é como uma aula sobre música, filosofia, política e amor. Saiba mais.

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Nascido em Luanda, Angola, em 1990, com raízes brasileiras e africanas, ALEX D’ALVA TEIXEIRA cresceu em Portugal rodeado por diferentes referências musicais. É DJ, compositor e intérprete, vocalista do trio pop D’Alva, co-criador do projecto de rock experimental AlgumaCena, e até já participou no Festival da Canção, quer como compositor e letrista, quer como jurado.

PROMETE!




sábado, 28 de fevereiro de 2026

«ONU MULHERES» | hoje apenas para lembrar que a Organização existe | E O SITE É CONVIDATIVO MAS NA GENERALIDADE NÃO É EM PORTUGUÈS. POR ISSO MUITAS VEZES «VAMOS AO BRASIL» - PElA INTERNET




«Women’s rights mean nothing if we cannot defend them.

International Women’s Day 2026 comes at a time when justice systems are under strain. Conflict, repression, and political tensions are weakening the rule of law.  The result – women and girls have just 64 per cent of the legal rights of men.  Women are turned away, not believed, revictimized, or priced out of legal support. Equality never arrives». Veja aqui.

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«Recorremos ao Brasil» para  post recente: 

A CAMINHO DO DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES 2026| LEMA UN WOMEN | « Dia Internacional das Mulheres 2026: Direitos. Justiça. Ação. Para TODAS as mulheres e meninas»

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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

«POTNIA THERON»| de Hélia Correia _ com encenação de Maria Joao Luís _ pelo Teatro da Terra |27 FEVEREIRO A 7 MARÇO | NO AUDITÓRIO MUNICIPAL DO FÓRUM CULTURAL DO SEIXAL



«POTNIA THERON do grego antigo “Senhora dos animais” é um epíteto e um motivo artístico milenar que descreve a divindade feminina com domínio absoluto sobre a natureza selvagem. O termo aparece pela primeira vez na Ilíada de Homero, para descrever a deusa Ártemis, sendo, no entanto, um conceito muito mais antigo, com raízes em divindades femininas da Idade do Bronze e até do Neolítico.
Hélia Correia escritora consagrada, escreve de um rasgo, este poema épico inédito, a partir da antiguidade clássica, para o espectáculo que Maria João Luís encena como uma opereta não convencional, abordando e reflectindo sobre as relações de forças entre os géneros masculino e feminino».

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

O «8 MARÇO 2026» ORGANIZADO PELO MDM - MOVIMENTO DEMOCRÁTICO DE MULHERES | o lema - «Vida com dignidade. Direitos com igualdade».

 



Em Portugal o MDM-MOVIMENTO DEMOCRÁTICO DE MULHERES é uma referência. «A» referência para muitos e muitas. E aqui está em 2026 a assinalar como é sua prática o 8 DE MARÇO - o DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES. Pelo País. Com a MANIFESTAÇÃO NACIONAL EM LISBOA. Vem de longe o MDM: 
«É uma associação de mulheres, fundada em 1968. É um movimento de opinião e de intervenção que valoriza o legado histórico dos movimentos de mulheres que lutaram contra a opressão e as desigualdades».

Para este 2026 o que nos desafia:


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«(...) Neste sentido, convoca mulheres de todas as idades, profissões e realidades para afirmar que «não aceitam ficar para trás, que não aceitam que os seus direitos sejam adiados, relativizados ou rasgados».

Além de Lisboa (14h30, Praça dos Restauradores), Porto (14h30, Praça da Batalha) e Coimbra (14h30, Ponte de Santa Clara), a manifestação nacional de mulheres sai à rua em cidades de Norte a Sul, como Aveiro (14h30, Avenida Dr. Lourenço Peixinho), Beja (14h, Largo de Santo Amaro), Bragança (15h, Praça da Sé), Faro (15h, Rotunda do Km 738), Portalegre (10h30, Praça da República), Torres Novas (14h30, Jardim Parque da Liberdade), Viana do Castelo (14h, Porta Mexia Galvão), Vila Real (15h, Praça Luís de Camões) e Viseu (14h30, Largo de Santa Catarina). (...)».

daqui:


«CFW - CONFERENCE FOR WOMEN»

 




Não é a primeira vez que trazemos a CONFERENCE FOR WOMEN  para o  Em Cada Rosto Igualdade. Assinalando a sua próxima iniciativa - 4 março - aqui estamos novamente a fazê-lo. Destacamos na identidade a cobertura nacional e a capacidade organizativa. Digamos, é uma organização «em grande»!,  com que se pode aprender ... E basta olhar para a maneira como estão na internet. Como reajustam a imagem e grafismo consoante o suporte utilizado. E há uma «sede» de onde tudo parte - tipo «casa» - o SITE. Ou seja, não se esgotam nas «redes sociais» mas que sabem utilizar como ninguém. E contactam com o mundo de maneira personalizada por e-mail a quem o solicitar, de forma cuidada e regular ... Somos com isso beneficiada.


segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

«O Retrato de Casamento»

 



SINOPSE
A autora de Hamnet visita agora a Itália renascentista para nos dar um inesquecível retrato ficcional da jovem duquesa Lucrezia de’ Medici, cuja vida decorre numa corte turbulenta. Estamos na Florença de 1560 e Lucrezia, a terceira filha do grão-duque, sente-se confortável com o lugar obscuro que ocupa no palácio, entregue às suas ocupações artísticas. Mas, quando a sua irmã mais velha morre na véspera do casamento com o soberano de Ferrara, Modena e Reggio, Lucrezia é inesperadamente lançada na ribalta política.
O duque de Ferrara não perde tempo para a pedir em casamento e o seu pai é rápido a conceder autorização. Mal saída da infância, Lucrezia entra numa corte que lhe é estranha, com costumes que lhe são desconhecidos e onde a sua chegada não é bem recebida por todos. Começa por não perceber se o seu marido Alfonso é o esteta sofisticado, amigo de artistas e músicos, que aparentava ser antes do casamento ou um político impiedoso que as próprias irmãs receiam. Enquanto posa para uma pintura que lhe promete que a sua imagem perdurará nos séculos seguintes, vai-se tornando evidente que a sua principal obrigação é gerar um herdeiro que garanta o futuro da dinastia de Ferrara. Saiba mais. .