segunda-feira, 7 de setembro de 2026

LEV TOLSTÓI |«A Sonata de Kreutzer»

 


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A Sonata de Kreutzer, escrita em 1889, é, com A Morte de Ivan Iliitch, uma das mais importantes novelas de Tolstói.
«Misteriosa, a proximidade de Tolstói com o leitor é de todo desconcertante em A Sonata de Kreutzer.» [Harold Bloom]
«Quando [Tolstói] voltou de novo à arte da novela, a sua imaginação tinha adquirido o obscuro fervor da sua filosofia. A Morte de Ivan Iliitch e A Sonata de Kreutzer são obras-primas, mas obras-primas de um género singular; a sua terrível intensidade não resulta da predominância da visão imaginativa, mas da sua concentração; possuem, como as figuras reduzidas das pinturas de Bosch, violentas energias comprimidas.» [George Steiner]
«A Sonata de Kreutzer é uma obra-prima de estética magnificamente realizada que nos ensina a desprezar essa mestria e esse conseguimento: é essa a sua enganadora estratégia.» [Gary Saul Morson]
(...)» . Veja mais

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e da Comunidade Cultura e Arte

«(...) Esta obra tardia de Lev Tolstói (1828-1910), com a qualidade que podemos usufruir em “A morte de Ivan Ilitch”, surge na fase em que o autor mais se questiona sobre a vida e a sociedade. Num período muitíssimo precoce da emancipação da mulher na sociedade, desmonta algumas das expectativas impostas às mulheres em benefício do homem, mas que em muitas situações os prejudicam a ambos. O título da história remete para uma obra de Beethoven (Sonata No. 9 para Violino) que se revela elemento central da história e da ruptura de uma relação conturbada entre marido e mulher. A narrativa está dividida entre dois narradores, inicialmente na pessoa de um passageiro que se torna depois no ouvinte atento do personagem central, Pozdnyshev. (...)». Leia na integra.



domingo, 6 de setembro de 2026

«Novo projeto museográfico do Palácio Nacional de Sintra recupera uma dimensão pouco conhecida da história portuguesa: durante séculos, as rainhas foram senhoras de Sintra, administraram o território, receberam rendimentos, celebraram contratos e exerceram justiça»

«“Palácio das Rainhas” revela o poder das mulheres que governaram Sintra durante séculos

Novo projeto museográfico do Palácio Nacional de Sintra recupera uma dimensão pouco conhecida da história portuguesa: durante séculos, as rainhas foram senhoras de Sintra, administraram o território, receberam rendimentos, celebraram contratos e exerceram justiça. A presente renovação museográfica dá continuidade à transformação do modelo de visita iniciada pela Parques de Sintra no Palácio Nacional da Pena.


sexta-feira, 4 de setembro de 2026

GLORIA STEINEM | “Ser feminista significa ver o mundo inteiro em vez de metade”, disse, citada pela Associated Press. “[Ser feminista] não devia precisar de um nome, e um dia não precisará.”

 



Quando Gloria Steinem fez 
80 anos fizemos este post:


Agora que nos deixa 
apenas dizer que faz sentido «cuidar o seu futuro».
 Ou seja,conhecer ou voltar à sua vida tão cheia.
 Neste momento triste a Comunicação 
Social por esse mundo fora fala-nos
 de Gloria Steinem. Por exemplo,
 no semanário Expresso:


Nós apenas queremos sugerir, a quem
 desconhece, uma visita ao seu



segunda-feira, 31 de agosto de 2026

FILIPA LOWNDES VICENTE |«A Arte Sem História _ Mulheres e cultura artística (séculos XVI-XX)»

 


SINOPSE

Este livro é uma reflexão sobre a forma como a história da arte tem vindo a estudar a prática artística feminina, sobretudo na Europa, entre os séculos XVI e XX. Nesse sentido, é também uma história da história da arte, uma história de como a arte produzida por mulheres foi, durante tanto tempo, ignorada e desvalorizada — uma arte sem história. E de como, nas últimas décadas, as abordagens feministas abriram caminho para que exista, finalmente, uma arte com história.

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«A escrita sobre o passado sempre se fez a partir do presente, de diferentes presentes, pois é feita por seres humanos que observam o passado a partir das suas posições individuais e sociais, e num determinado espaço e tempo. Os olhos procuram e veem aquilo que estão preparados para ver. É no presente que se encontra o que antes se desconhecia ou ignorava. E é no presente que são analisados temas e personagens históricos que, no passado, não eram considerados relevantes nem dignos de serem historicizados.»
Filipa Lowndes Vicente