Em Cada Rosto Igualdade
domingo, 24 de maio de 2026
ACONTECEU | Encontro Ibérico que «decorreu no âmbito da iniciativa internacional da UNICEF Child Friendly Cities Programme (Programa Cidades Amigas das Crianças), que tem como objetivo promover a implementação dos Direitos da Criança a nível local, através da adoção de políticas municipais centradas no bem-estar, participação e desenvolvimento das crianças e jovens. O programa desafia os municípios a reconhecerem as crianças como cidadãos ativos, garantindo que as suas opiniões são escutadas e consideradas nas decisões, políticas e serviços locais»
sábado, 23 de maio de 2026
«Foi o Preto»
SINOPSE
Logo após um jogo de futebol do clube que apoia, José Lima é surpreendido nos arredores do estádio pela polícia e por um grupo de civis, que o acusam de ter participado em desacatos com adeptos da equipa adversária. Meses mais tarde, o que então parecera apenas um equívoco lamentável transformar-se-á num calvário. José é detido em casa, suspeito de tentativa de homicídio, e levado para a prisão por um crime que não cometeu.
Logo após um jogo de futebol do clube que apoia, José Lima é surpreendido nos arredores do estádio pela polícia e por um grupo de civis, que o acusam de ter participado em desacatos com adeptos da equipa adversária. Meses mais tarde, o que então parecera apenas um equívoco lamentável transformar-se-á num calvário. José é detido em casa, suspeito de tentativa de homicídio, e levado para a prisão por um crime que não cometeu.
Passada no Portugal dos anos 90, e tendo como pano de fundo a cultura cabo-verdiana e as feridas dos tempos coloniais, Foi o Preto é uma história crua sobre racismo e injustiça, narrada com mestria, contenção e autoridade. Saiba mais.
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«(...) Em “Foi o Preto” Delgado conta-nos a história de José Lima, cabo-verdiano inocentemente acusado de tentativa de homicídio numa bulha de estádio onde foi assistir a uma partida de futebol. Como é que esse homem foi preso, embora inocente, e como superou a situação? A interessante relação entre os membros da sua família enquanto está na prisão. O seu mundo interior, mas também o da mãe, irmãos e amigos. Como é a vida de um afrodescendente de subúrbio? O que vê, ouve, sente. É um livro importante para se compreender o “não racismo-racista” dos portugueses. Deveria ser de leitura obrigatória nas aulas de Educação Cívica ou de EMRC. É que ainda há muito boa gente com dificuldade em se sentar ao lado de um negro nos transportes públicos, tal como a minha prima. (...)»
Isabela Figueiredo - no semanário Expresso desta semana.
sexta-feira, 22 de maio de 2026
«A Comissão Nacional para os Direitos das Crianças e Jovens, doravante designada por Comissão Nacional, sucede à Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens»
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Ousamos um comentário: gostávamos de ver o Diploma atravessado pela força da CULTURA E DA ARTE na defesa dos
Direitos das Crianças e Jovens...
quinta-feira, 21 de maio de 2026
quarta-feira, 20 de maio de 2026
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