Em Cada Rosto Igualdade
quarta-feira, 30 de setembro de 2026
VOLTEMOS AOS DIREITOS DE PARENTALIDADE | com o Guia atualizado da CGTP : «(...) um instrumento de apoio à actividade sindical e é dirigido a mães e pais trabalhadores, do sector privado e do sector público. Está actualizado com toda a legislação específica e pode ser descarregado através do QR-Code impresso na contracapa, ficando sempre à mão para consulta»
segunda-feira, 28 de setembro de 2026
«MATAMOS STELLA E OUTROS CONTOS»|«Um livro que aborda o horror quotidiano da família heterossexual, a sua violência e a perversidade das suas relações»
«Um livro que aborda o horror quotidiano da família heterossexual, a sua violência e a perversidade das suas relações.»
Asymptote
«Matamos Stella» revela-se um conto cada vez mais misterioso à medida que progride. O equivalente literário a uma súbita imersão em águas geladas — lancinante, revelador.
New York Times
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domingo, 27 de setembro de 2026
sábado, 26 de setembro de 2026
sexta-feira, 25 de setembro de 2026
FILIPA LOWNDES VICENTE | «Este livro é, de certa forma, uma história da História da Arte. Ou seja, não é um elenco de mulheres artistas, nem uma história da arte feita apenas com mulheres. Isso já foi feito a partir dos anos 70. Existem hoje muitas histórias da arte que fazem esse trabalho, e ainda bem que existem. Mas a minha preocupação não é tanto fazer esse elenco de mulheres artistas, mas perceber por que razão elas não foram incluídas na história da arte durante tantos séculos»
Este livro é uma reflexão sobre a forma como a história da arte tem vindo a estudar a prática artística feminina, sobretudo na Europa, entre os séculos XVI e XX.
Nesse sentido, é também uma história da história da arte, uma história de como a arte produzida por mulheres foi, durante tanto tempo, ignorada e desvalorizada — uma arte sem história. E de como, nas últimas décadas, as abordagens feministas abriram caminho para que exista, finalmente, uma arte com história.
«Muitos são os
perfis femininos que a autora convoca para demonstrar que existe um défice
insuportável em torno do papel das mulheres criadoras. Fá‑lo com equilíbrio,
rigor e uma paixão controlada que lhe confere honra e credibilidade. Deve ser
lido por mulheres e homens. Este é um livro que promove metamorfose no
pensamento e legitima uma reavaliação cultural.»
— Lídia Jorge
14 anos depois da primeira, esta edição revista
inclui um novo prefácio da autora». Saiba mais.
quinta-feira, 24 de setembro de 2026
«pela paixão da luz»









