sábado, 21 de fevereiro de 2026

«MULHERES DE ATENAS»| de Chico Buarque




Hoje, na Bertrand das Amoreiras, em Lisboa, houve uma conversa em torno do LP «Caros Amigos» de Chico Buarque e falou-se de «Mulheres de Atenas». Está na origem de voltarmos a trazer a canção  para o Em Cada Rosto Igualdade. No vídeo acima logo no início palavras do Chico sobre a letra. A não perder...   

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Bem, lembremos 
«Meus Caros Amigos» todo 


 

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

«Duas Raparigas Nuas»

 


SINOPSE
Um século de história visto através de uma pintura.
Tudo começa em 1919, numa floresta nos arredores de Berlim. Otto Mueller pinta “Duas Mulheres Nuas”.
Do ateliê do artista às paredes do escritório do seu primeiro proprietário, a pintura observa a vida quotidiana antes de ser arrastada pelas atribulações deste período negro: a chegada de Hitler ao poder, o anti-semitismo estatal, a arte moderna descrita como "degenerada" pelos nazis, a desapropriação de famílias judias, exposições, vendas, incêndios...
Ator passivo num mundo além dele, Deux Filles Nues é um sobrevivente.
Fruto de uma investigação liderada por Luz, esta novela gráfica e histórica convida-nos a estar extremamente vigilantes face a todas as formas de censura política e cultural». Saiba mais.



quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

CGTP|Semana da Igualdade|2 a 8 de Março 2026

 

«A IGUALDADE QUE ABRIL ABRIU

Reforçar Direitos. Cumprir a Constituição

A Comissão para a Igualdade entre Mulheres e Homens – CIMH/CGTP-IN promove a SEMANA DA IGUALDADE (2 a 8 de Março de 2026), em todo o país, num total de 26 cidades e em mais de um milhar de locais de trabalho, com o lema A Igualdade que Abril abriu. Reforçar Direitos. Cumprir a Constituição.
8 de Março: a voz que não cala, o passo que não recua, a luta que constrói o amanhã
A igualdade não se conserva sozinha. Ou se defende, ou se perde.
Apesar dos avanços, as mulheres trabalhadoras confrontam-se com salários mais baixos, carreiras profissionais estagnadas, precariedade, horários desregulados, discriminações derivadas da maternidade. Enfrentam o assédio. Adoecem a trabalhar. Cuidam de todos - sem tempo para si.
Hoje, os direitos são atacados em nome do lucro. Os salários ficam para trás enquanto os preços disparam. Os serviços públicos são enfraquecidos. A Constituição é ignorada por quem devia cumpri-la. Há direitos que vivem no tempo roubado, entre turnos longos e salários curtos, entre creches que faltam e horários que esmagam a vida.
Ainda assim, as mulheres trabalhadoras nunca deixaram de lutar. Nos locais de trabalho, nas ruas, na exigência teimosa de respeito e justiça. Na defesa de direitos que não são privilégios, mas condições básicas para viver com dignidade.
Nesta fase preparatória da Semana serão divulgados, em breve, cinco Estudos sobre a Situação actual da Mulher no Trabalho.
Sessão de Abertura da Semana está agendada para o dia 2 de Março, em Lisboa, na qual serão divulgadas as principais iniciativas da Semana e realizado um debate para o qual foram convidadas dezenas de ONG (organizações não governamentais) que actuam na área da igualdade de género e do combate à violência.
O Secretário-geral da CGTP-IN, Tiago Oliveira, encerrará o debate, seguindo-se uma conferência de imprensa para divulgação pública do programa global da Semana da Igualdade que este ano está associada aos 50 anos da Constituição da República Portuguesa e à luta contra o pacote laboral».
DIF/CGTP-IN
Lisboa, 16.02.2026



segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

BIBLIOTECA DE BELÉM | «Reivindicações Femininas e a Conquista da Cidadania no Brasil» | 21 FEV 2026 | 15:00 | LISBOA

 


«VÉNUS EM CHAMAS_e Deus instrumentalizou a mulher»




«Despir as mulheres para as expor em público é um costume antigo
– e não estamos apenas a falar de roupa.
Há séculos que a existência das mulheres é terreno aberto para todo o género de delírios e desaforos dos homens. As suas vidas – terrenas ou espirituais – foram e são instrumentalizadas ao sabor das novas ordens e dos sistemas de poder que frequentemente contrariam a nossa natureza, com particular prejuízo para a metade feminina da humanidade.
Através de uma narrativa híbrida, entre reconstituição histórica ficcionada e investigação, Pedro Vieira escreve sobre sete mulheres que são todas as mulheres, sujeitas ao poder deles, cujas existências foram contadas e adulteradas para servir uma narrativa ardilosa que bloqueia com eficácia qualquer tentativa de emancipação coletiva.
Vénus em chamas recupera as histórias reais de Maria, mãe de Jesus, Maria Madalena, imperatriz Teodora, Fillide Melandroni, Joana d’Arc, Harriet Tubman e irmã Lúcia, para refletir sobre a forma como a História e a Arte as apresentaram, representaram e imolaram, tantas vezes despindo-as de qualquer agência ou autoridade sobre si mesmas». 



domingo, 15 de fevereiro de 2026