Em Cada Rosto Igualdade
sexta-feira, 9 de outubro de 2026
«Maricarmen»
quinta-feira, 8 de outubro de 2026
«Programa Escolhas»
Visita habitual ao Diário da República levou-nos ao Diploma acima e depois a procurar saber mais sobre o Programa Escolhas. Concluimos que fazia sentido partilhar o Programa:
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Naturalmente, reparamos nas questões financeiras decorrentes do que assinalamos no diploma. Depois, continuamos a pensar que a «força da cultura e da arte» não estará suficientemente valorizada. Bom, mas é ir ao site ... Ainda, de lá:
«O Programa Escolhas tem como missão no atual E9G, promover a inclusão e integração social, a igualdade de oportunidades na educação e no emprego, o desenvolvimento de competências, o pensamento crítico e criativo, a valorização do poder educativo das artes e do desporto, o combate à discriminação social, a participação cívica e o reforço da coesão social e destina-se a todas as crianças e jovens, particularmente as provenientes de contextos de maior vulnerabilidade socioeconómica».
Detemo-nos, também, nisto:
«O público-alvo prioritário do PE são crianças e jovens com idades compreendidas entre os 6 e os 25 anos, provenientes de contextos socioeconómicos mais vulneráveis, que se encontrem numa ou mais das seguintes situações:
- Em absentismo escolar;
- Com insucesso escolar;
- Em abandono escolar precoce;
- Em desocupação (incluindo jovens NEET);
- Em situação de desemprego e trabalho precário;
- Com comportamentos que afetam a sua saúde, segurança, formação, educação ou desenvolvimento;
- Sujeitos a medidas tutelares educativas;
- Detidos em estabelecimentos prisionais;
- Sujeitos a medidas de promoção e proteção;
- Que sejam vítimas de quaisquer formas de violência e/ou discriminação;
- Oriundos de famílias socioeconomicamente vulneráveis».
- Em absentismo escolar;
- Com insucesso escolar;
- Em abandono escolar precoce;
- Em desocupação (incluindo jovens NEET);
- Em situação de desemprego e trabalho precário;
- Com comportamentos que afetam a sua saúde, segurança, formação, educação ou desenvolvimento;
- Sujeitos a medidas tutelares educativas;
- Detidos em estabelecimentos prisionais;
- Sujeitos a medidas de promoção e proteção;
- Que sejam vítimas de quaisquer formas de violência e/ou discriminação;
- Oriundos de famílias socioeconomicamente vulneráveis».
E nisto:
que de imediato nos leva a estas notas: temos dificuldade em ver como se alcançará a «progressiva autonomização»; por outro lado, o termo «sustentabilidade» hoje é usado como equivalente a «desenvolvimento sustentável» ou «verde». Uma vez mais, este esquema:
quarta-feira, 7 de outubro de 2026
Livros para bebés
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As imagens acima remetem-nos para actividade do Ministério da Cultura de França em torno «de livros para bebés». O que nos levou a procurar o que teríamos em português. Para já, isto:
segunda-feira, 5 de outubro de 2026
MULHER NÃO ENTRA | também aconteceu na célebre pintura «O Grupo do Leão» ... | MAS ...HAVIA «LEOAS» !
"O Grupo do Leão" - painting by Columbano Bordalo Pinheiro (1885)
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Provavelmente haverá quem já tenha dado pela ausência de mulheres no quadro acima, Bárbara Reis nos artigos abaixo explora as circunstâncias por detrás.
Se tiver acesso, leia aqui e neste endereço
A seguir apenas excertos
para levar a mais curiosidade.
O artigo de 28 de setembro
começa assim:
Para meu alívio, encontrei o lead na página 256 — o livro é sobre o “círculo vicioso de invisibilidade”.
É como o ratinho na roda: não se estudam as mulheres artistas porque elas não foram expostas, e as mulheres artistas não foram expostas porque não foram estudadas.
Estamos a sair deste círculo vicioso, mas foi nele que vivemos durante séculos.
A Arte sem História é de 2012 e foi reeditado agora pela Tinta-da-China. O hiato de 14 anos é mais interessante do que parece porque as perguntas feitas continuam actuais e porque hoje estamos mais disponíveis e mais despertos para a importância da história que é aqui contada.(...)».
É como o ratinho na roda: não se estudam as mulheres artistas porque elas não foram expostas, e as mulheres artistas não foram expostas porque não foram estudadas.
Estamos a sair deste círculo vicioso, mas foi nele que vivemos durante séculos.
A Arte sem História é de 2012 e foi reeditado agora pela Tinta-da-China. O hiato de 14 anos é mais interessante do que parece porque as perguntas feitas continuam actuais e porque hoje estamos mais disponíveis e mais despertos para a importância da história que é aqui contada.(...)».
E no de 3 de outubro:
«(...)“As leoas entraram no grupo porque eram discípulas de leões”, contou-me Sandra Leandro, que em 2003, num congresso na Universidade Nova de Lisboa, cunhou a expressão “leoas” — o paper no qual falou sobre o “desprezo” com o qual as artistas “eram tratadas” tinha o belo título "Como Leoas: as senhoras artistas do Grupo do Leão".Mais o que se segue que é destaque:
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Ainda
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Para terminar
que tal uma visita ao
Museu do Chiado onde podemos
ver outras obras de Bordalo
e muito mais
domingo, 4 de outubro de 2026
«O Livrinho dos Versos para Rir» | de José Viale Moutinho e Fedra Santos | nesta ocasião triste da morte recente do autor ...| E no começo de um novo ano escolar onde para todos as idades poderá ser recordado a propósito e a despropósito ...
Este livro reúne uma mão cheia de quadras populares, colhidas de norte a sul do país, e revelam o peculiar sentido de humor do povo português. Ilustração de Fedra Santos.
Plano Nacional de Leitura — LER+
Livro recomendado para Educação Pré-Escolar, destinado a leitura em voz alta.
Livro recomendado para Educação Pré-Escolar, destinado a leitura em voz alta.
Saiba mais, por exemplo, aqui
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o Autor José Viale Moutinho
faleceu recentemente - veja aqui
de lá: «(...)Nascido no Funchal em 1945, José Viale Moutinho foi jornalista no Diário de Notícias e Jornal de Notícias, investigador e escritor com vasta obra publicada, reconhecida em Portugal e no estrangeiro, sendo considerado um dos grandes contistas portugueses contemporâneos. (...)».
e o que Fernanda Câncio escreveu
Começa assim: «“Olha, meu amigo, afinal, este mundo não é exactamente aquilo que estávamos à espera.” A frase, entre aspas, assinada “JVM”, acolhe o visitante do blogue com o seu nome, José Viale Moutinho, como o texto que, designado de “arremedo autobiográfico”, leva o título “Poderei não ter sido assim”. A data da escrita coincide com os 60 anos “ainda agora cumpridos”, em que, garante, continua “apaixonado e não só pela vida.” Mais de duas décadas depois, a jornalista a quem coube decifrá-lo para esta espécie de obituário vai encontrar ali as pistas que este madeirense, nascido a 12 de junho de 1945, “quando os canhões começavam a calar-se pela segunda vez em todo o mundo”, lhe entendeu deixar.
Que diz de si Viale? "Andei pelo mundo, entre bruxas da Chã de Ferreira e meigas galegas, escutei histórias mágicas por toda a parte, até contei caveiras nos tzompantlis e bailei o danzón em Veracruz, escrevi muitos livros, e apetece-me continuar a escrevê-los. Vivi intensamente o 25 de Abril, conheci a Liberdade. (...) Poderia contar mais coisas, mesmo sobre amigos deportados em campos de concentração nazis, mas para quê? E aqueles que ficaram pelo caminho?"
Mas vamos ao início: fruto da união de “um homem do Douro, extraordinário efabulador, desinteressado das vinhas e dos olivais da família, dele” e de “uma inglesa, que levara como dote, uns brincos de sua mãe e memórias de uma riqueza palaciana, carregada de preconceitos, inclusive de classe”, viveu desde cedo, no Norte, “entre montes de livros” e o fascínio pelos mistérios — representado pelo quarto dos santos da casa dos avós, onde ardiam velas num oratório, mais um “santíssimo exército” de santos e anjos “a vigiar a fé” da avó e de “todas as velhas murmuradeiras”. (...)».
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Outros livros
mais
Resumo
Excerto:
«Chegam sons de risos e cantigas,
Palavras novas para brincar,
Ouvir, saber e até adivinhar!
É a grande festa das formigas!
Vou eu, pais, tios e amigos,
O cão, o gato e o papa-figos,
Vamos todos festejar
Pois as formigas deixam-nos entrar!»
sábado, 3 de outubro de 2026
DO JORNAL PÚBLICO |« Colecção Fotógrafas Luso-Afro-Brasileiras»
«Colecção Fotógrafas Luso-Afro-Brasileiras
Curadoria de Ângela Berlinde
Uma colecção original que surge para corrigir a invisibilidade e subvalorização da produção fotográfica feminina e onde a condição feminina surge retratada sob a sua própria lente. Uma celebração histórica dos olhares singulares de dez fotógrafas luso-afro-brasileiras, que, quando cruzados com a escrita de convidadas, se tornam ainda mais valiosos.
A obra e o impacto destas fotógrafas são apresentados em livros com formato leporello, com caderno de texto separado. Isto torna cada livro um objecto valioso e exclusivo, não só pelo conteúdo, mas também pela forma». Saiba mais.
Curadoria de Ângela Berlinde
Uma colecção original que surge para corrigir a invisibilidade e subvalorização da produção fotográfica feminina e onde a condição feminina surge retratada sob a sua própria lente. Uma celebração histórica dos olhares singulares de dez fotógrafas luso-afro-brasileiras, que, quando cruzados com a escrita de convidadas, se tornam ainda mais valiosos.
A obra e o impacto destas fotógrafas são apresentados em livros com formato leporello, com caderno de texto separado. Isto torna cada livro um objecto valioso e exclusivo, não só pelo conteúdo, mas também pela forma». Saiba mais.
sexta-feira, 2 de outubro de 2026
«Rita Redshoes lançou, a 25 de setembro, um novo longa-duração, FALA, composto exclusivamente por canções escritas por autoras portuguesas. Disponível em todas as plataformas digitais»
«A Rita Redshoes tem um disco novo. Chama-se “Fala” e é um disco que põe muitas mulheres a falar através da voz e visão artística da Rita.
As canções são escritas por autoras mulheres, um conjunto de mulheres que admiro e de quem sou fã.
A sensibilidade musical da Rita está a par da sua sensibilidade enquanto ser humano. A Rita é amor e generosidade e bem-querer ao próximo. Eu sei, porque já o vi várias vezes ao longos dos anos em que a conheço.
Deu-me a alegria de lhe escrever uma canção, “Sei” e poder estar presente no seu disco. Eu dei-lhe uma canção mal tocada à guitarra e muito mal gravada pelo telemóvel e ela devolveu-me uma interpretação de uma profundidade tal que me deixa emocionada. Ninguém se não ela poderia cantar esta canção desta forma.
Estou feliz por poder estar presente na sua obra e mais feliz ainda por poder estar presente na sua vida». Ana Bacalhau
As canções são escritas por autoras mulheres, um conjunto de mulheres que admiro e de quem sou fã.
A sensibilidade musical da Rita está a par da sua sensibilidade enquanto ser humano. A Rita é amor e generosidade e bem-querer ao próximo. Eu sei, porque já o vi várias vezes ao longos dos anos em que a conheço.
Deu-me a alegria de lhe escrever uma canção, “Sei” e poder estar presente no seu disco. Eu dei-lhe uma canção mal tocada à guitarra e muito mal gravada pelo telemóvel e ela devolveu-me uma interpretação de uma profundidade tal que me deixa emocionada. Ninguém se não ela poderia cantar esta canção desta forma.
Estou feliz por poder estar presente na sua obra e mais feliz ainda por poder estar presente na sua vida». Ana Bacalhau
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