Em Cada Rosto Igualdade
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026
«Violência doméstica: o mais grave problema de segurança interna»
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026
«A Mulher e a Medicina»
«Levantem a mão se alguma vez viram os vossos sintomas totalmente ignorados por um médico!... Elinor Cleghorn mergulha na história de como o sistema médico falhou com as mulheres – desde a Grécia Antiga até aos problemas modernos, e de como as mulheres são muitas vezes vistas como fontes não fiáveis do que sentem nos próprios corpos.» Cosmopolitan
Em A Mulher e a Medicina, Elinor Cleghorn escreve uma história pioneira sobre a saúde das mulheres – desde o «útero errante» da Grécia Antiga à ascensão dos julgamentos de bruxas na Europa; do surgimento da histeria como diagnóstico amplo para distúrbios difíceis de identificar à evolução da compreensão sobre hormonas, menstruação, menopausa ou a endometriose – reunida numa obra abrangente e fascinante.
É um legado revoltante de sofrimento, mistificação e erros de diagnóstico que revela como a ciência, moldada por um mundo de homens, falhou em compreender e cuidar do corpo feminino. Repleto de estudos de caso e exemplos de mulheres que sofreram, desafiaram e reescreveram a ortodoxia médica, este livro faz um apelo urgente por uma medicina mais íntegra, que valorize os testemunhos e as experiências das mulheres, libertando-as de séculos de desinformação e negligência.
«A Mulher e a Medicina apresenta uma história de como a anatomia, a fisiologia e a psicologia femininas foram abordadas ao longo dos séculos. A mensagem é clara: oiçam as mulheres.» Science Magazine
«Este livro é um apelo à ação para qualquer mulher que sinta que os médicos não abordaram devidamente a sua doença ou dor.» The Washington Post
domingo, 8 de fevereiro de 2026
ANA TEIXEIRA |«À Flor da Pele»
Ana Teixeira
À flor da pele
«A Genealogia da Moral»
sábado, 7 de fevereiro de 2026
«To advance the Nordic co-operation in data gathering on LGBTI+ people related to health and wellbeing, the Finnish Institute for Health and Welfare (THL) organized a two-day seminar in Helsinki in October 2025»
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026
CARLA QUEVEDO | «João Canijo, realizador de cinema, foi sobretudo um realizador interessado em retratar mulheres, mostrando no cinema as suas vidas de sacrifício, de entrega sem exigir nada em troca. Santas ou vítimas são mulheres que não querem ver o pior dos homens que amam e que não se libertam dessa condição de lado B a que parecem condenadas»| A NOSSO VER UM RETRATO DE JOÃO CANIJO A DIVULGAR ...
Vidas Perfeitas
1957-2026 Realizador de “Sangue do meu Sangue”, “Fátima” e “Viver Mal/Mal Viver”, foi reconhecido e premiado, tendo sido galardoado com um Urso de Prata em Berlim
João Canijo, o cineasta do lado B português
A ideia de que Portugal tem um lado B foi introduzida pelo Presidente da República, nas cerimónias fúnebres do realizador João Canijo. À saída da Gare Marítima da Rocha Conde de Óbidos, Marcelo Rebelo de Sousa explicava que Canijo “olhava para o lado B de Portugal, para o lado B de todos nós portugueses, para o lado B dos emigrantes, dos imigrantes, dos que tinham uma vida menos feliz, mais complicada, mais lateral, para não dizer mais marginalizada”. A ideia dilui-se um pouco, mas não deixa de ser certeira.
João Canijo, realizador de cinema, foi sobretudo um realizador interessado em retratar mulheres, mostrando no cinema as suas vidas de sacrifício, de entrega sem exigir nada em troca. Santas ou vítimas são mulheres que não querem ver o pior dos homens que amam e que não se libertam dessa condição de lado B a que parecem condenadas. João Canijo morreu a 30 de janeiro, em Vila Viçosa, em casa, de ataque cardíaco.
João Altavilla Canijo nasceu a 10 de dezembro de 1957, no Porto. Estudou História na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, um curso que abandonou dois anos depois do início. Era o cinema que o interessava, e por aí seguiu como se fosse uma inevitabilidade. Foi assistente de realização de Manoel de Oliveira, Wim Wenders, e outros até que em 1988 se estreia com a longa-metragem “Três Menos Eu”, com argumento escrito a meias com Paulo Tunhas e com Rita Blanco como protagonista.
Na década de 90 realiza “Filha da Mãe”, de 1991, também com Rita Blanco, atriz que acompanha quase toda a vida de João Canijo, participando da maioria dos seus filmes. Mais do que ter atores ou atrizes fetiche, João Canijo escolhe sempre as mesmas atrizes e atores, mas não por serem atrizes ou atores com personagens previamente pensadas e delineadas num argumento escrito. “Ganhar a Vida”, de 2001, foi rodado em quatro semanas e meia, depois de Rita Blanco viver um mês num bairro nos arredores de Paris. Esta espécie de experiência imersiva interessa a Canijo, para que os atores se possam adaptar a uma situação, a um contexto, quase sofrendo um efeito de contágio, como refere numa entrevista a Filipe Roque do Vale.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026
COMBATE À POBREZA | PRIMEIRA ESTRATÉGIA DA UE |«O documento define a pobreza como uma violação da dignidade humana e um obstáculo ao pleno exercício dos direitos humanos. Propõe como objectivo central a erradicação da pobreza na UE até 2035, sublinhando que esta meta deve estar integrada em todas as políticas sectoriais relevantes»| O DEPUTADO PORTUGUÊS JOÃO OLIVEIRA É O RELATOR










