quinta-feira, 5 de novembro de 2026

A CAMINHO DO FESTIVAL «OLHARES DO MEDITERRÂNEO»|«Até 22 de Novembro, Lisboa recebe uma programação gratuita de antecipação do festival dedicado ao cinema feito por mulheres»

 



«A 13.ª edição do «Olhares do Mediterrâneo – Women's Film Festival» está quase a chegar e já é possível participar da programação. O warm-up, desta que será a maior edição de sempre do festival, contará com filmes, documentários, debates e performance.
O arranque ficará a cargo da estreia nacional do documentário O Forte de Peniche como Primeira Casa, de Bianca Dias, às 18h, esta terça-feira, no ISCTE-IUL. O filme apresenta o quotidiano do Centro de Acolhimento de Refugiados de Peniche, que durante cinco anos do pós-Revolução abrigou mais de 600 pessoas vindas das ex-colónias. Após a exibição, no Auditório JJ Laginha, haverá uma conversa com a realizadora, Alexandre Audigane e Antónia Pedroso de Lima.
No dia 10 de Novembro, a conversa «Vamos Falar das Mulheres que a História Apagou» reunirá o escritor e ilustrador Pedro Vieira com a também escritora e jornalista Anabela Mota Ribeiro. A conversa será às 18h, na Sala de Âmbito Cultura, no El Corte Inglés.
Na sexta-feira, 13 de Novembro, «Sete Curtas Portuguesas» revisita os filmes escolares exibidos na secção «Começar a Olhar» de edições passadas do festival e traz na programação Naufragia (2025), de Carolina Vaz Rebelo; Viajante 1 (2025), de Luísa Vilas Boas, Olho Vento (2025), de Irina Oliveira, As Cores do Luto (2024), de Martiana Lima Mateus, Pelo Sim, Pelo Não (2024), de Laura Andrade, Dentu Zona (2023), de Eliana Caleia, Mesa Posta (2022), de Beatriz de Sousa. A sessão será às 18h30, no auditório Atmosfera M, e é obrigatória a inscrição prévia.
No dia 20, será exibido o documentário Mulheres, Terra, Revolução, de Rita Calvário e Cecília Honório, com a presença das realizadoras, seguido de uma conversa com as mesmas, às 21h, no Avenidas – Um Teatro em Cada Bairro. No dia seguinte, à mesma hora e lugar, o documentário exibido será My Sextortion Diary, de Patricia Franquesa, ganhador do Prémio do Júri Melhor Longa-metragem da edição de 2025, na sequência haverá uma conversa com as programadoras do festival.(...)». Continue no AbrilAbril.

quarta-feira, 4 de novembro de 2026

MULHERES EM DESTAQUE |«Escritora e jornalista espanhola Cristina Fernández Cubas vence Prémio Cervantes 2026»

 


«Em Portugal, da escritora, foram publicados os livros "Os sótãos de Brumal" e "Com Agatha em Istambul", ambos na década de 1990, pela Teorema.
A escritora e jornalista espanhola Cristina Fernández Cubas é a vencedora do Prémio Cervantes 2026, anunciou esta terça-feira o ministro da Cultura de Espanha, Ernest Urtasun.
O júri atribuiu o prémio a Fernández Cubas pela "originalidade, excelência e coerência de uma obra que renovou o conto contemporâneo e transformou a literatura fantástica em espanhol".
"A sua trajetória contribuiu decisivamente para a valorização do conto, reafirmando-o como uma forma de expressão autónoma, capaz de atingir a máxima intensidade estética e existencial", disse Ernest Urtasun, citando a decisão do júri, numa conferência de imprensa no Ministério da Cultura de Espanha.
A decisão do júri, prosseguiu o ministro, sublinha o trabalho da autora como "contributo fundamental" para a literatura, consagrando-a como "uma das figuras mais importantes das letras hispânicas".
"Longe de oferecer explicações tranquilizadoras, os seus contos preservam a ambiguidade e fazem da imaginação uma ferramenta para explorar a experiência humana", acrescentou. (...)». Continue.

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E aproveitemos para dar um salto
ao site do Ministério da Cultura de Espanha
 (e que «inveja boa» temos - é isso, queriamos  equivalente)


alargando, logo na HOMEPAGE
 a sinalização que nos leva ao
 Lyceum Club Femenino





segunda-feira, 2 de novembro de 2026

NO MAC/CCB|«Ângela Ferreira, pioneira na abordagem artística da perspetiva pós-colonial»

 


Veja aqui

«O MAC/CCB apresenta, a partir de 24 de outubro e até 28 de fevereiro de 2027, Here I Stand, exposição de Ângela Ferreira, que reúne 25 obras e instalações produzidas entre 1992 e 2026, mostrando uma ampla representação da sua prática artística. Com obras como Site and Services (1991-1992), Indépendance Cha Cha (2014), Rádio Voz da Liberdade (2022) ou Stone Free (Zama Zama) (2026), Ângela Ferreira analisa as consequências do colonialismo no passado e nas sociedades atuais.
Através de instalações, esculturas, desenhos e imagens fílmicas geradas a partir de um intenso trabalho de investigação em torno de arquivos, figuras históricas, arquiteturas e espaços vinculados à experiência colonial, a artista examina situações e realidades concretas da história social, cultural e política do continente africano. Do mesmo modo, atenta às questões feministas e raciais, cria obras como 1 Million Roses for Angela Davis, dedicada a uma figura de referência da resistência antirracista.(...)»


domingo, 1 de novembro de 2026

«Está disponível no Portal da Segurança Social o Relatório CASA 2025, que apresenta uma caracterização das crianças e jovens em situação de acolhimento em Portugal e retrata a evolução do sistema de promoção e proteção, destacando os principais indicadores e tendências registados no último ano»

 




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No semanário EXPRESSO
temos trabalho a propósito
do Relatório

Excerto:«(...)No relatório, a própria Segurança Social frisa que o acréscimo do acolhimento familiar é um indicador “positivo”, mas “ainda manifestamente insuficiente” face às metas traçadas de desinstitucionalização. Ainda que a colocação em casas de acolhimento esteja a cair, a diminuição registada no ano passado não vai além dos 6,3% face a 2024.

Para mudar o paradigma, é preciso aumentar muito mais o número de famílias de acolhimento e de outras respostas alternativas, como os apartamentos de autonomização, destinados a adolescentes com mais de 15 anos e que visam apoiá-los na transição para a vida adulta, num ambiente mais humanizado e próximo do familiar. Embora também estejam a crescer, registando um aumento de 15,4% no último ano, o número de lugares nestes apartamentos, que albergam 358 jovens, é igualmente residual face ao que seria preciso. Neste caso, a “dificuldade de acesso ao mercado de arrendamento e o elevado custo das rendas” constituem um dos principais entraves ao crescimento desta resposta, aponta a Segurança Social.

Não basta, porém, aumentar o número de famílias de acolhimento e outras respostas alternativas. É preciso que os tribunais e as comissões de proteção de crianças e jovens em risco deem, sempre que possível, primazia a estas soluções, em detrimento da integração em instituições. Mas nem sempre isso acontece. Mesmo quando há famílias de acolhimento disponíveis. (...)».


sexta-feira, 30 de outubro de 2026

ONTEM, HÁ 90 ANOS | no dia 29 de outubro de 1936

 


«Imagem do dia

No dia 29 de Outubro de 1936, há 90 anos, chegaram ao Campo de Concentração do Tarrafal, na Ilha de Santiago, Cabo Verde, os primeiros 152 presos políticos, muitos dos quais haviam participado no 18 de Janeiro de 1934 e na Revolta dos Marinheiros. Mandado construir por Salazar a partir dos campos de deportação italianos e dos campos de concentração alemães, o apelidado Campo da Morte Lenta funcionou em duas fases distintas. Encerrado em 1954, reabriu em Abril de 1961 para receber presos políticos dos movimentos de libertação de Angola, Guiné-Bissau e Cabo Verde. Apesar das condições desumanas, da tortura e da falta de assistência médica, os presos organizaram-se e resistiram».


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Créditosdr

quinta-feira, 29 de outubro de 2026

MUSEU SOARES DOS REIS | ARTE E SAÚDE | Exposição “Travessia” _ De 9 outubro a 13 dezembro _ Entrada livre para residentes em Portugal | PORTO

 



«A exposição resulta do trabalho desenvolvido ao longo de 2026 entre o MNSR, a Unidade Local de Saúde de Santo António (ULSSA), através do Serviço de Reabilitação Psicossocial do Hospital de Magalhães Lemos, e a Unidade Local de Saúde de São João (ULSSJ), através da Unidade de Ação para o Desenvolvimento e Integração (UADI). A integração da ULSSJ constitui uma das principais novidades da edição deste ano do programa, alargando a sua ação a novos públicos e reforçando a articulação entre arte, saúde e comunidade. (...)». Saiba mais.