Em Cada Rosto Igualdade
quarta-feira, 22 de abril de 2026
TEATRO MUNICIPAL JOAQUIM BENITE /COMPANHIA DE TEATRO DE ALMADA | OFICINAS PARA A INFÂNCIA | «A Liberdade é para Todos» | NO 25 DE ABRIL 2026
segunda-feira, 20 de abril de 2026
ANA CLÁUDIA SANTOS |«A Morsa»
«Uma rapariga é um estado de espírito. Sofia buscava as sensações como um girassol seguindo o astro-rei. Para educar uma rapariga, seriam talvez necessárias várias mães: uma para a calçar, outra para a vestir; uma para a alimentar, outra para lhe apontar o bem e o mal; uma para lhe enxugar as lágrimas, outra para lhe afiar as unhas; e uma sétima para a preparar para a guerra.»
De Ana Cláudia Santos pode dizer-se que é a mais clássica, a mais indisciplinada das escritoras portuguesas contemporâneas. Na linhagem de Lavores de Ana, este é um livro de histórias que dão voz a personagens em confronto consigo próprias, quase sempre com vidas em desajuste perante as memórias que guardam ou os desejos que atiçam. Histórias que traçam uma fronteira indefinível entre inocência e violência, em que a linguagem é parte do corpo habitado pelas personagens, e em que o corpo é voz de um tempo, de uma geografia, de inquietações públicas e privadas.
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Os outros contos não se afastam dessa matriz, com raparigas que são empreendedoras tristes, que se iniciam sexualmente entre a excitação e a ambiguidade, frequentam colónias de férias com curiosidade desobediente, ou vivem amores insatisfatórios com jovens poetas e professores casados. A beleza física é motivo constante de atenção ou sofrimento (a pele, as pernas, o peito, o peso). E as relações humanas tendem à inveja ou à adoração, à lascívia ou à frustração, como numa Maria Judite de Carvalho nascida em democracia. (...)». Pedro Mexia no Expresso
domingo, 19 de abril de 2026
sábado, 18 de abril de 2026
sexta-feira, 17 de abril de 2026
quinta-feira, 16 de abril de 2026
«O Núcleo de Almada do Movimento Democrático de Mulheres (MDM), em parceria com a Academia Almadense, promove hoje, 16 de Abril, uma sessão de poesia dedicada à Revolução de Abril e aos 50 anos da Constituição da República Portuguesa»
Sob o lema «Abril que se fez lei, Igualdade que se fez voz!», a iniciativa pretende assinalar a conquista da liberdade em 1974 e a consagração de direitos fundamentais com a Constituição de 1976, dando voz a poemas de autores consagrados e de participantes.
O evento realiza-se no átrio da Academia Almadense, com duas sessões, às 17h00 e às 21h00, e mantém o carácter aberto à participação de todos, quer para leitura, quer para assistência. As inscrições para leitura de poemas podem ser feitas por email, redes sociais ou contacto telefónico.
A iniciativa, que decorre anualmente desde 2022, juntou no ano passado mais de 60 poemas, envolvendo participantes de várias idades e percursos, num momento de celebração da liberdade, da igualdade e da cultura».








