quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

CGTP|Semana da Igualdade|2 a 8 de Março 2026

 

«A IGUALDADE QUE ABRIL ABRIU

Reforçar Direitos. Cumprir a Constituição

A Comissão para a Igualdade entre Mulheres e Homens – CIMH/CGTP-IN promove a SEMANA DA IGUALDADE (2 a 8 de Março de 2026), em todo o país, num total de 26 cidades e em mais de um milhar de locais de trabalho, com o lema A Igualdade que Abril abriu. Reforçar Direitos. Cumprir a Constituição.
8 de Março: a voz que não cala, o passo que não recua, a luta que constrói o amanhã
A igualdade não se conserva sozinha. Ou se defende, ou se perde.
Apesar dos avanços, as mulheres trabalhadoras confrontam-se com salários mais baixos, carreiras profissionais estagnadas, precariedade, horários desregulados, discriminações derivadas da maternidade. Enfrentam o assédio. Adoecem a trabalhar. Cuidam de todos - sem tempo para si.
Hoje, os direitos são atacados em nome do lucro. Os salários ficam para trás enquanto os preços disparam. Os serviços públicos são enfraquecidos. A Constituição é ignorada por quem devia cumpri-la. Há direitos que vivem no tempo roubado, entre turnos longos e salários curtos, entre creches que faltam e horários que esmagam a vida.
Ainda assim, as mulheres trabalhadoras nunca deixaram de lutar. Nos locais de trabalho, nas ruas, na exigência teimosa de respeito e justiça. Na defesa de direitos que não são privilégios, mas condições básicas para viver com dignidade.
Nesta fase preparatória da Semana serão divulgados, em breve, cinco Estudos sobre a Situação actual da Mulher no Trabalho.
Sessão de Abertura da Semana está agendada para o dia 2 de Março, em Lisboa, na qual serão divulgadas as principais iniciativas da Semana e realizado um debate para o qual foram convidadas dezenas de ONG (organizações não governamentais) que actuam na área da igualdade de género e do combate à violência.
O Secretário-geral da CGTP-IN, Tiago Oliveira, encerrará o debate, seguindo-se uma conferência de imprensa para divulgação pública do programa global da Semana da Igualdade que este ano está associada aos 50 anos da Constituição da República Portuguesa e à luta contra o pacote laboral».
DIF/CGTP-IN
Lisboa, 16.02.2026



segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

BIBLIOTECA DE BELÉM | «Reivindicações Femininas e a Conquista da Cidadania no Brasil» | 21 FEV 2026 | 15:00 | LISBOA

 


«VÉNUS EM CHAMAS_e Deus instrumentalizou a mulher»




«Despir as mulheres para as expor em público é um costume antigo
– e não estamos apenas a falar de roupa.
Há séculos que a existência das mulheres é terreno aberto para todo o género de delírios e desaforos dos homens. As suas vidas – terrenas ou espirituais – foram e são instrumentalizadas ao sabor das novas ordens e dos sistemas de poder que frequentemente contrariam a nossa natureza, com particular prejuízo para a metade feminina da humanidade.
Através de uma narrativa híbrida, entre reconstituição histórica ficcionada e investigação, Pedro Vieira escreve sobre sete mulheres que são todas as mulheres, sujeitas ao poder deles, cujas existências foram contadas e adulteradas para servir uma narrativa ardilosa que bloqueia com eficácia qualquer tentativa de emancipação coletiva.
Vénus em chamas recupera as histórias reais de Maria, mãe de Jesus, Maria Madalena, imperatriz Teodora, Fillide Melandroni, Joana d’Arc, Harriet Tubman e irmã Lúcia, para refletir sobre a forma como a História e a Arte as apresentaram, representaram e imolaram, tantas vezes despindo-as de qualquer agência ou autoridade sobre si mesmas». 



domingo, 15 de fevereiro de 2026

«LOOKING AT LIFE» - através de imagens e muitas serão icónicas da revista LIFE

 





Ver lá, na Galeria, será outra coisa.
 Mas na internet também tem o seu encanto. 
É, mesmo, de visitar - aqui.
 
 

ACONTECEU a 29 jan 2026 _ apre­sen­tação pú­blica do pro­jecto de um painel de azu­lejos de Graça Mo­rais a ser ins­ta­lado no jardim junto ao Forte de Ca­xias

 


«O Município de Oeiras vai recordar e homenagear os milhares de presos políticos da Prisão de Caxias até 25 de Abril de 1974 através de um painel de azulejos da autoria da artista Graça Morais. (...)». Leia na integra.

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 E lê-se no jornal Avante! «(...) A ar­tista plás­tica su­bli­nhou que, com o mural, pre­tende evocar não só a me­mória dos presos mas, também, os prin­cí­pios e va­lores pelos quais lu­taram, pela li­ber­dade e contra o fas­cismo.
A no­tícia é dada pela URAP, que marcou pre­sença na ce­ri­mónia com uma de­le­gação de an­ti­fas­cistas, e que, pelas mãos do seu co­or­de­nador, José Pedro So­ares, en­tregou à ar­tista uma cópia do livro Ca­deia de Ca­xias – A Repressão e a Luta pela Liber­dade, edi­tado pela or­ga­ni­zação. (...)».





sábado, 14 de fevereiro de 2026

«biografias do amor»

 


Entretanto, do Glam Magazine

“Biografias do Amor” de Sérgio Godinho estreiam no festival “Montepio Às Vezes o Amor” - uma passagem: «(...) Numa tremenda demonstração de inquietude criativa e coragem artística, Sérgio Godinho irá, aos 80 anos e com mais de cinco décadas de actividade, arriscar um novo conceito de espectáculo levando ao plateau canções que o tempo não fez esquecer mas que, algumas delas, nunca antes foram apresentadas ao vivo. Efectivamente, desde “Romance de um dia na estrada” a “Tudo no amor”, a sua carreira será revista, desta feita através das suas “canções de amor”. (...)».Leia  na integra.


sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

«LIDERANÇA FEMININA PELA TRANSIÇÃO CLIMÁTICA JUSTA: RECOMENDAÇÕES PARA A COP30» | é o capitulo do Brasil da Women Leading On Climate (WLOC) |NESTE MOMENTO EM QUE NO NOSSO PAÍS - PORTUGAL - ESTAMOS A VIVER IMPACTOS DAS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS COM CHEIAS E VENTOS E COLAPSOS ... SEM FIM | POPULAÇÕES EM DESESPERO - SEM CHÃO NEM HABITAÇÃO NEM ...

 




Em síntese - «O Capítulo Brasil do WLOC organiza a contribuição brasileira à agenda global de clima e gênero, combinando liderança estratégica, diversidade territorial e rigor técnico para deixar um legado concreto na COP30 em Belém, mas com a intenção de ir muito além da Conferência no debate sobre o papel das mulheres nos desafios globais relacionados à agenda climática e de recursos naturais e na economia». Ora, a COP30 já aconteceu, as Recomendações continuam o seu caminho ... 
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Já agora, o documento acima, está no site da CBDS -
O CEBDS (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável) conecta empresas, governos e sociedade para impulsionar soluções sustentáveis que geram impacto real. Ainda:


De lá

«Together, we are transforming ambition into action for a sustainable and just future». 



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De entre trabalhos
 que  podíamos escolher,
para sabermos mais sobre
o que nos está a acontecer

Se tiver acesso

Destaque e começo: «O físico e professor da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa avisa que as tempestades são o resultado 
das alterações climáticas. E deixa a receita para lidar com estes riscos nas infraestruturas, na água ou na literacia da população


As recentes tempestades que afetaram, e que ainda afetam, Portugal, como a “Kristin”, devem ser enquadradas não como episódios excecionais ou fortuitos, mas como expressões consistentes de um clima em mudança. A intensificação da precipitação em curtos períodos de tempo, as inundações fluviais e costeiras, a maior severidade de ventos extremos, a maior frequência e severidade de ondas de calor, secas e incêndios e a crescente varia­bilidade climática inserem-se num padrão amplamente documentado pela comunidade científica para o Sul da Europa e, em particular, para Portugal. Neste contexto, os impactos observados no território nacional são consequência evidente da severidade dos fenómenos, amplificada pela interação entre uma perigosidade climática crescente e um conjunto de vulnerabilidades estruturais acumuladas ao longo de décadas.

Em Portugal, tal como noutros paí­ses europeus, tem-se assistido a um aumento cumulativo da exposição da população, das infraestruturas críticas e das atividades económicas aos extremos climáticos. Esta exposição interseta-se com fragilidades significativas ao nível do ordenamento do território, da resiliência infraestrutural, da organização institucional e da capacidade de antecipação e resposta ao risco. O resultado traduz-se em impactos económicos diretos e indiretos cada vez mais elevados, em perturbações no funcionamento de serviços essenciais e em riscos acrescidos para a saúde pública, particularmente entre os grupos socialmente mais vulneráveis. (...).