segunda-feira, 21 de setembro de 2026

FUNDAÇÃO FRANCISCO MANUEL DOS SANTOS|«Menopausa, Informação é poder»

 


«De repente, (quase) tudo muda: a pele, o sono, a memória, o humor. A menopausa é uma transformação inevitável, mas imprevisível, que afeta, agora mesmo, mais de dois milhões de mulheres portuguesas. A maioria vive-a em desconforto, pois há gerações que se mantém um modelo de resistência estoica ao que o corpo grita e o tabu social silencia.
Este livro retrata a experiência da menopausa a partir de relatos na primeira pessoa e entrevistas a médicos especialistas. Mostra e questiona a desinformação, a falta de apoio laboral, a metamorfose do cérebro e o peso da transformação hormonal. Do impacto na sexualidade à urgência de políticas públicas, cabem nestas páginas os calores e a tristeza difusa, mas também a liberdade e a reinvenção, as realidades múltiplas de uma fase que alguns chamam já uma "segunda puberdade"». Saiba mais.


domingo, 20 de setembro de 2026

«Inaugurou no sábado a nova exposição de Fátima Mendonça, Dias de tédio e a dança com o lobo mau. A visitar até dia 31 de outubro»

 


«2026 Fátima Mendonça na 111

 É uma pintura que conta histórias, no caso o lobo e o capuchinho vermelho, ou que se apropria de fragmentos desse conto para tratar questões pessoais (e não só pessoais... há perigos reais, medos colectivos, ameaças que rondam). Se o medo está presente, e é o lobo, esta é uma história de luta contra o medo, e de libertação. O lobo dança mascarado com o rabo de fora, numa cena de sedução enganadora, mas a faca está prestes a espetar-se-lhe nas costas, alerta. Há sangue que é preciso lavar - no quadro maior, o retábulo da vitória, o banho purificador (um dos raros e grandes banhos femininos modernos), ficam ao lado as etapas do perigo vencido, e a fera dá lugar ao gato doméstico. Havia - em dois menores formatos sobrepostos - ameaças na floresta escura, o lobo e outros olhos ameaçadores, mas a menina do capuz vermelho está firme e determinada, é o rosto forte da coragem. Adiante o lobo é, afinal, um cavalo de pau com que se pode brincar - a ameaça era real ou só imaginária? A Fátima Mendonça que responda: é uma pintura feminina. (...)». Continue.



sábado, 19 de setembro de 2026

MULHERES EM DESTAQUE | Shakira - em Madrid | Céline Dion - em Paris

 



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Ao acaso da comunicação social: «O maior monumento da cidade de Paris iluminou-se com o nome de Céline Dion, para celebrar o regresso da cantora, que esteve longe dos palcos durante seis anos, devido ao diagnóstico de Síndrome da Pessoa Rígida. (...)» ;
Mais recente : «Céline Dion não está apenas de volta aos palcos. Está a mexer com a economia francesa.
Os concertos da cantora em Paris poderão gerar um impacto económico de até mil milhões de euros.
Para perceber a dimensão: o chamado ‘efeito Céline’ poderá representar o equivalente a um quinto do impacto económico dos Jogos Olímpicos de Paris, em 2024, sem contar com as infraestruturas.
Tudo por causa dos concertos de Céline Dion na Paris La Défense Arena.
E não estamos a falar apenas de bilhetes.
Os fãs gastam em hotéis, restaurantes, transportes, lojas e turismo.
Cerca de 30% do público deverá chegar do estrangeiro. E há fãs que poderão gastar, em média, até 1.500 euros para assistir ao regresso da cantora.
Os hotéis já estão a sentir o efeito. As reservas chegaram a aumentar 400% após o anúncio dos espetáculos.
Céline Dion está de volta. E Paris já está a fazer as contas». Tirado daqui.

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«A cantora colombiana, de 49 anos, atua até 11 de outubro num recinto temporário, com capacidade para 50.000 espetadores, montado no sul da capital e batizado como “estádio Shakira”, segundo a promotora Live Nation.
Sem novas datas anunciadas na Europa, as autoridades de Madrid esperam um impacto económico significativo com o regresso da artista a Espanha. A cidade já recebeu, em maio e junho, os dez concertos de Bad Bunny, outra das grandes estrelas da música latina.
Shakira não atuava em Espanha desde 2018, vários anos antes de se tornar pública, em 2022, a separação do ex-futebolista espanhol Gerard Piqué, histórico defesa do Barcelona. «(...)».Saiba mais.

sexta-feira, 18 de setembro de 2026

«Conheça o programa da 16.ª Grande Conferência Liderança Feminina, que a Executiva vai realizar a 14 e 15 de outubro, em Lisboa»

 

Veja aqui

e talvez começar neste endereço

«Ao longo deste encontro vamos falar de ambição, carreira, longevidade, sucesso profissional, e equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Vamos debater temas que marcam a agenda de qualquer decisor, como a inovação, a inteligência artificial, o silêncio nas salas do poder e a liderança inclusiva. Mas, acima de tudo, vamos falar de pessoas».

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Se nos é permitido, naturalmente que a INICIATIVA é da EXECUTIVA e está de acordo com a sua MISSÃO,
mas ocorreu-nos que alguém se poderia inspirar na CONFERÊNCIA e realizar algo equivalente para as ORGANIZAÇÕES SEM FINS LUCRATIVOS - (já agora isto não apareceu do nada, em tempos investigámos aquela realidade  no Mestrado em Gestão do ISEG fixada com a designação «Organizações sem Fins Lucrativos e a sua Gestão Estratégica» de que foi Orientador o saudoso Professor Rogério Fernandes Ferreira) - onde para muitos/as está o designado TERCEIRO SETOR  e lá podemos encontar  o que, quiçá, se poderia vir a designar por «EXECUTIVAS ALTERNATIVAS».
Mais, no mundo dos Negócios, no nosso País dominado por pequenas e médias empresas - e micros - também haverá o que poderemos chamar por executivas? Por CEOs? Líderes? Bom, mas sobre isso a anfitriã - Bastonária da Ordem dos Contabilistas Certificados - poderá, a nosso ver, dizer como ninguém ...

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Coordenadas



quinta-feira, 17 de setembro de 2026

«A Barata Gigi na Rua do Benformoso»

 


SINOPSE
Um livro que diverte, ensina e, acima de tudo, aproxima, ao mostrar que a convivência com a diferença é não só possível, mas essencial para compreendermos melhor o mundo à nossa volta.
Na Rua do Benformoso há pessoas de todas as nacionalidades. Que o diga a Gigi, uma fala-barata que se mudou para lá há pouco tempo e que se farta de aprender coisas sobre o mundo todo. Saiba mais.

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no lançamento do livro

Veja aqui
de lá

«A Gigi passou o fim de tarde da passada sexta-feira na Livraria Buchholz, em Lisboa, rodeada de humanos. Não é coisa que uma barata faça todos os dias, sobretudo quando os humanos se juntam para falar dela, da sua vida, das suas ambições e até das relações complicadas entre as duas espécies.

A ocasião justificava o risco. Tiago Salazar apresentava A Barata Gigi na Rua do Benformoso, o seu novo livro, e Maria do Rosário Pedreira, que o edita há muitos anos, estava ali para fazer as apresentações. Este é, aliás, o primeiro livro infantil do autor que publica, embora depressa se percebesse que chamar-lhe apenas livro infantil talvez seja uma forma demasiado arrumada de colocar Gigi numa prateleira.

Maria do Rosário Pedreira falou da coragem de Tiago Salazar pelos temas que levou para o livro e da importância de A Barata Gigi na Rua do Benformoso como ponto de partida para pensar coisas que, à primeira vista, talvez não pareçam próprias de uma barata. Discriminação, pertença, origem, diferença. Temas grandes para um bicho pequeno. 
A Gigi ouviu tudo.
João Ferreira, amigo do autor, começou pelas palavras. A Gigi nunca saiu de Portugal, mas conhece bastante do mundo. Basta-lhe andar pela Rua do Benformoso e ouvir. Ali, cada porta pode dar para um país, cada conversa pode trazer uma língua diferente e cada pessoa transporta consigo um pedaço de outra geografia.
E então apareceu uma questão que uma barata talvez compreenda melhor do que muitos humanos: afinal, de onde somos?o pequeno. (...) . Leia na integra.

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quarta-feira, 16 de setembro de 2026

INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E IGUALDADE | temos de juntar recursos para organizarmos o nosso conhecimento ...

 



O que recebemos por e-mail das GATES NOTES:

«This year’s Goalkeepers Report is about AI

The risks are real, but so is the opportunity to improve lives.

Every year, the Gates Foundation publishes the Goalkeepers Report to track progress on the world’s biggest health and development challenges. This year’s report is about how AI can help us tackle them.


I recently shared a memo about the risks this technology is introducing, and they deserve serious attention. World leaders aren’t moving fast enough to address them. But if we can come together to manage those risks, there’s also an immense opportunity to transform health, agriculture, and education, especially for people who are often last to benefit from innovations that could improve their lives.


I’ve lived through waves of technological change that felt, in the moment, like the most significant thing happening on earth. This one is even bigger. Every month, the gap between the billion people who already use AI and the seven billion who don’t gets wider. But it can go the other way. AI will either be the worst source of injustice in history—or the greatest equalizer ever invented. The decisions that are made in the next 12 to 18 months will determine what happens.


In this year’s Goalkeepers Report, I lay out what it will take to get this right, and what AI companies, governments, and philanthropies must start doing to make that happen. I also share essays from four people who’ve already started using these tools to support their work in clinics, classrooms, and fields. I hope you’ll take the time to read».