terça-feira, 2 de junho de 2026

GREVE GERAL 3JUNHO2026 | o que reclama a «Comissão para a Igualdade entre Mulheres e Homens da CGTP-IN »

 




«British Flowers»






«na sociedade da Idade do Bronze a mulher teria mais prestígio do que se julgava»

 


Se tiver acesso aqui

Excertos:

«(...)Em traços gerais, concluiu que há nestas 57 sepulturas “mais mulheres do que homens e que elas levavam, na morte, um espólio mais rico, mais diversificado, que podia até ter armas”, embora num reduzido número de casos, explica. Seriam armas usadas em tarefas domésticas ou estariam estas mulheres envolvidas em algum tipo de combate? “Não há informação sobre se terão ou não sido usadas, porque para isso seria preciso fazer estudos mais específicos”, ressalva Marta Borges.

“O que parece provável é que tenham uma função simbólica, que estejam ligadas a uma diferenciação de estatuto social, o que nos permite começar a redefinir o papel das mulheres neste período do Bronze Médio no Baixo Alentejo. Se há armas nos seus túmulos, temos de repensar o paradigma de análise do século XX, que liga a importância da mulher à fertilidade e à casa, e a fecha em actividades domésticas. A sua função social tem mesmo de ser analisada de forma mais complexa, porque não é determinada só pelo sexo biológico. O papel de homens e mulheres não é estanque.” (...)».


segunda-feira, 1 de junho de 2026

ALICE BRITO |«Perdeu-se Relógio de Senhora»



SINOPSE
Portugal, anos de fascismo. As vidas de três mulheres vão-se desvendando, inscritas num tempo com pouca cor, sob o olhar vigilante da polícia política e de uma moral repressiva, num país sob a sombra da guerra colonial e já farto da ditadura.
Por um acaso do destino, estas três mulheres, que tinham tudo para não se cruzar, acabarão a partilhar a mesma casa, um apartamento na Duque d'Ávila, em Lisboa. E, embora a vida de cada uma tenha seguido, até ao momento desse acaso, o seu percurso distinto, sobre todas elas pesou a pata da ditadura. Assim no-lo diz uma narradora sagaz, que vai recuperando a memória de como se vivia, alertando para os perigos de não se saber olhar para trás e lembrando Abril, esse mês em que se matou a sede. Saiba mais.
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Sobre o livro escreve Ana Bárbara Pedrosa no semanário Expresso: 

«Lê-se de forma escorreita. A prosa de Alice Brito é limpa, boa, direta ao osso.
E lá dentro está o mundo: gente que, sem ascender ao épico, nos mostra o estado de um país.O leitor põe-se no cerne da ditadura salazarista, não entre os ministros ou os ativistas organizados, mas entre o povo que fazia este país. E, no mesmo movimento, Alice Brito reconstrói o passado e explica o passo a passo de como chegámos ao presente. Em vez do épico, dos chavões, do maniqueísmo, temos o delinear da forma como o autoritarismo se imiscuiu no espaço íntimo. Não só não é coisa pouca, como já é mesmo quase tudo. (...)». Se tiver acesso aqui.
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e o destaque dado a entrevista
da autora ao jornal Observador



NESTE DIA MUNDIAL DA CRIANÇA | sugestões de livros para procurar nomeadamente na Feira do Livro de Lisboa

 


Livros para o Dia da Criança

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