quarta-feira, 26 de agosto de 2026

«feministas mais ativas»

 


Certamente que as «feministas» - e qual será o conceito da Senhora Governante? - não deixarão de reagir às palavras da Senhora Ministra da Cultura, Juventude e Desporto (onde também está a Igualdade mas como se vê sem direito a figurar na designação). Pela nossa parte, fazendo parte das pessoas que se batem pela(s) igualdade(s) nomeadamente entre homens e mulheres até nos apetece sugerir que se altere a designação do que está  a cargo da Senhora Governante. De facto custa ver  a Igualdade «escondida» na estrutura do Governo. Depois, roubando nas palavras ditas na Universidade de Verão do PSD ousamos pedir intervenções instituconais «mais ativas» em linha com o que recentemente - mas que coincidência ! -  expusemos no Em Cada Rosto Igualdade:  

A «IGUALDADE DE GÉNERO» E CAUSAS EQUIVALENTES NO APARELHO ESTATAL


Ainda, que tal Senhora Governante, desencadear um levantamento de Obras e Debates, passados e presentes sobre «FEMINISMO»? E a força da Cultura e das Artes  na promoção das MULHERES. Obviamente, lá não faltará, por exemplo, isto:




ou isto:


E não descarte, Senhora Governante, para uma geração que tanto gosta de dizer «pela primeira vez», a criação de organização equivalente a esta:




Dentro do quadro institucional do momento, reafirmamos a sugestão que nos é tão cara: a elaboração de PLANOS do estratégico ao operacional na esfera das IGUALDADE(S) para o SETOR DA CULTURA. Ah, recuperando o que se foi fazendo ao longo dos anos ..., e deixado cair ... 


segunda-feira, 24 de agosto de 2026

VOLTEMOS A GISÈLE PELICOT | «Um Hino à Vida»

 


SINOPSE

«Quero contar a minha história pelas minhas próprias palavras. Com este livro, espero passar uma mensagem de força e coragem a todos os que possam estar a passar por momentos difíceis. Que nunca sintam vergonha.»

Esta é a história de Gisèle Pelicot. A mulher que denunciou o marido e cinquenta abusadores em França, num caso chocante de violência sexual e abuso conjugal. Este livro é muito mais do que o relato de um crime que emocionou o mundo e desencadeou um debate global sobre culpa, vergonha e justiça. Nestas páginas, Gisèle Pelicot prova que quando o silêncio é quebrado, nasce uma força invulgar. Então, este livro é o relato dessa transformação da sua dor em força e a partilha de uma mensagem poderosa de esperança, superação, cura e empoderamento feminino. Em 2024, o nome de Gisèle Pelicot tornou-se símbolo de coragem e resistência ao recusar o anonimato e enfrentar publicamente o ex-marido, Dominique Pelicot, e outros cinquenta homens. Tinham passado apenas quatro anos desde que Giséle descobrira que o marido a drogava para que dezenas de homens abusassem dela enquanto permanecia inconsciente. Gisèle recusou esconder-se e decidiu transformar a vergonha em denúncia, não por si apenas, mas por todas as mulheres silenciadas.

Em "Um Hino à Vida", escrito com a romancista Judith Perrignon, Gisèle revisita a infância, o casamento, o horror da descoberta e o mediático julgamento que protagonizou. Esta é, acima de tudo, a história de uma reconstrução. A história de uma mulher que caminhou sobre o abismo e escolheu continuar viva, dando coragem a milhares de vítimas para recuperarem a própria voz. Saiba mais, veja críticas



domingo, 23 de agosto de 2026

A «IGUALDADE DE GÉNERO» E CAUSAS EQUIVALENTES NO APARELHO ESTATAL

 




Aconteceu assim, numa ida,  o que é habitual, ao Diário da República, neste dia cinzento de verão,   ao depararmos com o Despacho inicial acima  voltamos a pensar na REFORMA que há muito defendemos na esfera da «IGUALDADE» nas Administrações.  Naturalmente, também reparamos no REGIME DE SUBSTITUIÇÃO - questão para lá da CIG. A propósito este post:  «(...)admite a necessidade de “refundar” a CReSAP. Notando que 85% a 90% dos nomes indicados já estavam em regime de substituição, o que lhes deu uma vantagem face aos demais, evita criticar a politização dos processos, mas propõe que os governos assumam claramente os cargos que são políticos. E defende que os dirigentes públicos têm de assumir mais as suas responsabilidades.(...)». Lembramos que há muito, quando começámos a olhar para a matéria como obrigação profissional, muitos eram os serviços e pessoas que desconheciam a CIG. Hoje será diferente, mas não muito diferente. E contudo à CIG muito se deve (não fizeram mais do que a sua obrigação, dirão) dos avanços conseguidos. A esta Comissão estão ligados nomes de que justamente nos devemos orgulhar. Dito isto, a nosso ver, há muito a «reformar». A (re)inventar. A rendibilizar o que temos. De maneira a que a batalha da «igualdade» - aqui entendida para lá da de género mas sim estendida a causas equivalentes - seja empreendimento generalizado, transversal,desde logo a todas as Organizações Públicas que o devem imprimir ao Setor em que atuam. Em particular, clamamos pelo SETOR CULTURA, que podemos tomar para ilustração.
Neste quadro, olhemos, uma vez mais, para outros, começando pela Organização do próprio Governo e organizações de topo de âmbito ministerial ou correspondente. E, claro, a «Cultura».



*
*   *

*
*   *

Já agora, indo ao início deste post, como compatibilizar «REGIME DE SUBSTITUIÇÃO» com IGUALDADE(S)?

 *
*   *
Já agora, apenas ilustrando, do que devia ser rendibilizado: 
 

FESTIVAL MULHERES EM MARCHA |«Mulheres em Marcha nasce no Seixal, na Margem Sul, e afirma-se como o primeiro festival de artes performativas de cariz feminista neste território. Não como rótulo, mas como campo de trabalho onde a criação artística se cruza com o pensamento crítico e com o contexto em que emerge, em diálogo com as pessoas que o habitam. Pensamo-lo com periodicidade bienal, porque acreditamos no tempo longo, na insistência e na possibilidade de regresso transformado.». Leia mais.

*
*   *
E ENQUANTO FAZÍAMOS
ESTE POST, VEIO O SOL ... 
Nós que gostamos do VERÃO
rematamos com esta «opinião»





sexta-feira, 21 de agosto de 2026

FILME | EM EXIBIÇÃO | «Elisa»

 

sinopse

Depois de dez anos na prisão pelo homicídio da sua irmã, Elisa mal se lembra do crime. O Professor Alaoui, um reputado criminólogo, reabre o seu caso e ajuda-a a reviver memórias reprimidas, que a poderão aproximar da redenção. 
Saiba mais


Festival de Veneza 2025 – Selecção Oficial em Competição - Prémio SIGNIS

Prémios David di Donatello 2026 – Nomeações para Melhor Actriz Principal (Barbara Ronchi) e Melhor Argumento Adaptado

*
*   *

 Veja a Folha de Sala


«A segurança da pessoa idosa deve ser entendida como um processo permanente de prevenção, capacitação, participação, preparação e aprendizagem. Mais do que proteger pessoas vulneráveis, importa criar organizações capazes de reduzir a sua vulnerabilidade»

 







quinta-feira, 20 de agosto de 2026

FESTIVAL MÚLTIPLO

 



«O FESTIVAL MÚLTIPLO propõe 3 dias de atuações musicais e intervenções artísticas, de 21 a 23 agosto, em Lisboa. Com este festival anual a Zaratan – Arte Contemporânea celebra “o espírito de luta dos espaços independentes (…) contra a homogeneização cultural e fora das lógicas comerciais…”.

“Em oposição à típica migração das massas para os grandes festivais de verão”, a Zaratan propõe-nos um pequeno festival feito por agentes locais, que “permite habitar o centro histórico e manter vivos projetos independentes de alto valor artístico”». Veja aqui.