segunda-feira, 18 de maio de 2026

«UM CHAPÉU DE LEOPARDO»

 


«Uma homenagem luminosa 
e comovente  a uma amizade 
devastada pela doença psíquica,
 onde Anne Serre  transforma
perda numa história
 bela e inesquecível».


SINOPSE
«Aclamado como o romance mais comovente de Anne Serre até ao momento e uma «obra-prima de simplicidade, emoção e elegância», Um Chapéu de Leopardo é a história de uma intensa amizade entre o Narrador e Fanny, sua amiga de infância, que sofre de doença psíquica.
Vivendo sempre entre a esperança e o desespero, Fanny deixa transparecer, de forma intermitente, várias facetas da sua personalidade, como a Fanny divertida que um dia roubou um chapéu de leopardo. Porém, essa faceta permanece quase sempre oculta, revelando sobretudo uma Fanny que carrega o peso insuportável da tristeza. É uma pessoa diferente - e essa diferença é aquilo que o Narrador questiona incansavelmente, tal como a autora questiona de forma lúdica a própria forma do romance, levando-nos frequentemente a pensar que o Narrador é, no fundo, o seu alter ego.
Escrito após o suicídio da irmã mais nova de Anne Serre, que tinha uma doença mental, Um Chapéu de Leopardo pode ser lido como a celebração de uma vida tragicamente interrompida ou como uma despedida incrivelmente bela e sensível». Saiba mais.


domingo, 17 de maio de 2026

«JOGO ABERTO» |« Este relatório resume os resultados de um estudo global, encomendado pela UNESCO, acerca da violência homofóbica e transfóbica nas escolas e das respostas do setor de educação a essa questão»

 





«(...)Este relatório resume as principais descobertas da revisão global. Tem como objetivo oferecer uma visão geral das informações mais atualizadas sobre a natureza, o âmbito e o impacto da violência baseada na orientação sexual e na identidade/expressão de gênero, assim como indicar um panorama das ações atuais. Também tem a intenção de propiciar às partes interessadas do setor de educação um sistema de planejamento e implementação de reações efetivas à violência baseada na orientação sexual e na identidade/expressão de gênero como parte dos grandes esforços para prevenir e lidar com a violência nas escolas. (...)».




HAVERÁ MIL E UMA MANEIRAS DE SE OLHAR PARA O QUE SE PASSA NO PARQUE URBANO DO VALE DA AMEIXOEIRA EM LISBOA | NÓS ESCOLHEMOS O ODS 11 | o ODS 11 (Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 11) da ONU «visa tornar as cidades e comunidades mais inclusivas, seguras, resilientes e sustentáveis. Foca no acesso a habitação digna, transportes públicos eficientes, redução do impacto ambiental, gestão de resíduos e proteção do património cultural»

 

mas podemos, por exemplo, ver em site da UN - aqui 



Para saber o que se passa e eventualmente se associar à indignação veja este post que alimentámos no blogue Organizações Verdes, donde a imagemMAIS UMA CAUSA!|«Requalificação do Parque Urbano do Vale da Ameixoeira»| FAÇAMOS OUVIR A NOSSA VOZ JUNTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA

A nosso ver, problemas destes merecem a nossa urgência. Pelo PLANETA, por LISBOA, por CADA UM DE NÓS ... Em particular pelas PESSOAS MAIS DIRETAMENTE AFETADAS

 


sábado, 16 de maio de 2026

«Um Hino À Vida - A História Real De Gisèle Pelicot, A Mulher Que Denunciou O Marido E Mais De Cinquenta Abusadores Na França»

 

Resumo

«Um Hino À Vida - A História Real De Gisèle Pelicot, A Mulher Que Denunciou O Marido E Mais De Cinquenta Abusadores Na França. A Impressionante História De Gisèle Pelicot, Narrada Por Ela Mesma, Que Comoveu O Mundo Ao Revelar Um Dos Casos Mais Chocantes De Violência Sexual E Abuso Conjugal Da França. Em Um Hino À Vida, Gisèle Transforma Sua Dor Em Força E Oferece Uma Poderosa Mensagem De Esperança, Cura E Empoderamento Feminino. Em 2024, Gisèle Tornou-Se Símbolo De Coragem Ao Renunciar Ao Anonimato E Enfrentar Publicamente O Ex-Marido, Dominique Pelicot, E Mais De Cinquenta Homens Acusados De Estupro Coletivo. Apenas Quatro Anos Antes, Ela Descobrira Que O Companheiro A Drogava E Permitia Que Outros Homens A Violentassem Enquanto Estava Inconsciente - Um Crime Que Chocou O Mundo E Desencadeou Um Debate Global Sobre Culpa, Vergonha E Justiça. Neste Relato Autobiográfico E Profundamente Humano, Gisèle Compartilha Sua Trajetória Desde A Infância, O Casamento E O Momento Devastador Da Descoberta, Até O Processo Judicial E Sua Luta Por Reconstruir A Própria Vida. Com Coragem E Lucidez, Ela Mostra Como Transformou O Trauma Em Um Manifesto De Vida, Dignidade E Superação. Um Hino À Vida É Mais Do Que Uma Autobiografia, É O Testemunho Inspirador De Uma Mulher Que Quebrou O Silêncio E Inspirou Milhares De Vítimas De Abuso Ao Redor Do Mundo A Recuperarem A Própria Voz». Saiba mais.

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Sobre o livro no NYT



quinta-feira, 14 de maio de 2026

NO PRÓXIMO DOMINGO | 17 DE MAIO 2026 | PELAS 18:00 |Cristina Branco canta as «Mulheres de Abril» n’A Voz do Operário | LISBOA

 


Créditos
     Augusto Brázio

Reproduzimos:

«As mulheres eram simbólicas e omnipresentes na obra de José Afonso, envoltas numa enorme solidão e silêncio. Cantá-las é uma forma de romper esse silêncio e revelar a solidão de todo um povo», conta Cristina Branco sobre seu último disco, «Mulheres de Abril» lançado em 2025.
São as mulheres da ditadura, as que viveram antes de se fazer revolução que a intérprete aqui homenageia num espectáculo único e emocionante acompanhada do Coro Infantil d’A Voz do Operário, mais de Alexandre Frazão, na bateria, Bernardo Moreira, no contrabaixo, Mário Delgado, nas guitarras, Ricardo Dias, no piano e Tomás Marques, no saxofone.
O concerto acontece no próximo domingo, dia 17 de Maio, pelas 18h n’A Voz do Operário, em Lisboa. O bilhete está à venda no local e através dos meios telefónicos e digitais da instituição».

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Rua da Voz do Operario, 13  1100-620 LISBOA
geral@vozoperario.pt
Tel: +351 218 862 155