segunda-feira, 10 de agosto de 2026

«“Desconectados”: uma coleção para pensar o impacto do digital na nossa vida»

 




«Arrancou a «25 de julho a coleção “Desconectados”, um projeto editorial que analisa os efeitos do digital nas nossas relações sociais, na saúde mental, no ensino e na educação, e na forma como vivemos. Porque estar conectado não significa estar dependente. 
Resultado de uma parceria entre o Expresso e a Fundação Francisco Manuel dos Santos, o projeto “Desconectados” irá lançar, ao longo de quatro semanas, uma coleção de livros sobre os desafios da era digital. Cada volume combina investigação jornalística, testemunhos e dados relevantes, organizados em torno de quatro grandes eixos: redes sociais, adolescência, saúde mental e educação digital». 
 

domingo, 9 de agosto de 2026

AMANHÃ NO NIMAS EM LISBOA «A COLECIONADORA» | do ciclo “Reflexos da Nouvelle Vague” no âmbito da Grande Retrospectiva Agnés Varda

 

Ciclo "Agnès Varda – A Nouvelle Vague e os seus Reflexos"

24.0705.09

Cinema Medeia Nimas - Lisboa

«No contexto da Grande Retrospectiva Agnès Varda, teremos um ciclo a que demos por título “Reflexos da Nouvelle Vague”, com obras dos cineastas que foram “referências” para os realizadores deste movimento: Renoir, Bresson, Rossellini, Nicholas Ray e Tati; e dos “companheiros” desta bela aventura: Godard, Rohmer, Rivette, Chabrol e Rozier (e, naturalmente, Truffaut, cuja obra completa vimos a mostrar desde o início de Julho); e alguns contemporâneos que trabalharam na sua margem: em primeiro lugar, Jacques Demy, o Jacquot de Nantes, companheiro e cúmplice de Agnès, sobre o qual ela realizaria alguns filmes, Jean-Pierre Melville e Louis Malle».

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Amanhã



sexta-feira, 7 de agosto de 2026

«Trabalho de Clara Peeters antes atribuído a Brueghel ressurge em Oslo e destaca o papel fundamental de mulheres na história da arte barroca»

 


Natureza-morta com caça e uvas, pintada por Clara Peeters por volta de 1620, obra redescoberta após permanecer esquecida no acervo do Museu Nacional da Noruega. Foto: Børre Høstland/Museu Nacional

«Pintura de pioneira da natureza-morta é descoberta em depósito de museu

Trabalho de Clara Peeters antes atribuído a Brueghel ressurge em Oslo e destaca o papel fundamental de mulheres na história da arte barroca



quinta-feira, 6 de agosto de 2026

segunda-feira, 3 de agosto de 2026

ELIZABETH SMART |«Junto à Grand Central Station Sentei-Me e Chorei»

 



SINOPSE
Inspirado no intenso caso amoroso da autora com o poeta George Barker, Junto à Grand Central Station Sentei-Me e Chorei tornou-se um verdadeiro livro de culto e um clássico da literatura.
Um dia, enquanto folheava os livros numa livraria de Londres, Elizabeth Smart deparou-se com um pequeno volume de poesia de George Barker - e, apenas através da palavra escrita, apaixonou-se perdidamente pelo poeta. Após três anos de demanda do seu amado, Lawrence Durrell dá-lhe o endereço de Barker.
Assim começa a lenda do caso amoroso Elizabeth-George que está na base da escrita deste livro - uma das histórias de amor mais extraordinárias, intensas e trágicas do nosso tempo. Elizabeth e Barker tiveram quatro filhos, no entanto, ele permaneceu legalmente casado com a sua mulher, mas isto torna-se irrelevante perante a genialidade com que tão vulgar episódio da vida é contado.
Partindo da sua experiência pessoal, Smart transforma-a em arte, exibindo na sua escrita uma forte intenção estética e um elaborado trabalho de linguagem. A sua prosa poética faz com que este livro notável, publicado originalmente em 1945, seja hoje amplamente reconhecido como um clássico da literatura que mantém toda a sua pungência, beleza e poder. Saiba mais.