domingo, 18 de outubro de 2026

CONHECER «MUSEUS DE MULHERES» | « The Vietnamese Women’s Museum’s mission is to enhance public knowledge and understanding of the history and cultural heritage of Vietnamese women in historical and contemporary life; to build up the museum to become a center for preservation and cultural exchange, thus contributing to promoting gender equality and the progress of women»

Visitors exploring the exhibition “Sowing Green on the Cloud Peaks.”
Veja aqui

Em Portugal que saibamos não temos nenhum Museu especificamente na esfera das «MULHERES». É possível que haja iniciativa local. Com frequência visitamos os sites de alguns que existem pelo mundo. Em particular o National Museum of Women in the Arts:



Agora, vamos de forma mais metódica olhar para o que existe noutros Países. Começámos como se vê acima pelo VIETNAME.



sábado, 17 de outubro de 2026

HOJE |«Dia Mundial da Erradicação da Pobreza»


No site da CGTP: «O Dia Mundial da Erradicação da Pobreza, assinalado no dia 17 de Outubro em todo o mundo, constitui uma oportunidade para reflectir sobre a dimensão e a melhor forma de combater este fenómeno que aflige uma parte significativa da humanidade, mas também para ponderar as suas causas.
Portugal continua a registar uma distribuição cada vez mais desigual da riqueza produzida e taxas de risco de pobreza demasiado elevadas, incluindo entre os trabalhadores no activo. A erradicação da pobreza é um combate persistente que tem que ser articulado com a defesa e promoção dos direitos laborais, sociais e das Funções Sociais do Estado.
Segundo dados do INE, em 2025, 19,7 % da população portuguesa estava em risco de pobreza ou exclusão social, o equivalente a cerca de 2,1 milhões de pessoas. Destes, 40,2 % das pessoas em risco de pobreza ou exclusão social, combinando a pobreza com a taxa de privação material severa e a intensidade laboral per capita muito reduzida, trabalham a tempo inteiro. Ter um emprego e receber um salário devia ser suficiente para garantir uma existência digna, profundamente ligada a serviços públicos essenciais, a uma habitação condigna, a uma alimentação adequada, e à efectiva inclusão social, como determina a Constituição da República Portuguesa. Ter um emprego já não é suficiente para evitar que um em cada quatro trabalhadores consigam escapar da armadilha da pobreza. (...)». Continue.
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Outubro 13, 2026

«Em Portugal, cerca de 1 milhão e 995 mil pessoas encontravam-se em risco de pobreza ou exclusão social em 2025, o equivalente a 18,3% da população. Apesar da redução face ao ano anterior, os dados revelam desigualdades persistentes e situações de agravamento em determinados grupos da população.

O relatório “Pobreza e Exclusão Social em Portugal 2026”, elaborado pelo Observatório Nacional de Luta Contra a Pobreza da EAPN Portugal / Rede Europeia Anti-Pobreza, analisa os indicadores mais recentes sobre a pobreza no país, com base no Inquérito às Condições de Vida e Rendimento de 2025, relativo aos rendimentos de 2024.

A publicação acompanha a evolução dos principais indicadores nacionais e identifica os grupos da população mais expostos à pobreza. Analisa também as desigualdades entre regiões, as condições de vida das pessoas em situação de pobreza e o papel das prestações sociais na redução das desigualdades.

Entre os resultados, destaca-se o agravamento do risco de pobreza ou exclusão social nas famílias monoparentais, que atingiu 40,7%, e a situação das pessoas que vivem em territórios com maior vulnerabilidade social.

O relatório dedica ainda atenção ao impacto dos custos da habitação. Quando estes encargos são considerados, a taxa de pobreza sobe de 15,4% para 26,8%, o que evidencia a pressão das despesas habitacionais sobre os rendimentos das famílias.

A publicação é acompanhada por uma infografia que reúne os principais indicadores e facilita a consulta dos resultados».

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De lá:«Assinalar o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza é recordar que a pobreza não é apenas uma condição económica. É também uma limitação à liberdade, à dignidade e às oportunidades de cada pessoa.
De acordo com os dados mais recentes, cerca de 1 milhão e 660 mil pessoas estão em risco de pobreza no nosso país. Embora, pela primeira vez desde 2015, o número de pessoas em risco de pobreza ou exclusão social tenha descido abaixo dos dois milhões, estes números devem continuar a interpelar-nos.
Mais do que números, falamos de pessoas.
De crianças que ainda não tiveram oportunidade de escolher o que querem ser. De jovens que não conseguem projetar o seu futuro. De idosos que contribuíram toda a sua vida e que merecem viver a sua longevidade com dignidade. De pessoas que trabalham e que, ainda assim, vivem na pobreza.
Numa sociedade democrática, ninguém deve viver sem condições para satisfazer as suas necessidades essenciais, sem acesso à habitação, à saúde, à educação ou a um trabalho digno.A pobreza não pode ser encarada como inevitável.
Criar riqueza e proteger quem mais precisa são duas faces da mesma moeda. Uma sociedade justa exige o compromisso de todos para que ninguém fique excluído».



sexta-feira, 16 de outubro de 2026

ONTEM FOI O DIA INTERNACIONAL DA MULHER RURAL





EXCERTO: «Na nota de imprensa evocativa do Dia Internacional da Mulher Rural, que se celebra esta quinta-feira, 15 de Outubro, a MARP questiona o que foi feito em Portugal para assinalar o Ano Internacional da Mulher Agricultora, quais as conquistas obtidas pelas mulheres agricultoras e que políticas públicas foram adotadas em 2026 para concretizar a melhoria das suas condições de vida. 
A MARP recorda que, ao declarar 2026 o Ano Internacional da Mulher Agricultora, a FAO, Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura, destacou os papéis essenciais que as mulheres desempenham nos sistemas agro-alimentares, «produzindo, processando e comercializando alimentos que sustentam famílias, comunidades e economias». Reconhecendo, no entanto, que as suas contribuições muitas vezes não são reconhecidas e que as desigualdades persistem, limitando o seu acesso a recursos, oportunidades e poder de decisão, num ano de enorme agravamento das condições de vida, com o forte aumento dos custos de produção na agricultura, principalmente dos combustíveis e fertilizantes.
A organização reclama a adopção de medidas coordenadas e em larga escala, designadamente investimentos maiores e direccionados, políticas e programas agroalimentares com perspectiva de género, informação estatística melhorada, participação significativa das mulheres agricultoras na tomada de decisões e compromissos e medidas políticas sustentadas. (...)». Leia na integra.


quinta-feira, 15 de outubro de 2026

NO TEATRO MUNICIPAL JOAQUIM BENITE |«O Cavaleiro da Triste Figura»| 17 -18 OUTUBRO 2026 | SÁBADO 16:00 | DOMINGO 11:00 | DURAÇÃO 50 MINUTOS | ALMADA

 


«Ditosos e felicíssimos tempos, em que ao mundo veio o tão audaz cavaleiro D. Quixote de la Mancha, pela sua mui honrada determinação de restituir ao mundo a já quase esquecida ordem da cavalaria andante! Saboreamos nós agora, nesta idade tão falta de passatempos alegres, a doçura de estarmos lendo a sua verdadeira história, e os contos que nela se travam como episódios; estes em boa parte não são menos agradáveis, artificiosos, e verdadeiros, que a história mesma”.
Mas quem escreve a história? Os vencedores, ou os vencidos? Serão sonhadores, ou desiludidos? Estas questões levantam-se hoje, tanto ou mais, do que nunca. Os limites entre o real e a fantasia esbatem-se todos os dias e a narrativa pode ser comandada por agentes perversos. A tragicomédia de D. Quixote serve de cenário para uma reflexão sobre a importância de sermos críticos de tudo o que lemos, ouvimos — e até do que vemos!». Saiba mais.


quarta-feira, 14 de outubro de 2026

SAÚDE MENTAL NO TRABALHO

 



Reproduzindo: «No Dia Mundial da Saúde Mental, que se assinala a 10 de Outubro, a Comissão para a Igualdade entre Mulheres e Homens — CIMH/CGTP-IN deixa uma pergunta simples:

Quem cuida da saúde mental das mulheres trabalhadoras quando é o próprio trabalho que a está a destruir?
Não basta falar de resiliência. Não basta ensinar a gerir o stress. Não basta disponibilizar apoio psicológico quando as causas estão no trabalho: sobrecarga, horários longos e desregulados, precariedade, baixos salários, assédio, discriminação e falta de tempo para viver.

Os números confirmam que não estamos perante um problema individual.
No OSH Pulse 2025, da Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho (EU-OSHA), 31% das trabalhadoras na UE declararam ter sofrido, nos 12 meses anteriores, stress, depressão ou ansiedade causados ou agravados pelo trabalho, contra 27% dos homens. Na ansiedade, a diferença é ainda maior: 26% das mulheres contra 16% dos homens. Em Portugal, 49% dos trabalhadores referiram estar expostos a forte pressão temporal ou sobrecarga de trabalho, valor superior à média da UE, de 44%.[1]
E os dados mais recentes do Inquérito Nacional de Saúde 2025, do INE, mostram que 32,8% das mulheres empregadas se ausentaram do trabalho pelo menos um dia, nos 12 meses anteriores à entrevista, devido a problemas de saúde, contra 29,8% dos homens.[2]

Mas há uma parte desta realidade que os números não conseguem medir: as mulheres que continuam a trabalhar quando estão doentes; as que chegam ao trabalho depois de uma noite sem dormir; as que acumulam trabalho profissional, doméstico e de cuidado; as que suportam o assédio em silêncio; as que vivem sob pressão permanente.

A saúde mental também se decide nas condições em que se trabalha e se vive. Por isso, a resposta não pode ser dizer às mulheres para aguentarem mais. 
É o trabalho que tem de deixar de exigir o insuportável. (...)». Continue.


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E de Campanha em curso na UE



e há Folheto


segunda-feira, 12 de outubro de 2026

JOSÉ GARDEAZABAL |«Mulher no Espaço»



«Um romance imerso nos desacertos pessoais e políticos 
que moldam o doloroso fio do dia a dia da contemporaneidade, 
que nos traz a voz única de um dos autores mais
 lúcidos e atentos do nosso tempo».


Descrição

«Uma trabalhadora de uma gigantesca empresa de expedição de encomendas, Bárbara de seu nome de guerra, vive um precário equilíbrio entre uma gravidez escondida, o conforto das redes sociais e o aconselhamento terapêutico aos colegas de trabalho, prisioneiros de ansiedades várias. Convidada a partilhar um voo de turismo espacial como única operária entre astronautas milionários, aproveita o passeio na atmosfera para anunciar a sua condição e exercer uma pequena grande vingança sobre um dos milionários, reconhecido assediador.
Regressada do espaço, assiste ao lento desmoronar da atmosfera fabril, com a chegada de novas máquinas trabalhadeiras a relegarem o operariado ao despedimento e ao desespero, enquanto a administração oferece como menu consolador uma panóplia de eremitas, falsos santos, mulheres-mágicas e especialistas do fim do mundo, entre outros». Saiba mais.


«O curso online "Onde estão as mulheres na História da Arte?" decorre de 20 de outubro a 10 de novembro de 2026, em quatro encontros ao vivo, às terças-feiras, das 19h às 21h (horário de Brasília). Aberto ao público interessado, não exige formação prévia na área»

 



«O curso online "Onde estão as mulheres na História da Arte?" decorre de 20 de outubro a 10 de novembro de 2026, em quatro encontros ao vivo, às terças-feiras, das 19h às 21h (horário de Brasília). Aberto ao público interessado, não exige formação prévia na área.
A pergunta que dá título ao curso não indica uma ausência de produção, mas um problema de reconhecimento: as mulheres sempre produziram arte, embora muitas tenham permanecido fora dos livros, das exposições e dos espaços de legitimação artística. Ao longo das aulas, são apresentadas obras e trajetórias de artistas de diferentes períodos e regiões, com atenção às relações entre gênero, corpo e poder, às perspectivas decoloniais e à produção de mulheres no Norte e no Nordeste do país, além dos critérios que determinaram quais artistas foram estudadas, reconhecidas e legitimadas.
A programação é a seguinte: aula 1 (20 de outubro), Gênero, Corpo e Poder; aula 2 (27 de outubro), Mulheres na História da Arte: perspectivas decoloniais; aula 3 (3 de novembro), Mulheres, Arte e Gênero no Brasil; aula 4 (10 de novembro), Mulheres artistas no Norte e Nordeste do Brasil.
As aulas são ministradas por Madalena Zaccara, docente do Programa Associado de Pós-Graduação em Artes Visuais UFPE/UFPB, e por Sabrina Melo, professora da Universidade Federal da Paraíba e coordenadora desse programa. As aulas ficam gravadas e disponíveis por 30 dias, e os inscritos têm acesso a uma pasta com materiais complementares e indicações de leitura.
Mais informações: https://www.even3.com.br/mulheres-artistas-773409 ».