O júri atribuiu o prémio a Fernández Cubas pela "originalidade, excelência e coerência de uma obra que renovou o conto contemporâneo e transformou a literatura fantástica em espanhol".
"A sua trajetória contribuiu decisivamente para a valorização do conto, reafirmando-o como uma forma de expressão autónoma, capaz de atingir a máxima intensidade estética e existencial", disse Ernest Urtasun, citando a decisão do júri, numa conferência de imprensa no Ministério da Cultura de Espanha.
A decisão do júri, prosseguiu o ministro, sublinha o trabalho da autora como "contributo fundamental" para a literatura, consagrando-a como "uma das figuras mais importantes das letras hispânicas".
"Longe de oferecer explicações tranquilizadoras, os seus contos preservam a ambiguidade e fazem da imaginação uma ferramenta para explorar a experiência humana", acrescentou. (...)». Continue.













