terça-feira, 21 de julho de 2026

DUAS RECOMENDAÇÕES DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA AO GOVERNO EM DIREÇÃO À IGUALDADE ENTRE «HOMENS E MULHERES»

 


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De repente, a reação que as Resoluções nos provocaram: mas o que recomendam não existe?! Por outro lado, embora não esteja na Designação da Governante tudo aponta que vão direitinhas à Ministra da Cultura, Juventude e Desporto:


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Aproveitemos e olhemos para isto



para fazermos uma sugestão aos Senhores Deputados: talvez mais uma Recomendação que leve o Governo a rever, de acordo com a teoria e a técnica, na esfera da Gestão Pública,  as suas ÁREAS DE GOVERNO, (ver a imagem acima) . Melhor dizendo, no que se refere á GOVERNANÇA que emerge do paradigma DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL:


Tal como estão as «áreas» pouco diferem dos Ministérios ou equivalentes.
Estamos em crer que bem ponderado, estudado,  a IGUALDADE (até porque «enche a boca» de todos/as) vai estar lá...
Ah, uma sugestão é de (re)visitar o pensamento e a ação de MARIA DE LURDES PINTASILGO sobre esta matéria e, em especial,  como o refletiu na sua «governança» quando foi Primeira Ministra. 


segunda-feira, 20 de julho de 2026

MACHADO DE ASSIS | «Singular Ocorrência e Outras Histórias de Mulheres»

 



SINOPSE
A arte do conto de Machado de Assis é incomparável. Uma das razões da sua superioridade é poder definir-se como arte de descrição, observação e compreensão das mulheres.
Esta antologia apresenta 15 exemplos superlativos recolhidos de diferentes momentos da evolução literária de Machado. Alguns são retratos extraordinários de figuras de mulher que ocupam o centro da história com a sua singularidade de carácter e acção.
Outros dão testemunho de um grupo muito particular de histórias surpreendentes de mulheres que simplesmente se cruzam com homens, e é quando as ocorrências singulares, as coincidências fortuitas, a incapacidade de compreender e o acaso sempre perverso os deixam alvoroçados, atarantados — inquietos.
O encantamento da imaginação e da audácia literária de Machado de Assis, esse é sempre infalíve
l. Saiba mais.



domingo, 19 de julho de 2026

«Grande Retrospectiva Agnès Varda 30.07_09.09»

 



Cinema Medeia Nimas - Lisboa

«Este Verão vai trazer-nos as muitas praias de Agnès, todo o maravilhoso cinema de Agnès Varda (1928-2019), na maior retrospectiva da cineasta levada a cabo em Portugal.
Varda foi uma mulher e uma artista com uma curiosidade sem igual e uma imensa liberdade, precursora da Nouvelle Vague e uma das poucas da sua geração a fazer carreira como realizadora. Prolífica e infatigável, generosa e versátil, visionária, filmava e estava ao mesmo tempo dentro dos seus filmes, e ao longo de seis décadas, com o seu olhar único, fez obras de uma grande originalidade, reinventando o cinema e acabando por se tornar um ícone, cuja obra continua a influenciar novas gerações de cineastas e artistas.
Recebeu vários prémios, entre eles o Louis Delluc e os Cesars, ou nos festivais de Cannes (onde seria também galardoada com uma Palma de Ouro honorária em 2015), Berlim e Locarno, nos European Film Awards e, em 2017, um Óscar à sua carreira.
A sua primeira longa, La Pointe courte (1954), representou, naquele tempo, como a própria Agnès reconheceria, a primeira manifestação de um fenómeno colectivo, de um movimento que, de qualquer forma, teria de aparecer. Uma década mais tarde, e depois de nos ter dados filmes icónicos como Cléo de 5 à 7 (1961), mudou-se, com Jacques Demy, o seu marido, para LA, e aí viveriam vários anos. Enquanto Paris começava a fervilhar com os acontecimentos do Maio de 68, do outro lado do Atlântico, Varda captava, em algumas das suas obras mais marcantes do seu “período americano” como Black Panthers (1968) e Lions Love (… and Lies) (1969), a cultura hippie e a agitação das lutas políticas.
 Já de novo em França, dar-nos-ia obras-primas como Sem Eira nem Beira (1985), Os Respigadores e a Respigadora (2000), ou As Praias de Agnès (2008).
Nesta operação conjunta entre a Leopardo Filmes e a Medeia Filmes, veremos a partir de 30 de Julho, e ao longo dos meses de Agosto e Setembro, no cinema Medeia Nimas, 36 filmes de Agnès Varda em novas cópias digitais restauradas: 20 longas-metragens (9 de ficção e 11 documentários), e 16 curtas, entre os seus grandes títulos e várias pérolas reencontradas.
Como diz Scorsese: “Têm (temos] de ver os filmes de Agnès Varda!”». Saiba mais.



sexta-feira, 17 de julho de 2026

MULHERES EM DESTAQUE | Ca­ça­dores de Algas e Ou­tros Contos, de Maria do Ro­sário Pe­dreira, foi a obra dis­tin­guida na edição deste ano do Grande Prémio de Conto Bran­quinho da Fon­seca.

 



SINOPSE

O primeiro livro de contos de Maria do Rosário Pedreira, galardoado com o Grande Prémio do Conto Branquinho da Fonseca da Associação Portuguesa de Escritores, 2026.

«O júri considera estar perante um singular volume de contos, constituído por narrativas com um poder e um fulgor sugestivos e comunicativos, conseguidos tanto pelo domínio literário assente em linguagens e redundâncias poéticas e num tom confessional, como pelo interesse sociocultural e mesmo simbólico proveniente da diversidade dos temas abordados, que em muitos casos surpreendem e inovam no atual panorama da ficção portuguesa». Da ata do júri. Saiba mais.


terça-feira, 14 de julho de 2026

ARTESANATO | «(...)Uma das últimas áreas a ver ser reconhecido o seu valor foi o artesanato (encarado socialmente e culturalmente como uma actividade menor). O artesanato português, e as matérias-primas a elas associadas, têm vindo a crescer na sua valorização, e surgem agora (os artesãos) como parceiros fundamentais, a colaborarem lado a lado com os designers.(...)»


Sam Baron x Maria. © Armando Jorge Mota Ribeiro
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LISBON BY DESIGN E LISBON DESIGN WEEK

CARLA CARBONE


29/06/2026


«(...) Pouco a pouco a divisão das áreas foi-se atenuando. E hoje encontramos frequentemente eventos de design onde comungam pacificamente, e proactivamente, o artesanato, as artes plásticas e o design. Uma das últimas áreas a ver ser reconhecido o seu valor foi o artesanato (encarado socialmente e culturalmente como uma actividade menor). O artesanato português, e as matérias-primas a elas associadas, têm vindo a crescer na sua valorização, e surgem agora (os artesãos) como parceiros fundamentais, a colaborarem lado a lado com os designers. O medo da perda de identidade material e da extinção de algumas técnicas tradicionais, levou a que os designers abraçassem a causa da conservação e preservação do artesanato. As potencialidades dos saberes ancestrais e diversidade dos materiais constituíram, também, um incentivo para a sua adopção e aplicação criativa na disciplina do design. Património, identidade, regionalidade, ecologia, passaram a ser referenciais nas escolhas projectuais dos designers.(...)». Leia aqui.