sexta-feira, 3 de abril de 2026

ASSÉDIO LABORAL NAS ARTES PERFORMATIVAS | e nas outras ?, pergunta-se ... | E QUEM FAZ O QUÊ PARA SE ACABAR COM O PROBLEMA? COMEÇANDO PELA DGARTES ...| DE MANEIRA PERMANENTE, CONTINUADA, SISTEMÁTICA

 

da primeira página do Público


A notícia a que se refere a imagem teve espaço em diferentes orgaos da Comunicação Social  - e só por isso, a nosso ver, o trabalho já tinha valido a pena. FALAR NO PROBLEMA é fundamental. Como se pode ver no site da DGARTES que financiou o Projeto o seu Diretor participou na apresentação dos Resultados:

Veja aqui

Dada a intervenção institucional no assunto, parecia-nos útil e até atendendo à designação «técnico-científica» que à partida se conhecesse quem tem ou devia ter atribuições e atividades na matéria, na esfera da ACADEMIA e do APARELHO ESTATAL. Em boa verdade, não percebemos qual é a «SEDE» da iniciativa. Mas dada o défice que nos habita nestas matérias que venham mais trabalhos, venham eles donde vierem. Contudo, institucionalmente «a coisa» não pode ser por impulso ... 


Disponível aqui

Estes trabalhos têm de ser permanentes, continuados, sistemáticos. Na DGARTES, como no Ministério da Cultura (em part time) os PLANO PARA A IGUALDADE serão a nosso ver espaço por excelência para intervir - veja o universo em que se insere  no site da CIG:

Veja aqui

Lembre-se, e já temos falado disso aqui no Em Cada Rosto Igualdade, aquando da elaboração da ESTRATÉGIA «Portugal Mais Igual» aproveitando-se a DISCUSSÃO PÚBLICA trabalhadores/as da DGARTES deram o seu contributo  que veio a ter acolhimento ainda que de maneira ampla, com a vantagem de ser campo aberto para se poder «fazer tudo».  Mas pelo que se vai vendo o que foi realizado? Afinal, o que existe? Esgota-se a financiar (e bem) estudo?  E a dar «ideias» ?
De facto, em particular chamou-nos a atenção o seguinte que se pode ler no jornal Público - trabalho a não perder - o destaque é nosso:



De lá estas passagens centradas no responsável da DGARTES:



Pois bem, talvez a DGARTES concentrar-se naquilo que estará em condições de fazer melhor que ninguém  e disso tem obrigação: trabalhar, dando ouvidos ao que se passa à volta, para a ALTERAÇÃO DO SISTEMA DE FINANCIAMENTO ÀS ARTES EM VIGOR - O «SISTEMA» ESTÁ ESGOTADO DE HÁ MUITO. De maneira a acabar com a PRECARIEDADE que domina o SETOR - que como se vê é combustível que ateia o «assédio». Em paralelo: dê seguimento ao que já foi feito na esfera da ESTRATÉGIA «Portugal MAIS IGUAL» - não comece do zero. Concentre-se no que deve fazer, deixando para segundo o que os «outros devem fazer». Sabendo-se que a «epidemia» só será ultrapassada «em rede», uns com os outros, a trabalhar com competência de maneira profissional. Se cada Organização alijar as suas responsabilidades.
A propósito, e porque isto anda tudo ligado, posts recentes: 


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Já agora, de outros, voltemos a este estudo:




«OS DOMINGOS»

 



«Ainara, uma brilhante e idealista jovem de 17 anos, tem de decidir que curso quer seguir. Porém, a adolescente sente-se cada vez mais próxima de Deus e pondera abraçar a vida de freira. A notícia surpreende toda a família, provocando uma ruptura e colocando todos à prova. Alauda Ruiz de Azúa usa as fracturas nesta família para conceber uma profunda reflexão sobre espiritualidade e as suas diferentes formas». Saiba mais.





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a propósito do filme
 no jornal Público



de lá: « (...) O filme nasceu de uma curiosidade pessoal sobre a vocação religiosa, nascida no tempo de faculdade, quando uma colega de Alauda abandonou os estudos para entrar para um convento. “Não sou crente, e ficou a intrigar-me o que pode levar uma pessoa a fazer um voto de clausura.”(...)».