segunda-feira, 30 de março de 2026
domingo, 29 de março de 2026
DISTINÇÕES | «Prémio Defesa Nacional e Igualdade»| E APROVEITAMOS PARA LEMBRAR AS DISTINÇÕES QUE JÁ EXISTIRAM NA CULTURA ...
sábado, 28 de março de 2026
sexta-feira, 27 de março de 2026
Exposição de conjunto de desenhos de Paula Rego centrados na representação do feminino e no universo autobiográfico foi inaugurada quinta-feira na galeria Jahn und Jahn, em Munique, Alemanha
quinta-feira, 26 de março de 2026
FILIPA FONSECA SILVA|«a mulher por detrás da parede»
terça-feira, 24 de março de 2026
«O júri não teve dúvidas e descreveu “Cão Sozinho” como “uma fábula visualmente deslumbrante e profundamente vibrante”, destacando a forma como o filme conduz o espectador da dor à possibilidade de reconexão com a alegria. A curta arrecadou ainda o prémio de Melhor Curta Portuguesa»
“Cão Sozinho”. Curta portuguesa vence Grande Prémio da Monstra com história real sobre solidão
O festival de animação Monstra decorreu entre 8 e 22 de março, em Lisboa. Texto de Pedro Castro. Leia na integra.
segunda-feira, 23 de março de 2026
Agate de Sousa, ela voa ...
domingo, 22 de março de 2026
«Florbela»
"Florbela": o álbum de homenagem a Florbela Espanca já saiu
São vários os artistas que se juntaram para homenagear a vida e obra de Florbela Espanca. O álbum foi lançado esta sexta-feira e conta com 14 temas que recriam 14 sonetos da poetisa, todos interpretados por diferentes artistas ou grupos musicais portugueses. Veja aqui.
Uma das interpretações
sábado, 21 de março de 2026
«EXPOSIÇÃO SOBRE MEMÓRIA DA RESISTÊNCIA INAUGURA EM PENICHE»
O projeto desafiou escolas de todo o país a participar na recolha, preservação e divulgação de histórias ligadas à Resistência e à luta pela Liberdade nos diferentes territórios. Os jovens participantes foram convidados a investigar e registar testemunhos e memórias de mulheres e homens que, durante o regime ditatorial, se destacaram na defesa da democracia e dos direitos humanos.
A exposição agora apresentada reúne os trabalhos resultantes desta primeira chamada de participação, dando a conhecer diferentes perspetivas e investigações realizadas pelos estudantes no âmbito do projeto». Daqui.
sexta-feira, 20 de março de 2026
«Nas palavras dela»
A infância de Alessandra, em Roma, é marcada pela lenda da mãe, Eleonora, mulher prodigiosa que sonhava ser uma pianista célebre, mas foi somente uma professora de piano infeliz por se ter casado com um homem sem interesse. Após a morte da mãe, Alessandra muda-se para uma casa de família longe da capital. Regressa a Roma quando deflagra a guerra. Conhece então Francesco, um antifascista com quem se casa, e descobre o frémito de colaborar na resistência clandestina. Sente-se, contudo, sempre invisível, e confessa: «Quem conhece estas páginas já sabe que ficar a uma janela sozinha e em silêncio é, desde a minha mais remota infância, uma das minhas condições de felicidade.»
Nas Palavras Dela escrutina impiedosamente o casamento, o mal-estar feminino, o jugo da domesticidade conservadora, o negrume da vida em guerra. Lembrando as vozes literárias de Morante, Ginzburg, Woolf ou Duras, encontramos aqui todo o esplendor da escrita refinada e do imaginário subversivo de Alba de Céspedes, uma das mais intrigantes escritoras do século XX». Saiba mais.
quinta-feira, 19 de março de 2026
OUTRA VEZ NO DIA DO PAI |«O meu pai é tão grande — mas tão grande, mesmo! — que, quando estica os braços e o olho de baixo, é crescido e crescido!»
É tão alto que parece nunca mais acabar!
Aos olhos deste menino, o seu pai é um verdadeiro gigante: forte e poderoso, ternurento e divertido, compreensivo e amigo…
É assim que Eduardo Sá nos revela a admiração e o amor que uma criança sente pelo seu pai e vice-versa. Uma relação mágica, divertida e comovente, ilustrada com a ousadia e a vivacidade de Paulo Galindro». Saiba mais.
quarta-feira, 18 de março de 2026
«O trabalho é o tema central da nona edição do festival de cinema Porto Femme, em abril, atravessando uma programação para “questionar estruturas de poder, desigualdades e invisibilidades que continuam a marcar a experiência das mulheres”».
Em parceria com a Cinemateca Portuguesa, o Porto Femme vai ter uma sessão de cine-concerto, com obras recentemente restauradas e “raramente exibidas”, como por exemplo, dois filmes de Bárbara Virgínia e ainda “Cascaes” (1937), de Amélia Borges Rodrigues, cineasta açoriana radicada no Brasil que terá produzido ou realizado cerca de 30 filmes sobre diferentes regiões de Portugal.
Estão ainda previstas oficinas e, na vertente profissional, os “Encontros de Bárbaras”, com pessoas programadoras e representantes de festivais nacionais e internacionais, assim como uma sessão de apresentação de projetos cinematográficos de mulheres e pessoas queer.
O Festival de Cinema Porto Femme vai decorrer de 20 a 26 de abril no Batalha – Centro de Cinema, Casa Comum, Maus Hábitos, Passos Manuel e Universidade Lusófona do Porto.(...)». Leia na integra.
segunda-feira, 16 de março de 2026
PELO TEATRO DA RAINHA |«Esta é uma peça sobre o abuso sexual, o machismo extremo, sobre a chamada violência doméstica, infelizmente tão comum entre nós»| E REVISITAMOS O QUE PODERIA O TEATRO EM «PLANOS DE IGUALDADE» INSTITUCIONALMENTE PREVISTOS
«Angus Cerini é australiano, talvez o grau de desconhecimento da sua dramaturgia rime com a distância. É, no entanto, um autor híper premiado, um dramaturgo inovador – palavra gasta que aqui vale -, isto é, não só mete o corpo no que escreve – é performer, faz dança – mas sobretudo é capaz de inventar toda uma comunidade local pela voz entretecida de uma surpreendente narrativa a três – escrita para três atrizes que dão corpo a uma família, duas filhas e uma mãe.
A Árvore que Sangra é a história de um parricídio. Mãe e filhas matam o pai. O caso é claro: reféns de um abusador alcoólatra capaz de todas as violências, mesmo violar uma das filhas, chegou o momento de o parar. O caso pode não espantar – não espantará, não será o desígnio da peça? – num mundo que mergulhou na violência genocida e na destruição total.
Genial nesta peça é além do tema – com a intensidade do “crime” da tragédia, das medeias, édipos, das clitemnestras – o modo de a pôr em cena contando uma história logo lendária para arquivar na memória vivificada de uma comunidade e logo do mundo, dada a condição especificamente humana do acontecimento e dos seus autores. Estamos diante de um teatro antropológico, diante da ideia de reunir uma comunidade num serão – como no teatro se faz – para testemunhar limites e excessos, para aprender que a desumanidade é própria dos humanos e só a memória nos pode redimir desses excessos, da sua repetição.
Deste modo, as três atrizes, cometido o crime, vão encenando entre elas as formas de o relatar – ou de o esconder da – à comunidade e vão dando corpo às figuras que vão surgindo, o carteiro que é polícia, a vizinha, o vizinho, etc. É na narrativa e, portanto, de modo estranhado na medida em que as três figuras femininas são todas as personagens, que assistimos ao surgir de uma cumplicidade pelo acto de libertação cometido pelas três mulheres. Fez-se justiça humana.
Esta é uma peça sobre o abuso sexual, o machismo extremo, sobre a chamada violência doméstica, infelizmente tão comum entre nós. Fernando Mora Ramos». Saiba mais
domingo, 15 de março de 2026
CADA VEZ MAIS «INVEJA BOA» DO QUE O MINISTÉRIO DA CULTURA DE FRANÇA NOS DÁ A CONHECER ONLINE NO ESPAÇO «ÉGALITÉ ET DIVERSITÉ»|agora «Trouble dans le patrimoine? Héritages LGBTQIA+ et narrations queer»
«Alors que les revendications sociales liées aux communautés LGBTQIA+ et à l’expression des droits culturels se sont amplifiées au cours des deux dernières décennies, de nombreux professionnels s’interrogent en effet aujourd’hui sur la manière d’ouvrir leur travail ou leurs pratiques à des récits et méthodes venant des contre-cultures ou du champ disciplinaire des études gays et lesbiennes (queer studies). La singularité de cette journée d’étude tenait au choix d’élargir la discussion aux différentes spécialités représentées par l’Institut national du patrimoine : musées, archives, archéologie, patrimoine scientifique, technique et naturel (PSTN), monuments historiques et inventaire. Elle visait à couvrir l’ensemble de la chaîne patrimoniale, de l’invention à la diffusion, en questionnant le devenir des récits et pratiques minoritaires passés par la patrimonialisation.
La visibilité accrue qu’entraîne cette dernière met à jour des tensions liées au partage de la parole par les acteurs institutionnels et non-institutionnels. Comment articuler la minorité et le collectif ? Qui a le droit ou le devoir de parler de quoi ? Comment, surtout, trouver des processus de travail respectant à la fois l’agentivité des communautés concernées, l’expertise et les missions des institutions publiques ? En confrontant des professionnels du patrimoine à des intervenants venus des mondes associatif et militant, la journée d’étude a permis de montrer l’importance d’un dialogue franc, progressif et pérenne pour faire travailler sur des projets culturels communs des personnes parfois partagées entre l’enthousiasme et la crainte de l’instrumentalisation.
L'événement a aussi eu pour objectif de faire le lien entre le travail scientifique des institutions et l’intégration des enjeux d’inclusion aux modes de fonctionnement internes, en soulignant la place centrale de la responsabilité sociale dans l’autorité morale des établissements patrimoniaux. Cette approche professionnelle, qui fait écho à la mission de formation de l’Institut national du patrimoine, a ainsi permis de sensibiliser les publics présents à la lutte contre les discriminations au travail, et aux attentes sociales fortes auxquelles sont aujourd’hui confrontées les institutions publiques.
La journée d’étude a notamment été soutenue par le ministère de la Culture, par le biais de la Mission égalité, diversité et prévention des discriminations et de la Délégation à l’inspection, à la recherche et à l’innovation. Ces deux dernières ont également permis la publication des actes. À l’issue de l'événement et à la demande du public, il est en effet apparu nécessaire de pérenniser les échanges tenus, et de proposer en accès libre les ressources présentées à cette occasion. Veja aqui. De lá, também:
sábado, 14 de março de 2026
«OLÁ, VASCO GRANJA!»
A exposição reúne um conjunto significativo do seu espólio pessoal, resultado de amizades e encontros com nomes maiores da animação como Norman McLaren, Dušan Vukotić, René Laloux, Richard Williams, Bruno Bozzetto, Raoul Servais, John Halas e Joy Batchelor, entre outros.
Uma homenagem a quem dedicou a vida a divulgar, com paixão e entusiasmo, a animação como uma das mais livres e inventivas formas de arte».
sexta-feira, 13 de março de 2026
«O Estrangeiro, esta semana nas salas de cinema portuguesas»
sinopse
* *
Romance estranho, desconcertante sob uma aparente singeleza estilística, em O Estrangeiro joga-se o destino de um homem perante o absurdo e questiona-se o sentido da existência. Publicado originalmente em 1942, este primeiro romance de Albert Camus foi traduzido em mais de quarenta línguas e adaptado para o cinema por Luchino Visconti em 1967, sendo indubitavelmente uma das obras-primas da literatura francesa do século XX. Esta edição foi revista de acordo com o texto fixado pelo autor. Saiba mais.
quarta-feira, 11 de março de 2026
«O NOME DAS MULHERES»|Cinco mulheres. Três gerações. Um romance inesquecível. Uma história de luta pela independência e pela liberdade feminina contra todas as convenções»
SINOPSE
Em pouco tempo, nascem o belo Fernando, depois Donato, que irá para o seminário, e finalmente Selma, com mãos delicadas como os bordados que fará. Simples e dócil, Selma deixa-se encantar por Santi Maraviglia, casando-se contra a vontade da mãe. Porém, quando este se torna legalmente o chefe da família, começam os problemas, e a herança que tinha sido cultivada com cuidado será deitada a perder.
E são as filhas de Selma e Santi que vão pagar pelos pecados dos pais: Patrizia, a mais combativa das três irmãs; Lavinia, de uma beleza fatal; e Marinella, a preferida do pai, uma adolescente dos anos de 1980 que sonha estudar no estrangeiro. Sobre todas elas vela o espírito do avô Sebastiano, que volta para visitar as três nos momentos mais difíceis.
O Nome das Mulheres é uma saga familiar de grande fôlego, que atravessa todo o século XX e nos leva numa viagem extraordinária, como se fôssemos embalados na corrente de um rio. Entre o riso e as lágrimas, descobrimos personagens memoráveis, nas quais revemos tanto do que sentimos e vivemos. Afinal, o que resta da herança de todas as mulheres que vieram antes de nós?
VENCEDOR DOS PRÉMIOS
Bancarella
John Fante
Io Donna
VENCEDOR DOS PRÉMIOS
Bancarella
John Fante
Io Donna
terça-feira, 10 de março de 2026
MUSEU DO PRADO | visibilidade ao legado das mulheres na arte e na cultura através de uma aplicação digital desenvolvida pela Universidade de Salamanca
segunda-feira, 9 de março de 2026
CONTINUANDO A PROLONGAR O «8MARÇO2026»| DOS OUTROS |«Femmes en Guerre» na iniciativa «Normandie, quand la culture célèbre les femmes»
«Normandie, quand la culture célèbre les femmes - À
l’occasion de la Journée internationale des droits des femmes et de la lutte
contre les violences faites aux femmes, la Normandie met les femmes au cœur de
sa vie culturelle»
ainda: «Le 8 mars 2026, théâtres, musées, cinémas, festivals : partout, les initiatives célèbrent la création féminine, questionnent les inégalités et sensibilisent le public aux violences sexistes. La DRAC Normandie accompagne un écosystème culturel inclusif et dynamique». Ou seja, A FORÇA DA CULTURA E DA ARTE PELAS IGUALDADES.
E O DIA 8 MARÇO 2026 PROLONGA-SE | «A comemoração do Dia Internacional da Mulher e a abertura da CSW70 ocorrerão neste ano no mesmo dia, em sequência, em 9 de março de 2026, na Assembleia Geral da ONU, a partir das 9h (horário do leste dos EUA, EST), com transmissão online»
Essa é uma das conclusões do novo relatório do Secretário-Geral das Nações Unidas, “Ensuring and Strengthening Access to Justice for All Women and Girls” (Garantir e fortalecer o acesso à justiça para todas as mulheres e meninas). O mesmo relatório revela que, em mais da metade dos países do mundo, 54%, o estupro ainda não é definido com base no consentimento, o que significa que uma mulher pode ser estuprada e a lei pode não reconhecer isso como crime. Em quase 3 de cada 4 países, uma menina ainda pode ser obrigada a se casar pela legislação nacional. E, em 44% dos países, a lei não determina remuneração igual para trabalho de igual valor, o que significa que mulheres ainda podem, legalmente, receber menos pelo mesmo trabalho.
“Quando mulheres e meninas são privadas de justiça, o dano vai muito além de qualquer caso individual. A confiança pública se erode, as instituições perdem legitimidade e o próprio Estado de Direito é enfraquecido. Um sistema de justiça que falha com metade da população não pode afirmar que sustenta a justiça”, afirmou a Diretora-Executiva da ONU Mulheres, Sima Bahous.
À medida que se intensifica a reação contrária a compromissos históricos com a igualdade de gênero, as violações dos direitos de mulheres e meninas estão acelerando, impulsionadas por uma cultura global de impunidade que se estende dos tribunais aos espaços online e aos conflitos. Leis estão sendo reescritas para restringir liberdades de mulheres e meninas, silenciar suas vozes e permitir abusos sem consequências. Com a tecnologia avançando mais rápido do que a regulação, mulheres e meninas enfrentam o aumento da violência digital em um cenário de impunidade, no qual autores raramente são responsabilizados. Em conflitos, o estupro continua sendo usado como arma de guerra, com os casos relatados de violência sexual aumentando 87% em apenas dois anos.
O relatório do Secretário-Geral da ONU também mostra que o progresso é possível: 87% dos países aprovaram legislação sobre violência doméstica, e mais de 40 países fortaleceram proteções constitucionais para mulheres e meninas na última década. Mas leis, por si só, não bastam. Normas sociais discriminatórias, como estigma, culpabilização da vítima, medo e pressão comunitária, continuam silenciando sobreviventes e bloqueando a justiça, permitindo que até as formas mais extremas de violência, incluindo o feminicídio, fiquem impunes. O acesso das mulheres à justiça também é dificultado por realidades do dia a dia, como custo, tempo, idioma e uma profunda falta de confiança nas instituições que deveriam protegê-las.
Neste Dia Internacional das Mulheres de 2026, sob o tema “Direitos. Justiça. Ação. Para TODAS as mulheres e meninas”, a ONU Mulheres conclama a uma ação urgente e decisiva: acabar com a impunidade, defender o Estado de Direito e garantir igualdade, na lei, na prática e em todas as esferas da vida, para todas as mulheres e meninas.
A 70ª Sessão da Comissão sobre a Situação da Mulher (CSW), o mais alto órgão intergovernamental das Nações Unidas que estabelece padrões globais para os direitos das mulheres e a igualdade de gênero, é uma oportunidade única em uma geração para reverter retrocessos nos direitos das mulheres e assegurar justiça. “Agora é o momento de se posicionar, estar presente e levantar a voz por direitos, por justiça e por ação, para que toda mulher e toda menina possa viver com segurança, falar com liberdade e viver em igualdade”, enfatizou a Diretora-Executiva da ONU Mulheres, Sima Bahous.
A comemoração do Dia Internacional da Mulher e a abertura da CSW70 ocorrerão neste ano no mesmo dia, em sequência, em 9 de março de 2026, na Assembleia Geral da ONU, a partir das 9h (horário do leste dos EUA, EST), com transmissão online.





































