segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026
«VÉNUS EM CHAMAS_e Deus instrumentalizou a mulher»
– e não estamos apenas a falar de roupa.
domingo, 15 de fevereiro de 2026
«LOOKING AT LIFE» - através de imagens e muitas serão icónicas da revista LIFE
ACONTECEU a 29 jan 2026 _ apresentação pública do projecto de um painel de azulejos de Graça Morais a ser instalado no jardim junto ao Forte de Caxias
«O Município de Oeiras vai recordar e homenagear os milhares de presos políticos da Prisão de Caxias até 25 de Abril de 1974 através de um painel de azulejos da autoria da artista Graça Morais. (...)». Leia na integra.
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sábado, 14 de fevereiro de 2026
«biografias do amor»
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026
«LIDERANÇA FEMININA PELA TRANSIÇÃO CLIMÁTICA JUSTA: RECOMENDAÇÕES PARA A COP30» | é o capitulo do Brasil da Women Leading On Climate (WLOC) |NESTE MOMENTO EM QUE NO NOSSO PAÍS - PORTUGAL - ESTAMOS A VIVER IMPACTOS DAS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS COM CHEIAS E VENTOS E COLAPSOS ... SEM FIM | POPULAÇÕES EM DESESPERO - SEM CHÃO NEM HABITAÇÃO NEM ...
«Together, we are transforming ambition into action for a sustainable and just future».
As recentes tempestades que afetaram, e que ainda afetam, Portugal, como a “Kristin”, devem ser enquadradas não como episódios excecionais ou fortuitos, mas como expressões consistentes de um clima em mudança. A intensificação da precipitação em curtos períodos de tempo, as inundações fluviais e costeiras, a maior severidade de ventos extremos, a maior frequência e severidade de ondas de calor, secas e incêndios e a crescente variabilidade climática inserem-se num padrão amplamente documentado pela comunidade científica para o Sul da Europa e, em particular, para Portugal. Neste contexto, os impactos observados no território nacional são consequência evidente da severidade dos fenómenos, amplificada pela interação entre uma perigosidade climática crescente e um conjunto de vulnerabilidades estruturais acumuladas ao longo de décadas.
Em Portugal, tal como noutros países europeus, tem-se assistido a um aumento cumulativo da exposição da população, das infraestruturas críticas e das atividades económicas aos extremos climáticos. Esta exposição interseta-se com fragilidades significativas ao nível do ordenamento do território, da resiliência infraestrutural, da organização institucional e da capacidade de antecipação e resposta ao risco. O resultado traduz-se em impactos económicos diretos e indiretos cada vez mais elevados, em perturbações no funcionamento de serviços essenciais e em riscos acrescidos para a saúde pública, particularmente entre os grupos socialmente mais vulneráveis. (...).
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026
«SONHOS DE INVERNO _ e Outros Contos»
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026
«Violência doméstica: o mais grave problema de segurança interna»
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026
«A Mulher e a Medicina»
«Levantem a mão se alguma vez viram os vossos sintomas totalmente ignorados por um médico!... Elinor Cleghorn mergulha na história de como o sistema médico falhou com as mulheres – desde a Grécia Antiga até aos problemas modernos, e de como as mulheres são muitas vezes vistas como fontes não fiáveis do que sentem nos próprios corpos.» Cosmopolitan
Em A Mulher e a Medicina, Elinor Cleghorn escreve uma história pioneira sobre a saúde das mulheres – desde o «útero errante» da Grécia Antiga à ascensão dos julgamentos de bruxas na Europa; do surgimento da histeria como diagnóstico amplo para distúrbios difíceis de identificar à evolução da compreensão sobre hormonas, menstruação, menopausa ou a endometriose – reunida numa obra abrangente e fascinante.
É um legado revoltante de sofrimento, mistificação e erros de diagnóstico que revela como a ciência, moldada por um mundo de homens, falhou em compreender e cuidar do corpo feminino. Repleto de estudos de caso e exemplos de mulheres que sofreram, desafiaram e reescreveram a ortodoxia médica, este livro faz um apelo urgente por uma medicina mais íntegra, que valorize os testemunhos e as experiências das mulheres, libertando-as de séculos de desinformação e negligência.
«A Mulher e a Medicina apresenta uma história de como a anatomia, a fisiologia e a psicologia femininas foram abordadas ao longo dos séculos. A mensagem é clara: oiçam as mulheres.» Science Magazine
«Este livro é um apelo à ação para qualquer mulher que sinta que os médicos não abordaram devidamente a sua doença ou dor.» The Washington Post
domingo, 8 de fevereiro de 2026
ANA TEIXEIRA |«À Flor da Pele»
Ana Teixeira
À flor da pele
«A Genealogia da Moral»
sábado, 7 de fevereiro de 2026
«To advance the Nordic co-operation in data gathering on LGBTI+ people related to health and wellbeing, the Finnish Institute for Health and Welfare (THL) organized a two-day seminar in Helsinki in October 2025»
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026
CARLA QUEVEDO | «João Canijo, realizador de cinema, foi sobretudo um realizador interessado em retratar mulheres, mostrando no cinema as suas vidas de sacrifício, de entrega sem exigir nada em troca. Santas ou vítimas são mulheres que não querem ver o pior dos homens que amam e que não se libertam dessa condição de lado B a que parecem condenadas»| A NOSSO VER UM RETRATO DE JOÃO CANIJO A DIVULGAR ...
Vidas Perfeitas
1957-2026 Realizador de “Sangue do meu Sangue”, “Fátima” e “Viver Mal/Mal Viver”, foi reconhecido e premiado, tendo sido galardoado com um Urso de Prata em Berlim
João Canijo, o cineasta do lado B português
A ideia de que Portugal tem um lado B foi introduzida pelo Presidente da República, nas cerimónias fúnebres do realizador João Canijo. À saída da Gare Marítima da Rocha Conde de Óbidos, Marcelo Rebelo de Sousa explicava que Canijo “olhava para o lado B de Portugal, para o lado B de todos nós portugueses, para o lado B dos emigrantes, dos imigrantes, dos que tinham uma vida menos feliz, mais complicada, mais lateral, para não dizer mais marginalizada”. A ideia dilui-se um pouco, mas não deixa de ser certeira.
João Canijo, realizador de cinema, foi sobretudo um realizador interessado em retratar mulheres, mostrando no cinema as suas vidas de sacrifício, de entrega sem exigir nada em troca. Santas ou vítimas são mulheres que não querem ver o pior dos homens que amam e que não se libertam dessa condição de lado B a que parecem condenadas. João Canijo morreu a 30 de janeiro, em Vila Viçosa, em casa, de ataque cardíaco.
João Altavilla Canijo nasceu a 10 de dezembro de 1957, no Porto. Estudou História na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, um curso que abandonou dois anos depois do início. Era o cinema que o interessava, e por aí seguiu como se fosse uma inevitabilidade. Foi assistente de realização de Manoel de Oliveira, Wim Wenders, e outros até que em 1988 se estreia com a longa-metragem “Três Menos Eu”, com argumento escrito a meias com Paulo Tunhas e com Rita Blanco como protagonista.
Na década de 90 realiza “Filha da Mãe”, de 1991, também com Rita Blanco, atriz que acompanha quase toda a vida de João Canijo, participando da maioria dos seus filmes. Mais do que ter atores ou atrizes fetiche, João Canijo escolhe sempre as mesmas atrizes e atores, mas não por serem atrizes ou atores com personagens previamente pensadas e delineadas num argumento escrito. “Ganhar a Vida”, de 2001, foi rodado em quatro semanas e meia, depois de Rita Blanco viver um mês num bairro nos arredores de Paris. Esta espécie de experiência imersiva interessa a Canijo, para que os atores se possam adaptar a uma situação, a um contexto, quase sofrendo um efeito de contágio, como refere numa entrevista a Filipe Roque do Vale.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026
COMBATE À POBREZA | PRIMEIRA ESTRATÉGIA DA UE |«O documento define a pobreza como uma violação da dignidade humana e um obstáculo ao pleno exercício dos direitos humanos. Propõe como objectivo central a erradicação da pobreza na UE até 2035, sublinhando que esta meta deve estar integrada em todas as políticas sectoriais relevantes»| O DEPUTADO PORTUGUÊS JOÃO OLIVEIRA É O RELATOR
A CAMINHO DO DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES 2026| LEMA UN WOMEN | « Dia Internacional das Mulheres 2026: Direitos. Justiça. Ação. Para TODAS as mulheres e meninas»
Em 8 de março de 2026, una-se a mulheres e meninas em todo o mundo para exigir direitos iguais e justiça igual, para garantir, exercer e desfrutar plenamente desses direitos.
Ao iniciarmos o segundo quarto do século XXI, nenhum país fechou as lacunas legais entre homens e mulheres. Neste momento, em 2026, as mulheres possuem apenas 64 por cento dos direitos legais que os homens detêm no mundo. Em áreas fundamentais da vida, incluindo trabalho, renda, segurança, família, propriedade, mobilidade, negócios e aposentadoria, a lei sistematicamente coloca as mulheres em desvantagem. De normas sociais prejudiciais a legislações discriminatórias, mulheres e meninas continuam enfrentando obstáculos profundamente enraizados, e até retrocessos, no caminho para a justiça igualitária. Se o progresso seguir no ritmo atual, serão necessários 286 anos para eliminar as lacunas de proteção legal. Isso não é um prazo. É rendição.
Sem sistemas de justiça que funcionem para as mulheres, direitos tornam-se uma promessa que nunca se concretiza.
O Dia Internacional das Mulheres 2026, sob o tema “Direitos. Justiça. Ação. Para TODAS as mulheres e meninas”, marca um momento para amplificar nossa determinação coletiva. Independentemente de quão enraizado esteja o sexismo ou de quão desafiador seja o cenário político, nos recusamos a recuar ou abandonar nosso mandato. Em vez disso, avançamos juntas, pelos direitos e pelo empoderamento de todas as mulheres e meninas.
Neste ano, o chamado do Dia Internacional das Mulheres é pela ação para desmontar as barreiras estruturais à justiça igualitária, incluindo leis discriminatórias, proteções legais frágeis, práticas nocivas e normas sociais que corroem os direitos de mulheres e meninas.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2026
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026
CYNTIA CRUZ | «Melancolia de Classe»
Ainda há classes sociais, evidentemente; com todos os efeitos que isso tem em termos culturais e no âmbito da saúde mental. O que significa hoje fazer parte da classe trabalhadora num mundo de classe média? É ser um fantasma».
Em “Melancolia de Classe”, decidiu explorá-lo a partir da sua experiência e da obra de artistas como Mark Linkous, Jason Molina e Amy Winehouse, ou da menos conhecida Barbara Loden, que foi mulher do realizador Elia Kazan. A certa altura, Loden empreendeu um filme sobre as lutas de uma personagem feminina. Não foi fácil. “Loden demorou sete anos a começar a filmar ‘Wanda’ devido à falta de financiamento e de contactos sociais, bem como à sua falta de confiança. Essa falta de confiança era o resultado de uma vida inteira a dizerem-lhe, explícita ou implicitamente, que era burra e não tinha importância”, escreve Cruz.
“A vergonha que resulta desta interiorização é depois vista por quem não pertence à classe trabalhadora como prova de mau caráter.” Ou seja, há uma ocultação que reflete o desaparecimento das classes sociais como tema do discurso político, nesta época neoliberal em que todos somos supostos pertencer à classe média. Uma ilusão conveniente».


























