segunda-feira, 9 de março de 2026

GOSTAR DE FUTEBOL NÃO TEM GÉNERO

 



*
*   *
O relatório referido na entrevista

CONTINUANDO A PROLONGAR O «8MARÇO2026»| DOS OUTROS |«Femmes en Guerre» na iniciativa «Normandie, quand la culture célèbre les femmes»

 



«En 2026, le Mémorial de Falaise propose une nouvelle exposition temporaire consacrée au rôle des femmes durant la Seconde Guerre mondiale. De l’effort de production à la Résistance, en passant par la survie quotidienne face aux pénuries et à la répression, elle met en lumière des parcours féminins essentiels, longtemps restés dans l’ombre».
*
*   *
antes veja 

«Normandie, quand la culture célèbre les femmes - À l’occasion de la Journée internationale des droits des femmes et de la lutte contre les violences faites aux femmes, la Normandie met les femmes au cœur de sa vie culturelle»

Aquide lá:
Zinnia, 2010, Valérie Belin, exposition aux Franciscaines de Deauville du 24 janvier au 28 juin 2026

ainda: «Le 8 mars 2026, théâtres, musées, cinémas, festivals : partout, les initiatives célèbrent la création féminine, questionnent les inégalités et sensibilisent le public aux violences sexistes. La DRAC Normandie accompagne un écosystème culturel inclusif et dynamique». Ou seja, A FORÇA DA CULTURA E DA ARTE PELAS IGUALDADES.



E O DIA 8 MARÇO 2026 PROLONGA-SE | «A comemoração do Dia Internacional da Mulher e a abertura da CSW70 ocorrerão neste ano no mesmo dia, em sequência, em 9 de março de 2026, na Assembleia Geral da ONU, a partir das 9h (horário do leste dos EUA, EST), com transmissão online»

 



da ONU Mulheres _ Brasil: 
«Em 8 de março de 2026, Dia Internacional das Mulheres, a ONU Mulheres emite um alerta global: os sistemas de justiça que deveriam garantir direitos e sustentar o Estado de Direito estão falhando com mulheres e meninas em todos os lugares. No mundo, as mulheres detêm apenas 64% dos direitos legais dos homens, o que as expõe à discriminação, à violência e à exclusão em todas as etapas da vida.
Essa é uma das conclusões do novo relatório do Secretário-Geral das Nações Unidas, “Ensuring and Strengthening Access to Justice for All Women and Girls” (Garantir e fortalecer o acesso à justiça para todas as mulheres e meninas). O mesmo relatório revela que, em mais da metade dos países do mundo, 54%, o estupro ainda não é definido com base no consentimento, o que significa que uma mulher pode ser estuprada e a lei pode não reconhecer isso como crime. Em quase 3 de cada 4 países, uma menina ainda pode ser obrigada a se casar pela legislação nacional. E, em 44% dos países, a lei não determina remuneração igual para trabalho de igual valor, o que significa que mulheres ainda podem, legalmente, receber menos pelo mesmo trabalho.
“Quando mulheres e meninas são privadas de justiça, o dano vai muito além de qualquer caso individual. A confiança pública se erode, as instituições perdem legitimidade e o próprio Estado de Direito é enfraquecido. Um sistema de justiça que falha com metade da população não pode afirmar que sustenta a justiça”, afirmou a Diretora-Executiva da ONU Mulheres, Sima Bahous.
À medida que se intensifica a reação contrária a compromissos históricos com a igualdade de gênero, as violações dos direitos de mulheres e meninas estão acelerando, impulsionadas por uma cultura global de impunidade que se estende dos tribunais aos espaços online e aos conflitos. Leis estão sendo reescritas para restringir liberdades de mulheres e meninas, silenciar suas vozes e permitir abusos sem consequências. Com a tecnologia avançando mais rápido do que a regulação, mulheres e meninas enfrentam o aumento da violência digital em um cenário de impunidade, no qual autores raramente são responsabilizados. Em conflitos, o estupro continua sendo usado como arma de guerra, com os casos relatados de violência sexual aumentando 87% em apenas dois anos.
O relatório do Secretário-Geral da ONU também mostra que o progresso é possível: 87% dos países aprovaram legislação sobre violência doméstica, e mais de 40 países fortaleceram proteções constitucionais para mulheres e meninas na última década. Mas leis, por si só, não bastam. Normas sociais discriminatórias, como estigma, culpabilização da vítima, medo e pressão comunitária, continuam silenciando sobreviventes e bloqueando a justiça, permitindo que até as formas mais extremas de violência, incluindo o feminicídio, fiquem impunes. O acesso das mulheres à justiça também é dificultado por realidades do dia a dia, como custo, tempo, idioma e uma profunda falta de confiança nas instituições que deveriam protegê-las.
Neste Dia Internacional das Mulheres de 2026, sob o tema “Direitos. Justiça. Ação. Para TODAS as mulheres e meninas”, a ONU Mulheres conclama a uma ação urgente e decisiva: acabar com a impunidade, defender o Estado de Direito e garantir igualdade, na lei, na prática e em todas as esferas da vida, para todas as mulheres e meninas.
A 70ª Sessão da Comissão sobre a Situação da Mulher (CSW), o mais alto órgão intergovernamental das Nações Unidas que estabelece padrões globais para os direitos das mulheres e a igualdade de gênero, é uma oportunidade única em uma geração para reverter retrocessos nos direitos das mulheres e assegurar justiça. “Agora é o momento de se posicionar, estar presente e levantar a voz por direitos, por justiça e por ação, para que toda mulher e toda menina possa viver com segurança, falar com liberdade e viver em igualdade”, enfatizou a Diretora-Executiva da ONU Mulheres, Sima Bahous.
A comemoração do Dia Internacional da Mulher e a abertura da CSW70 ocorrerão neste ano no mesmo dia, em sequência, em 9 de março de 2026, na Assembleia Geral da ONU, a partir das 9h (horário do leste dos EUA, EST), com transmissão online.
*
*   *


quinta-feira, 5 de março de 2026

«A MINHA CASA»

 







excerto:
«A minha casa: PÚBLICO celebra 36 anos com foco no drama da habitação
Chama-se Eduardo Souto de Moura, é um dos mais destacados arquitectos da escola do Porto, venceu o Pritzker de 2011 – uma espécie de Nobel da arquitectura – e vai será hoje o director por um dia do PÚBLICO. Na justificação que deu para ter aceitado o desafio do jornal, Eduardo Souto de Moura enalteceu a importância do tema escolhido para a edição especial de aniversário – a habitação, sem dúvida um dos maiores problemas com que a sociedade portuguesa, em especial os jovens, se debate. Mas no som que escutámos com essa justificação, o arquitecto, de 73 anos, afirma também que o desafio do PÚBLICO lhe concede a oportunidade de aprender. Uma lição de vida, portanto. (...)». Continue.


terça-feira, 3 de março de 2026

FESTIVAL MULHERES EM MARCHA |«Mulheres em Marcha nasce no Seixal, na Margem Sul, e afirma-se como o primeiro festival de artes performativas de cariz feminista neste território. Não como rótulo, mas como campo de trabalho onde a criação artística se cruza com o pensamento crítico e com o contexto em que emerge, em diálogo com as pessoas que o habitam. Pensamo-lo com periodicidade bienal, porque acreditamos no tempo longo, na insistência e na possibilidade de regresso transformado.» |7 A 20 MARÇO | ENTRADA GRATUITA




«Ano Zero. É assim que começa o Festival Mulheres em Marcha. Um começo consciente e necessário. Não porque nada tenha existido antes, mas porque sentimos que urge marcar um ponto de partida claro num tempo em que a misoginia, não sendo nova, cresce, normaliza-se e ganha espaço na sociedade portuguesa. 
Nasce da atenção ao mundo que nos rodeia, da escuta das mulheres, da percepção de retrocessos inquietantes e da convicção de que a arte continua a ser um espaço fundamental de resistência, pensamento e transformação. 
Mulheres em Marcha nasce no Seixal, na Margem Sul, e afirma-se como o primeiro festival de artes performativas de cariz feminista neste território. Não como rótulo, mas como campo de trabalho onde a criação artística se cruza com o pensamento crítico e com o contexto em que emerge, em diálogo com as pessoas que o habitam. Pensamo-lo com periodicidade bienal, porque acreditamos no tempo longo, na insistência e na possibilidade de regresso transformado.
 Neste Ano Zero escolhemos colocar a escola pública no centro, entendida como lugar concreto de encontro, imaginação e futuro. 
O Festival Mulheres em Marcha acontece com o apoio da Câmara Municipal do Seixal e a parceria dos Estúdios Victor Córdon. Um reconhecimento da importância de criar espaço para práticas artísticas que interrogam o presente e ousam imaginar futuros mais justos.
Este é o Ano Zero. Um gesto inaugural. Um passo em frente. Um festival que caminha porque estar em marcha é, antes de tudo, uma condição. As mulheres estão e continuarão em marcha!».



Veja no site


«O estudo mostra que, embora Portugal esteja à frente, a igualdade plena está longe de ser alcançada. “Não chegamos à paridade. Continuamos perante uma disparidade de género muito acentuada”»

 



Sobre o Relatório no semanário Expresso,
 de André Manuel Correia: «Portugal é o país europeu com mais mulheres inventoras». Se tiver acesso é aqui. De lá:

«(...) Parte desta liderança portuguesa pode ser explicada pelos setores em que a participação feminina é mais significativa. Cristina Lopes Margarido sublinha áreas como indústria farmacêutica, biotecnologia, química e ciências da vida: “Há uma grande participação das mulheres nessas áreas. Isso explica até certo ponto o desempenho de Portugal, porque temos mais atividade inventiva precisamente nesses sectores”.

O estudo mostra que, embora Portugal esteja à frente, a igualdade plena está longe de ser alcançada. “Não chegamos à paridade. Continuamos perante uma disparidade de género muito acentuada”, observa a especialista, frisando que a diferença entre homens e mulheres no patenteamento ainda é significativa.

“À medida que a carreira evolui, notamos a falta de mulheres nas hierarquias e nas posições de liderança”, nota Cristina Lopes Margarido. E apesar de uma forte presença feminina ao nível do doutoramento, as mulheres continuam sub-representadas entre os doutorados com atividade de patenteamento, mostrando que a distinção entre ciência académica e inovação patenteada é nítida. “O potencial inventivo das mulheres é comparável ao dos homens nas publicações científicas. Aí, praticamente não há diferença de género”, explica. Todavia, a desigualdade torna-se mais evidente quando a investigação é transformada em patente ou produto inovador.

Apesar do crescimento da participação feminina nas equipas de investigação, as mulheres continuam a surgir com muito menor frequência como inventoras únicas nos pedidos de patente europeia. O dado sugere que a desigualdade não está apenas na presença, mas também no reconhecimento formal da autoria inventiva.(...)».




«Los Goya de las mujeres»

 


segunda-feira, 2 de março de 2026

EXPOSIÇÃO | «A Prova do Tempo» de Ana Paganini & Inês Gonçalves | NA LUMINA GALERIA | ATÉ 28 MARÇO 2026


«O título desta exposição de Ana Paganini e Inês Gonçalves, A Prova do Tempo, remete para aquilo que é uma das principais características da fotografia: cada imagem capta o agora, quando, em todas as ocasiões, aquilo que é fotografado sucede a um momento passado, que foi aquele que primeiro prendeu o olhar. A fotografia vive nestes dois tempos. Como poderão ver nas quatro séries que integram esta exposição de Ana Paganini e Inês Gonçalves, as duas fotógrafas fazem ver aquilo em que muitas vezes não se repara. “Não tenho uma filosofia, tenho uma câmara”, afirmava Saul Leiter, o grande fotógrafo norte-americano. Esta é uma frase que sintetiza aquilo que muitos fotógrafos têm dito: a máquina é apenas uma ferramenta do olhar, que fixa um momento. Na realidade, fotografar é reinterpretar aquilo que se vê.

As duas fotógrafas abordaram os mesmos temas: o mundo dos touros e das touradas e o ritual das procissões religiosas. Como podem ver nesta exposição da Lumina, fazem-no de forma diferente, cada uma com um olhar muito próprio. Inês Gonçalves fez estas fotografias ao longo dos anos 90 e Ana Paganini fotografou duas décadas depois, de 2018 para cá. Também esta diferença de tempos se relaciona com o próprio título da exposição, mostrando como, mesmo num significativo desfasamento temporal, há muitos pontos comuns. A este propósito gosto particularmente de uma ideia descrita por Susan Sontag: “a fotografia é testemunho”.

No mundo dos touros, Inês Gonçalves mostra em Toureiros sobretudo o que se passa antes da tourada, enquanto em Toiros de Morte Ana Paganini fixou o que se passa na corrida, dentro da praça de touros. São dois momentos do mesmo mundo e o segundo não vive sem o primeiro. Para além do contraste entre as imagens, as de Inês Gonçalves, predominantemente a preto e branco (na altura foram publicadas na revista Kapa), e as de Ana Paganini, predominantemente a cor, quase tudo poderia ter sido fotografado na mesma época, evidenciando o peso do tempo como guardião das tradições. Nas séries dedicadas às procissões existe também esta afinidade, que se sente na forma como a solenidade do ritual é vivida. Inês Gonçalves, que deu o nome Portugal a este trabalho, fotografou nos Açores, e a maior parte destas suas imagens são inéditas. Ana Paganini fotografou no Norte do país e, também, numa procissão realizada na Praia das Maçãs, registando aí um invulgar cenário de devoção. Esta sua série tem o título genérico Jesus’ Blood Never Failed On Me Yet e uma das fotografias ganhou um prémio e foi exposta na National Portrait Gallery, de Londres. Ana Paganini e Inês Gonçalves trabalharam, com duas décadas de diferença, temas semelhantes. Cada uma no seu tempo.

A Prova do Tempo é um nome particularmente adequado – as fotografias de Inês Gonçalves testemunham uma época e resistiram bem às quase três décadas que levam; e as fotografias de Ana Paganini levam-nos a compreender o que mudou para permitir a permanência das tradições. As duas fotógrafas acabam assim por, em tempos diferentes, estabelecer um diálogo entre o que observaram e retiveram. Afinal, o que é o tempo, senão a semente da memória? Miguel Esteves Cardoso tem, sobre o passar do tempo, uma frase que podia ser a legenda desta exposição: “Tudo é passado nas nossas vidas. O presente é apenas um poleiro com rodas, que o vento vai empurrando cada vez para mais longe.”

Manuel Falcão, Janeiro de 2026 - Saiba mais


*

*   *
Veja também


«AS MULHERES FAZEDORAS DA DEMOCRACIA» | 7 mar 2026 | 15:00 | BIBLIOTECA DE BELÉM | LISBOA

 





domingo, 1 de março de 2026

PARA RECORDAR E DAR A CONHECER ÀS CRIANÇAS DE AGORA | «FAZER UMA CANÇÃO» COM O MÚSICO ALEX D´ALVA TEIXEIRA | e «José Barata Moura foi filósofo, professor catedrático da Faculdade de Letras e reitor da Universidade de Lisboa. E, ao mesmo tempo, foi cantor e compositor, conhecido pelas músicas de intervenção e pelas canções infantis, que se tornaram verdadeiros clássicos, atravessando gerações até aos dias de hoje. Haverá alguém que não saiba cantar Olha a bola, Manel e Joana, come a papa? Haverá alguém que consiga resistir ao maravilhoso mundo do Fungagá da bicharada?» | NO TEATRO MUNICIPAL JOAQUIM BENITE | 7 E 8 MARÇO 2026 | ALMADA

 


J

osé Barata Moura foi filósofo, professor catedrático da Faculdade de Letras e reitor da Universidade de Lisboa. E, ao mesmo tempo, foi cantor e compositor, conhecido pelas músicas de intervenção e pelas canções infantis, que se tornaram verdadeiros clássicos, atravessando gerações até aos dias de hoje. Haverá alguém que não saiba cantar Olha a bola, Manel e Joana, come a papa? Haverá alguém que consiga resistir ao maravilhoso mundo do Fungagá da bicharada? Estreado em 2021 no Festival Filo-Sofia, o espectáculo FAZER UMA CANÇÃO é uma homenagem a José Barata Moura. Sozinho em palco está o músico Alex D’Alva Teixeira, que vai falando sobre si ao mesmo tempo que recorda a vida e a obra de Moura e reinterpreta à sua maneira as canções que todos conhecemos. Há baile-funk e reggaeton neste espectáculo, que, dizem os criadores, é como uma aula sobre música, filosofia, política e amor. Saiba mais.

_____________________________

Nascido em Luanda, Angola, em 1990, com raízes brasileiras e africanas, ALEX D’ALVA TEIXEIRA cresceu em Portugal rodeado por diferentes referências musicais. É DJ, compositor e intérprete, vocalista do trio pop D’Alva, co-criador do projecto de rock experimental AlgumaCena, e até já participou no Festival da Canção, quer como compositor e letrista, quer como jurado.

PROMETE!




sábado, 28 de fevereiro de 2026

«ONU MULHERES» | hoje apenas para lembrar que a Organização existe | E O SITE É CONVIDATIVO MAS NA GENERALIDADE NÃO É EM PORTUGUÈS. POR ISSO MUITAS VEZES «VAMOS AO BRASIL» - PElA INTERNET




«Women’s rights mean nothing if we cannot defend them.

International Women’s Day 2026 comes at a time when justice systems are under strain. Conflict, repression, and political tensions are weakening the rule of law.  The result – women and girls have just 64 per cent of the legal rights of men.  Women are turned away, not believed, revictimized, or priced out of legal support. Equality never arrives». Veja aqui.

*
*   *
«Recorremos ao Brasil» para  post recente: 

A CAMINHO DO DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES 2026| LEMA UN WOMEN | « Dia Internacional das Mulheres 2026: Direitos. Justiça. Ação. Para TODAS as mulheres e meninas»

 *

*   *





sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

«POTNIA THERON»| de Hélia Correia _ com encenação de Maria Joao Luís _ pelo Teatro da Terra |27 FEVEREIRO A 7 MARÇO | NO AUDITÓRIO MUNICIPAL DO FÓRUM CULTURAL DO SEIXAL



«POTNIA THERON do grego antigo “Senhora dos animais” é um epíteto e um motivo artístico milenar que descreve a divindade feminina com domínio absoluto sobre a natureza selvagem. O termo aparece pela primeira vez na Ilíada de Homero, para descrever a deusa Ártemis, sendo, no entanto, um conceito muito mais antigo, com raízes em divindades femininas da Idade do Bronze e até do Neolítico.
Hélia Correia escritora consagrada, escreve de um rasgo, este poema épico inédito, a partir da antiguidade clássica, para o espectáculo que Maria João Luís encena como uma opereta não convencional, abordando e reflectindo sobre as relações de forças entre os géneros masculino e feminino».

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

O «8 MARÇO 2026» ORGANIZADO PELO MDM - MOVIMENTO DEMOCRÁTICO DE MULHERES | o lema - «Vida com dignidade. Direitos com igualdade».

 



Em Portugal o MDM-MOVIMENTO DEMOCRÁTICO DE MULHERES é uma referência. «A» referência para muitos e muitas. E aqui está em 2026 a assinalar como é sua prática o 8 DE MARÇO - o DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES. Pelo País. Com a MANIFESTAÇÃO NACIONAL EM LISBOA. Vem de longe o MDM: 
«É uma associação de mulheres, fundada em 1968. É um movimento de opinião e de intervenção que valoriza o legado histórico dos movimentos de mulheres que lutaram contra a opressão e as desigualdades».

Para este 2026 o que nos desafia:


*
*   *

«(...) Neste sentido, convoca mulheres de todas as idades, profissões e realidades para afirmar que «não aceitam ficar para trás, que não aceitam que os seus direitos sejam adiados, relativizados ou rasgados».

Além de Lisboa (14h30, Praça dos Restauradores), Porto (14h30, Praça da Batalha) e Coimbra (14h30, Ponte de Santa Clara), a manifestação nacional de mulheres sai à rua em cidades de Norte a Sul, como Aveiro (14h30, Avenida Dr. Lourenço Peixinho), Beja (14h, Largo de Santo Amaro), Bragança (15h, Praça da Sé), Faro (15h, Rotunda do Km 738), Portalegre (10h30, Praça da República), Torres Novas (14h30, Jardim Parque da Liberdade), Viana do Castelo (14h, Porta Mexia Galvão), Vila Real (15h, Praça Luís de Camões) e Viseu (14h30, Largo de Santa Catarina). (...)».

daqui:


«CFW - CONFERENCE FOR WOMEN»

 




Não é a primeira vez que trazemos a CONFERENCE FOR WOMEN  para o  Em Cada Rosto Igualdade. Assinalando a sua próxima iniciativa - 4 março - aqui estamos novamente a fazê-lo. Destacamos na identidade a cobertura nacional e a capacidade organizativa. Digamos, é uma organização «em grande»!,  com que se pode aprender ... E basta olhar para a maneira como estão na internet. Como reajustam a imagem e grafismo consoante o suporte utilizado. E há uma «sede» de onde tudo parte - tipo «casa» - o SITE. Ou seja, não se esgotam nas «redes sociais» mas que sabem utilizar como ninguém. E contactam com o mundo de maneira personalizada por e-mail a quem o solicitar, de forma cuidada e regular ... Somos com isso beneficiada.


segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

«O Retrato de Casamento»

 



SINOPSE
A autora de Hamnet visita agora a Itália renascentista para nos dar um inesquecível retrato ficcional da jovem duquesa Lucrezia de’ Medici, cuja vida decorre numa corte turbulenta. Estamos na Florença de 1560 e Lucrezia, a terceira filha do grão-duque, sente-se confortável com o lugar obscuro que ocupa no palácio, entregue às suas ocupações artísticas. Mas, quando a sua irmã mais velha morre na véspera do casamento com o soberano de Ferrara, Modena e Reggio, Lucrezia é inesperadamente lançada na ribalta política.
O duque de Ferrara não perde tempo para a pedir em casamento e o seu pai é rápido a conceder autorização. Mal saída da infância, Lucrezia entra numa corte que lhe é estranha, com costumes que lhe são desconhecidos e onde a sua chegada não é bem recebida por todos. Começa por não perceber se o seu marido Alfonso é o esteta sofisticado, amigo de artistas e músicos, que aparentava ser antes do casamento ou um político impiedoso que as próprias irmãs receiam. Enquanto posa para uma pintura que lhe promete que a sua imagem perdurará nos séculos seguintes, vai-se tornando evidente que a sua principal obrigação é gerar um herdeiro que garanta o futuro da dinastia de Ferrara. Saiba mais. .