e no blogue de Alexandre Pomar
segunda-feira, 14 de setembro de 2026
VOLTEMOS A ALICE NEEL
e no blogue de Alexandre Pomar
domingo, 13 de setembro de 2026
PREC |«Cenografia no feminino _ para lá da invisibilidade»
sábado, 12 de setembro de 2026
sexta-feira, 11 de setembro de 2026
«Despacho n.º 11130/2026 _ Cria o Grupo de Trabalho para a prevenção e combate às práticas nocivas, designadamente casamentos infantis precoces e forçados, mutilação genital feminina e crimes de honra»
Como se pode dispensar a FORÇA DA CULTURA E DA ARTE na luta contra os problemas aqui em causa? Ilustremos: uma digressão pelo PAÍS da Oferta Cultural que existe em que se abordam as situações subjacentes ao «Despacho» seria capaz de fazer «milagres». Ah, claro que todas estas iniciativas não cumprem se forem casuísticas - têm de ser permanentes, continuadas, sistemáticas. «Vem nos livros» de Gestão Pública, e é confirmado no terreno.
quinta-feira, 10 de setembro de 2026
MULHERES EM DESTAQUE | «Patrícia Portela vence Grande Prémio de Romance e Novela 2025, com o livro “Manual para andar espantada por existir”»|LIVRO «PARA QUEM AINDA OUSA EXISTIR DE OLHOS ABERTOS E CORAÇÃO INQUIETO»
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terça-feira, 8 de setembro de 2026
segunda-feira, 7 de setembro de 2026
LEV TOLSTÓI |«A Sonata de Kreutzer»
«(...)
domingo, 6 de setembro de 2026
«Novo projeto museográfico do Palácio Nacional de Sintra recupera uma dimensão pouco conhecida da história portuguesa: durante séculos, as rainhas foram senhoras de Sintra, administraram o território, receberam rendimentos, celebraram contratos e exerceram justiça»
«“Palácio das Rainhas” revela o poder das mulheres que governaram Sintra durante séculos
sábado, 5 de setembro de 2026
TAMBÉM NO IMOBILIÁRIO E NA CONSTRUÇÃO | «As mulheres estão cada vez mais presentes no imobiliário e na construção, mas quantidade não é sinónimo de participação. Numa altura em que a diversidade ganha espaço na agenda, o desafio passa agora por garantir-lhes uma voz mais ativa, sobretudo nos lugares de decisão»
sexta-feira, 4 de setembro de 2026
GLORIA STEINEM | “Ser feminista significa ver o mundo inteiro em vez de metade”, disse, citada pela Associated Press. “[Ser feminista] não devia precisar de um nome, e um dia não precisará.”
quinta-feira, 3 de setembro de 2026
quarta-feira, 2 de setembro de 2026
segunda-feira, 31 de agosto de 2026
FILIPA LOWNDES VICENTE |«A Arte Sem História _ Mulheres e cultura artística (séculos XVI-XX)»
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Filipa Lowndes Vicente
domingo, 30 de agosto de 2026
ANA LUA CAIANO | uma jovem «antiga» que dá gosto ouvir e ler | «em novembro, chega “Devagar que a Vida é Curta”, novo capítulo de uma viagem muito personalizada pela música tradicional portuguesa, onde adufes, percussão e gaitas de foles têm tanto espaço como a eletrónica.»
Sim, acaba por ser. Tenho muitos amigos que têm trabalhos das 9h às 17h, e vou observando. Mas, apesar de eu não ter um trabalho comum, às vezes existe o problema de o trabalho se confundir com o lazer. Às vezes, não consigo parar: estou à meia-noite a fazer coisas, porque gosto de as fazer. E também sinto essa necessidade de encontrar o descanso — mesmo quando se gosta de fazer o que se faz, também é importante parar, até porque muitas vezes a música surge de silêncio e espaços vazios. Quando estou sempre a trabalhar, sem descansar, isso também não é produtivo para a música.
Mia Couto escreveu: “A fadiga que sentimos não é tanto do trabalho acumulado, mas de um quotidiano feito de rotina e de vazio. O que mais cansa não é trabalhar muito. O que mais cansa é viver pouco. O que realmente cansa é viver sem sonhos.” É esse o espírito desta canção?
Vem ao encontro disso, sim. Se tivermos um trabalho das 9h às 17h, levamos uma hora a ir para o trabalho, uma hora a voltar, e depois já é hora de jantar e tem de se ir dormir cedo, para acordar cedo. Vejo pelos meus amigos, que tentam encontrar-se nos jantares, mas é complicado, porque estão sempre muito cansados. Felizmente há pessoas que gostam do seu trabalho, mas mesmo que se goste, se não há tempo para descansar, não há tempo para gostar nem para fazer as coisas bem. De certeza que, havendo mais um dia de descanso por semana, as pessoas gostariam mais de fazer aquilo que fazem. A falta de descanso e de valorização [diminuem a motivação]. E há muitas pessoas que recebem mails e mensagens de trabalho aos fins de semana — ignorar isso é difícil.
No presente contexto de debate das condições laborais, esta canção ganha um novo significado?
Penso que ganhou alguma importância [nesse contexto], e também quis que a música saísse no mês do 1º de Maio [Dia do Trabalhador] precisamente por falar sobre isso. Fico contente por estar a ser ligada a essa luta porque acho que há muito caminho a percorrer, e temos de lutar por melhores condições de vida, muito melhores do que já são. A música é só uma música, mas fico contente por estarem a pegar nela, por se reverem nela e por encontrarem nela alguma força. Gosto de pegar nestes temas mais difíceis e, quase como numa catarse, torná-los rítmicos, como uma forma de libertação do próprio tema da música. Ao longo do álbum, sinto que os vários temas, mesmo os mais pesados, são interpretados com energia ou com uma falsa animação, mas é desse contraste que eu gosto.
A morte está muito presente nas letras das canções. Não será muito comum ser um tema tão glosado na obra de uma artista de 27 anos?
Só me apercebi que o disco tinha tantos temas sobre morte — acho que são quase todos, tirando um — mesmo no final. Dei por mim a pensar: “Está um disco muito macabro”, mas não foi intencional. Nunca pensei fazer um disco sobre a morte, mas ela acabou por aparecer de várias formas. Se calhar sou um bocado pessimista, mas fiz, por exemplo, uma canção sobre emigração, sobre uma pessoa que vai lá para fora e quer voltar para Portugal, e está sempre a dizer que vai voltar, e depois acaba por morrer e não conseguir voltar. Vai ser um dos próximos singles. Essa é uma história que se encontra muito lá fora, de muita gente que já tem 60 anos e está sempre a dizer: “Vou voltar para o ano”, ou “vou tentar voltar”. Ouvimos muito essas histórias de pessoas que querem voltar e acabam por não conseguir. Também tenho uma canção sobre a guerra, inspirada no genocídio do povo palestiniano… São reflexões sobre o que fui vivendo e vendo nestes últimos anos, sobre as quais já queria ter escrito, mas ainda estava a acabar o outro disco e os álbuns demoram a ser feitos. (...). Se tiver acesso, leia na integra aqui.
sábado, 29 de agosto de 2026
NA «FESTA DO AVANTE!» 2026 | SETEMBRO - 4,5,6 | «O Pavilhão da Mulher assinala os 50 anos da aprovação da Constituição da República Portuguesa, destacando o papel das mulheres como construtoras e defensoras da Lei Fundamental, que concretiza valores, princípios e direitos em defesa da igualdade e emancipação das mulheres, da justiça social e da Paz»| E HÁ MAIS NOUTROS ESPAÇOS
sexta-feira, 28 de agosto de 2026
quinta-feira, 27 de agosto de 2026
quarta-feira, 26 de agosto de 2026
«feministas mais ativas»
A «IGUALDADE DE GÉNERO» E CAUSAS EQUIVALENTES NO APARELHO ESTATAL
segunda-feira, 24 de agosto de 2026
VOLTEMOS A GISÈLE PELICOT | «Um Hino à Vida»
«Quero contar a minha história pelas minhas próprias palavras. Com este livro, espero passar uma mensagem de força e coragem a todos os que possam estar a passar por momentos difíceis. Que nunca sintam vergonha.»
Esta é a história de Gisèle Pelicot. A mulher que denunciou o marido e cinquenta abusadores em França, num caso chocante de violência sexual e abuso conjugal. Este livro é muito mais do que o relato de um crime que emocionou o mundo e desencadeou um debate global sobre culpa, vergonha e justiça. Nestas páginas, Gisèle Pelicot prova que quando o silêncio é quebrado, nasce uma força invulgar. Então, este livro é o relato dessa transformação da sua dor em força e a partilha de uma mensagem poderosa de esperança, superação, cura e empoderamento feminino. Em 2024, o nome de Gisèle Pelicot tornou-se símbolo de coragem e resistência ao recusar o anonimato e enfrentar publicamente o ex-marido, Dominique Pelicot, e outros cinquenta homens. Tinham passado apenas quatro anos desde que Giséle descobrira que o marido a drogava para que dezenas de homens abusassem dela enquanto permanecia inconsciente. Gisèle recusou esconder-se e decidiu transformar a vergonha em denúncia, não por si apenas, mas por todas as mulheres silenciadas.
Em "Um Hino à Vida", escrito com a romancista Judith Perrignon, Gisèle revisita a infância, o casamento, o horror da descoberta e o mediático julgamento que protagonizou. Esta é, acima de tudo, a história de uma reconstrução. A história de uma mulher que caminhou sobre o abismo e escolheu continuar viva, dando coragem a milhares de vítimas para recuperarem a própria voz. Saiba mais, veja críticas
domingo, 23 de agosto de 2026
A «IGUALDADE DE GÉNERO» E CAUSAS EQUIVALENTES NO APARELHO ESTATAL
















































