sexta-feira, 22 de maio de 2026
«A Comissão Nacional para os Direitos das Crianças e Jovens, doravante designada por Comissão Nacional, sucede à Comissão Nacional de Promoção dos Direitos e Proteção das Crianças e Jovens»
quinta-feira, 21 de maio de 2026
quarta-feira, 20 de maio de 2026
«Uma em cada 20 crianças pobres teve fome e não comeu por falta de dinheiro»
“Sabemos que estas crianças estão a crescer na pobreza e que isso vai condicionar o seu percurso escolar, o que, por sua vez, condiciona o seu percurso adulto. Enfim, uma das maneiras de resolver a pobreza infantil é, obviamente, dar mais dinheiro às famílias que têm crianças e que são pobres”, desenvolve ainda a economista, admitindo estar a “lançar uma ideia provocadora para cima da mesa”, mas, ainda assim, reconhecendo que as “transferências sociais que são exclusivamente focadas nas crianças pobres são transferências muito pouco ambiciosas”.
segunda-feira, 18 de maio de 2026
«UM CHAPÉU DE LEOPARDO»
Vivendo sempre entre a esperança e o desespero, Fanny deixa transparecer, de forma intermitente, várias facetas da sua personalidade, como a Fanny divertida que um dia roubou um chapéu de leopardo. Porém, essa faceta permanece quase sempre oculta, revelando sobretudo uma Fanny que carrega o peso insuportável da tristeza. É uma pessoa diferente - e essa diferença é aquilo que o Narrador questiona incansavelmente, tal como a autora questiona de forma lúdica a própria forma do romance, levando-nos frequentemente a pensar que o Narrador é, no fundo, o seu alter ego.
Escrito após o suicídio da irmã mais nova de Anne Serre, que tinha uma doença mental, Um Chapéu de Leopardo pode ser lido como a celebração de uma vida tragicamente interrompida ou como uma despedida incrivelmente bela e sensível». Saiba mais.
domingo, 17 de maio de 2026
«JOGO ABERTO» |« Este relatório resume os resultados de um estudo global, encomendado pela UNESCO, acerca da violência homofóbica e transfóbica nas escolas e das respostas do setor de educação a essa questão»
HAVERÁ MIL E UMA MANEIRAS DE SE OLHAR PARA O QUE SE PASSA NO PARQUE URBANO DO VALE DA AMEIXOEIRA EM LISBOA | NÓS ESCOLHEMOS O ODS 11 | o ODS 11 (Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 11) da ONU «visa tornar as cidades e comunidades mais inclusivas, seguras, resilientes e sustentáveis. Foca no acesso a habitação digna, transportes públicos eficientes, redução do impacto ambiental, gestão de resíduos e proteção do património cultural»
sábado, 16 de maio de 2026
«Um Hino À Vida - A História Real De Gisèle Pelicot, A Mulher Que Denunciou O Marido E Mais De Cinquenta Abusadores Na França»
Resumo
«Um Hino À Vida
- A História Real De Gisèle Pelicot, A Mulher Que Denunciou O Marido E Mais De
Cinquenta Abusadores Na França. A Impressionante História De Gisèle Pelicot,
Narrada Por Ela Mesma, Que Comoveu O Mundo Ao Revelar Um Dos Casos Mais
Chocantes De Violência Sexual E Abuso Conjugal Da França. Em Um Hino À Vida,
Gisèle Transforma Sua Dor Em Força E Oferece Uma Poderosa Mensagem De
Esperança, Cura E Empoderamento Feminino. Em 2024, Gisèle Tornou-Se Símbolo De
Coragem Ao Renunciar Ao Anonimato E Enfrentar Publicamente O Ex-Marido,
Dominique Pelicot, E Mais De Cinquenta Homens Acusados De Estupro Coletivo.
Apenas Quatro Anos Antes, Ela Descobrira Que O Companheiro A Drogava E Permitia
Que Outros Homens A Violentassem Enquanto Estava Inconsciente - Um Crime Que
Chocou O Mundo E Desencadeou Um Debate Global Sobre Culpa, Vergonha E Justiça.
Neste Relato Autobiográfico E Profundamente Humano, Gisèle Compartilha Sua
Trajetória Desde A Infância, O Casamento E O Momento Devastador Da Descoberta,
Até O Processo Judicial E Sua Luta Por Reconstruir A Própria Vida. Com Coragem
E Lucidez, Ela Mostra Como Transformou O Trauma Em Um Manifesto De Vida,
Dignidade E Superação. Um Hino À Vida É Mais Do Que Uma Autobiografia, É O
Testemunho Inspirador De Uma Mulher Que Quebrou O Silêncio E Inspirou Milhares
De Vítimas De Abuso Ao Redor Do Mundo A Recuperarem A Própria Voz». Saiba mais.
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sexta-feira, 15 de maio de 2026
quinta-feira, 14 de maio de 2026
NO PRÓXIMO DOMINGO | 17 DE MAIO 2026 | PELAS 18:00 |Cristina Branco canta as «Mulheres de Abril» n’A Voz do Operário | LISBOA
São as mulheres da ditadura, as que viveram antes de se fazer revolução que a intérprete aqui homenageia num espectáculo único e emocionante acompanhada do Coro Infantil d’A Voz do Operário, mais de Alexandre Frazão, na bateria, Bernardo Moreira, no contrabaixo, Mário Delgado, nas guitarras, Ricardo Dias, no piano e Tomás Marques, no saxofone.
O concerto acontece no próximo domingo, dia 17 de Maio, pelas 18h n’A Voz do Operário, em Lisboa. O bilhete está à venda no local e através dos meios telefónicos e digitais da instituição».
Tel: +351 218 862 155
quarta-feira, 13 de maio de 2026
segunda-feira, 11 de maio de 2026
ONTEM TERMINOU EM LISBOA O «FESTIVAL 5L» | através do programado e do vivenciado (é certo que vimos pouco) ainda não penetrámos no «conceito» e em especial não chegámos ao(s) público(s) da oferta mas só pelo facto de ser fixado que «Nesta sexta edição, apoiamo-nos no poema de Ruy Belo e na sua exclamação "Oh, as casas, as casas"» já valeu a pena!
O Lisboa 5L nasceu nas Bibliotecas de Lisboa e é lá que habita e
se reforça a cada ano, sempre em estreito diálogo com os curadores que se lhe
associam. Pessoas como José Pinho, Catarina Magro, Carlos Vaz Marques e, nesta
sexta edição, Pedro Mexia, são quem, entre outros, tem feito este caminho a par
e passo com a cidade. Mas também as livrarias independentes da cidade, as salas
de cinema e tantas outras instituições que se têm juntado ao Festival.
* *
Nos últimos vinte anos, o mundo enfrentou uma sucessão de crises - na finança global, migrações, a pandemia de covid-19 e uma guerra de agressão em grande escala no continente europeu -, com consequências sociais, económicas e políticas graves, que resultaram em frustração, medo e ira.
Ao apoiar-se no descontentamento social, o extremismo propõe soluções simplistas e estereotipadas em resposta às ansiedades e incertezas que afetam as nossas sociedades. E a consequência é que, por todo o mundo, os alicerces da democracia estão a ser corroídos.
Neste livro, analisam-se as razões e o modo como isto está a acontecer e propõem-se soluções - ou, pelo menos, melhoramentos. Porque o que as democracias oferecem aos seus povos em matéria de liberdades civis, direitos humanos e Estado de direito é demasiado precioso para se perder. Ainda vamos a tempo de resistir. Saiba mais.
domingo, 10 de maio de 2026
NA BIENAL DE VENEZA | «The exhibition TURANDOT: To the Daughters of the East pays homage to women artists from those geographical regions, whose individual and collective histories and works reveal their strength, convictions and creativity. Together, they honour the voice of Turandot as remarkable, intelligent and confident women»
sábado, 9 de maio de 2026
COMBATE AOS ABUSOS SEXUAIS INCLUIDO A VIOLAÇÃO |«Senhor Presidente, Senhora Comissária Lahbib, na nossa opinião, as leis penais devem ser reserva de competência nacional soberana e nenhum Estado deve ficar à espera da União Europeia para reforçar e tornar mais eficazes as suas leis de combate aos abusos sexuais, incluindo a violação» | ASSIM COMEÇOU A INTERVENÇÃO DO EURODEPUTADO JOÃO OLIVEIRA NO PARLAMENTO EUROPEU
Uma resolução adotada pelo Parlamento Europeu apela a uma definição comum de violação em toda a UE, afirmando que qualquer ato sexual sem consentimento deve ser considerado violação.
O Parlamento Europeu aprovou na terça-feira uma resolução que apela a uma definição de violação a nível da UE, baseada na ausência de consentimento livre e esclarecido.
A resolução defende que "apenas uma indicação clara, afirmativa, livre e inequívoca de consentimento é válida" nas relações sexuais. Acrescenta que "o silêncio, a falta de resistência verbal ou física ou a ausência de um 'não' não podem ser interpretados como consentimento".
sexta-feira, 8 de maio de 2026
quinta-feira, 7 de maio de 2026
TEATRO DA TERRA|estreia hoje - «love»|SEIXAL
É impossível falar de Amor sem falar de direitos, de relações e imposições sociais.
O Amor ainda é o campo onde em, tantas partes do mundo se lutam por direitos – sobretudo os das mulheres,
dos homossexuais, das pessoas trans. Sejam estes direitos concretos na legislação, sejam eles no combate a amarras de pensamento e dogmatismos vários.
As dinâmicas de híper conectividade da vida virtual - nas quais se encontram grandes benefícios mas simultaneamente perigos e assoberbamento – colocam-nos perante cenários de comparação, a insegurança;
as falsas verdades e desconfiança; solidão – aos quais simultaneamente pertencem mas querem também escapar. Arquiteturas de um mundo digital – uma segunda realidade e uma segunda pele - que parece altamente acolhedor e inteiramente hostil».
encenação, espaço cénico MARIA JOÃO LUÍS
vídeo JOSÉ BUDHA
música JAIME FILIPE
desenho de luz, fotografia PEDRO DOMINGOS
assistência de encenação SÍLVIA FIGUEIREDO
assistência de produção FILIPE GOMES, CARINA R. COSTA
direção de produção PEDRO DOMINGOS
produção TEATRO DA TERRA 2026 | M/12
quarta-feira, 6 de maio de 2026
«festival internacional Juntas Hacemos Más, criado no México, vai regressar a Lisboa para a sua terceira edição já esta quinta-feira, 7 de maio, e prolonga-se até dia 11. O evento, com entrada livre, vai reunir artistas, dos cinco continentes, com o objetivo de celebrar o graffiti e a arte urbana no feminino»
segunda-feira, 4 de maio de 2026
EXPOSIÇÃO | «ROSTOS DA IMIGRAÇÃO» | Este projeto fotográfico propõe um olhar sensível sobre as vivências e os processos de integração de imigrantes em Portugal, com especial enfoque nas comunidades lusófonas. Através de retratos marcantes, o autor dá rosto a histórias de diversidade, pertença e identidade» | ATÉ 20 DE MAIO | NA UCCLA | ENTRADA LIVRE
domingo, 3 de maio de 2026
«Autobiografia da minha mãe»
Jamaica Kincaid, excelsa representante da literatura caribenha, traça com inebriante lirismo o retrato de uma vida ensombrada pelo vento negro e sombrio dos fantasmas». Saiba mais.
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sábado, 2 de maio de 2026
«Quem Tem Medo de Zurita Oliveira?”, de acordo com o programa oficial, “celebra a vida e a obra de uma música, intérprete, compositora e autora que muitos reconhecem como a pioneira do rock & roll em Portugal”»
Excerto: «(...) Agora, historiadores, arquivistas e colecionadores, como os já mencionados Luís Futre e João Carlos Callixto, valorizam o pioneirismo de Zurita de Oliveira numa era em que a presença feminina na nascente cultura juvenil (que em Portugal foi batizada como Ié-Ié) não se manifestava para lá da plateia. Francisca Marvão reforça essa ideia: “Há uma frase no filme que me marcou muito: quando o Luís Futre fala da ‘paternidade’ do rock e a Ondina Pires corrige para ‘maternidade’. Isso diz muito. O que me impressionou foi imaginar uma mulher, nos anos 60, a fazer solos de guitarra elétrica em palco. Várias pessoas referiram isso".
"É preciso uma força enorme para o fazer naquela época, perante um público alargado. Mesmo hoje, depois de trabalhar com várias bandas femininas, já testemunhei situações desconfortáveis e de desvalorização. Por isso, imaginar o contexto da Zurita naquela altura leva-me a acreditar que o desafio foi ainda maior. Nesse sentido, ela representa uma força importante — sobretudo num período em que quase não encontramos mulheres a tocar e a compor no universo do rock”, remata. (...)».




































