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sábado, 1 de junho de 2024

«No Dia Mundial da Criança, lançamos o primeiro livro da nossa coleção de textos dramáticos dedicado aos públicos mais jovens. Escrito para um espetáculo da encenadora e coreógrafa Joana Providência, Uma Ideia de Justiça nasce de uma pergunta-mãe: “O que é a justiça?” »

 


«O Teatro Nacional São João e a editora Húmus convidam para a sessão de lançamento de Uma Ideia de Justiça, de Isabel Minhós Martins, no dia 1 de junho, sábado, às 16:30, no Salão Nobre do Teatro São João. 

No Dia Mundial da Criança, lançamos o primeiro livro da nossa coleção de textos dramáticos dedicado aos públicos mais jovens. Escrito para um espetáculo da encenadora e coreógrafa Joana Providência, Uma Ideia de Justiça nasce de uma pergunta-mãe: “O que é a justiça?” Com as novas perguntas dadas à luz, Isabel Minhós Martins conduz-nos por um percurso onde a interrogação maior recai sobre o próprio corpo. “O corpo manifesta-se/ Escutemos o que tem para nos dizer.” Através dessa escuta, conta-se a história da luta pela justiça ao longo dos tempos.  
Autora e cofundadora da editora Planeta Tangerina, Isabel Minhós Martins tem uma vasta e premiada obra dedicada à literatura para a infância, traduzida em vários países. Sensível e inteligente, a sua escrita nunca deixa as crianças “de fora do texto ou da conversa”, tendo o condão afinal de acolher leitores de todos os tamanhos que gostem de se interrogar e questionar o mundo». Entrada gratuita 



sábado, 1 de outubro de 2022

«os coros, constituídos por feministas e ecologistas, resistem à barbárie»

 





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«Para que os Ventos se Levantem: Uma Oresteia acrescenta um capítulo ao processo de internacionalização em curso do Teatro Nacional São João. A KastroKriola e a Ensaio Sobre a Cegueira – parcerias com o Ministério da Cultura de Cabo Verde e com o Teatre Nacional de Catalunya – segue-se uma Oresteia reescrita por Gurshad Shaheman, que levantamos com o Théâtre national de Bordeaux en Aquitaine. A trilogia de Ésquilo canta tudo o que é essencial: a dor, a morte, a vingança, a loucura, a justiça. O dramaturgo franco-iraniano mantém as personagens e a estrutura narrativa, mas opera metamorfoses, desvios, atualizações. Troia é aqui o nome de guerra de todo o Médio Oriente, terra ainda e sempre devastada; Agamémnon e Orestes são emblemas do imperialismo e do populismo emergentes; os coros, constituídos por feministas e ecologistas, resistem à barbárie. Catherine Marnas e Nuno Cardoso, diretores artísticos das duas instituições, trabalham com um elenco de jovens atores franceses e portugueses. Um exercício bilingue de “formação em ato”, um espetáculo que interroga (e vivifica) os alicerces do ideário democrático». Saiba mais.