sexta-feira, 13 de março de 2026

«O Estrangeiro, esta semana nas salas de cinema portuguesas»


sinopse

Argel, 1938. Meursault, um homem de cerca de trinta anos, modesto empregado de escritório, acompanha o funeral da mãe sem manifestar qualquer emoção. No dia seguinte, inicia uma relação com Marie, antiga colega de trabalho, e retoma o curso habitual da sua existência quotidiana. Essa aparente normalidade é, contudo, perturbada pela presença do vizinho Raymond Sintès, que o arrasta para assuntos obscuros, conduzindo inexoravelmente a um acontecimento trágico numa praia, sob um sol impiedoso. Saiba mais.



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Da Newsletter do Público de Pedro Rios

«(...) Ozon levou para o filme a sua visão do mundo. "Para mim é importante erotizar o mundo. Porque Meursault é sensível à beleza, à beleza de Marie, ao calor, é sensível ao sol. Há pessoas que dizem que a minha adaptação é uma visão queer. Não acho. Meursault vê sensualidade em tudo, e pode ver também isso num homem como numa mulher."
No dossiê de capa desta edição, o crítico literário Mário Santos debruça-se sobre a obra de Camus, "um livro de culto sobre um homem que era incapaz de mentir e de amar". (...)».

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SINOPSE
Meursault recebe um telegrama: a mãe morreu. De regresso a casa após o funeral, enceta amizade com um vizinho de práticas duvidosas, reencontra uma antiga colega de trabalho com quem se envolve, vai à praia - até que ocorre um homicídio.
Romance estranho, desconcertante sob uma aparente singeleza estilística, em O Estrangeiro joga-se o destino de um homem perante o absurdo e questiona-se o sentido da existência. Publicado originalmente em 1942, este primeiro romance de Albert Camus foi traduzido em mais de quarenta línguas e adaptado para o cinema por Luchino Visconti em 1967, sendo indubitavelmente uma das obras-primas da literatura francesa do século XX. Esta edição foi revista de acordo com o texto fixado pelo autor. Saiba mais.

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