«50 anos após a implementação
do Planeamento Familiar,
um livro que relata o percurso
percorrido e o que ainda
falta fazer».
SINOPSE
50 anos após a legalização do Planeamento Familiar, são muitos os velhos e novos desafios que cidadãos responsáveis e profissionais de saúde (cuja larga maioria é cada vez mais feminina, coisa nada indiferente) têm de debater e responder no espaço público, no âmbito de uma participada democracia sanitária que informe e influencie decisores políticos.
Este é um tempo e um mundo novo: até hoje nenhuma política pró-natalista alcançou e alcançará na Europa os seus objetivos (mesmo com imigração) — repor gerações, combater o envelhecimento populacional - e a tecnologia já permite (agora aos mais poderosos, mais tarde também a outros), num inaudito desafio à Ética, escolher o sexo das crianças e características genéticas em embriões humanos por motivos não médicos - um novo eugenismo, uma nova distopia. Saiba mais.
Este é um tempo e um mundo novo: até hoje nenhuma política pró-natalista alcançou e alcançará na Europa os seus objetivos (mesmo com imigração) — repor gerações, combater o envelhecimento populacional - e a tecnologia já permite (agora aos mais poderosos, mais tarde também a outros), num inaudito desafio à Ética, escolher o sexo das crianças e características genéticas em embriões humanos por motivos não médicos - um novo eugenismo, uma nova distopia. Saiba mais.

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