SINOPSE
Um livro que diverte, ensina e, acima de tudo, aproxima, ao mostrar que a convivência com a diferença é não só possível, mas essencial para compreendermos melhor o mundo à nossa volta.
Na Rua do Benformoso há pessoas de todas as nacionalidades. Que o diga a Gigi, uma fala-barata que se mudou para lá há pouco tempo e que se farta de aprender coisas sobre o mundo todo. Saiba mais.
Um livro que diverte, ensina e, acima de tudo, aproxima, ao mostrar que a convivência com a diferença é não só possível, mas essencial para compreendermos melhor o mundo à nossa volta.
Na Rua do Benformoso há pessoas de todas as nacionalidades. Que o diga a Gigi, uma fala-barata que se mudou para lá há pouco tempo e que se farta de aprender coisas sobre o mundo todo. Saiba mais.
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no lançamento do livro
Veja aqui
de lá
de lá
«A Gigi passou o fim de tarde da passada sexta-feira na Livraria Buchholz, em Lisboa, rodeada de humanos. Não é coisa que uma barata faça todos os dias, sobretudo quando os humanos se juntam para falar dela, da sua vida, das suas ambições e até das relações complicadas entre as duas espécies.
A ocasião justificava o risco. Tiago Salazar apresentava A Barata Gigi na Rua do Benformoso, o seu novo livro, e Maria do Rosário Pedreira, que o edita há muitos anos, estava ali para fazer as apresentações. Este é, aliás, o primeiro livro infantil do autor que publica, embora depressa se percebesse que chamar-lhe apenas livro infantil talvez seja uma forma demasiado arrumada de colocar Gigi numa prateleira.
Maria do Rosário Pedreira falou da coragem de Tiago Salazar pelos temas que levou para o livro e da importância de A Barata Gigi na Rua do Benformoso como ponto de partida para pensar coisas que, à primeira vista, talvez não pareçam próprias de uma barata. Discriminação, pertença, origem, diferença. Temas grandes para um bicho pequeno.
A Gigi ouviu tudo.
João Ferreira, amigo do autor, começou pelas palavras. A Gigi nunca saiu de Portugal, mas conhece bastante do mundo. Basta-lhe andar pela Rua do Benformoso e ouvir. Ali, cada porta pode dar para um país, cada conversa pode trazer uma língua diferente e cada pessoa transporta consigo um pedaço de outra geografia.
E então apareceu uma questão que uma barata talvez compreenda melhor do que muitos humanos: afinal, de onde somos?o pequeno. (...) . Leia na integra.
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