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quarta-feira, 8 de outubro de 2025

NO IMS PAULISTA |Exposição «Gordon Parks: a América sou eu»| TEMOS ALGUMAS DAS FOTOGRAFIAS NA INTERNET

 



«Gordon Parks: a América sou eu

No último sábado (4/10), o IMS Paulista abriu a exposição Gordon Parks: a América sou eu. A retrospectiva apresenta a trajetória, a obra e o legado do fotógrafo Gordon Parks (1912-2006), que documentou a história da população negra norte-americana no século 20, dos movimentos sociais à vida cotidiana. A mostra reúne cerca de 200 fotografias, além de filmes, depoimentos e publicações. Entre as obras exibidas, estão retratos de nomes centrais do movimento negro americano, como Malcolm X, Martin Luther King e Muhammad Ali, além de séries consagradas que abordam temas como infância e religião». saiba mais.




quarta-feira, 17 de janeiro de 2024

«NEGRAS IMAGENS» | ebook disponibilizado gratuitamente pelo Instituto Moreira Salles

 




«Com o objetivo de difundir narrativas atualizadas pautadas em questões de raça e gênero, o IMS lançou o ebook Negras imagens − Formação a partir do acervo IMS.
A publicação reúne dez ensaios que analisam, a partir de um viés crítico, imagens de mulheres, crianças e homens negros presentes nos acervos de fotografia e iconografia do IMS, além de obras de autoria negra. Os textos são assinados por Alexandre Araujo Bispo, Ana Beatriz Almeida, Diane Lima, Ione da Silva Jovino, Janaina Damaceno, Juliana Barreto Farias, Mônica Cardim, Rafael Domingos Oliveira, Roberto Conduru e Vanicléia Silva Santos.
Nos ensaios, os autores e autoras desenvolvem temas que abordaram em um ciclo de encontros online, organizado pelo IMS em 2022, em diálogo com a exposição Walter Firmo: no verbo do silêncio a síntese do grito. Nos textos, são evidenciadas narrativas pouco contadas, apontando possibilidades de construção de novos modos de interpretar a história afro-brasileira e o próprio conceito de patrimônio.
A publicação já está disponível para leitura e download gratuito no site. Acesse aqui».




quarta-feira, 26 de julho de 2023

NO INSTITUTO MOREIRA SALES - BRASIL | «Arquivos, vídeos e feminismos» | É LONGE MAS A INTERNET PERMITE QUE SAIBAMOS MAIS SOBRE A INICIATIVA

 

Abertura da mostra Arquivos, vídeos e feminismos

A partir desta quarta-feira (26/7), o Cinema do IMS Paulista exibe a mostra Arquivos, vídeos e feminismos: o acervo do Centro Audiovisual Simone de Beauvoir, maior retrospectiva deste acervo já realizada no Brasil. Nos meses de julho e agosto, a mostra apresenta 23 filmes, e prossegue até o fim do ano, com novos programas mensais. 

Em 1982, as cineastas e militantes francesas Delphine Seyrig, Carole Roussopoulos e Ioana Wieder fundaram o Centro Audiovisual Simone de Beauvoir (CaSdB), em Paris. Entre filmes históricos e contemporâneos, o centro reúne um amplo acervo, que inclui desde registros de conferências feministas e greves de trabalhadoras até obras que tratam de temas como aborto, democracia, prostituição e estereótipos televisivos. saiba mais

Sessão seguida de conversa com a curadora  

Na abertura (26/7), às 19h30, serão exibidos os filmes A conferência sobre a mulher – Nairóbi 85 e Os racistas não são nossos camaradas, nem os estupradores. A sessão será seguida de debate com Barbara Alves Rangel, curadora da mostra e diretora-geral do CaSdB, a pesquisadora Rosane Borges e Glênis Cardoso, crítica de cinema e editora da revista Verberenas, voltada para o cinema realizado por mulheres.

Grande parte dos filmes exibidos na mostra foi produzida na década de 1970, num contexto de emergência de equipamentos de captação de imagem portáteis. Com essas pequenas câmeras, os coletivos feministas passaram a criar suas próprias narrativas, utilizando o audiovisual como ferramenta de mobilização e difusão de suas lutas. saiba mais


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Saiba mais no BLOG DO CINEMA

O post começa assim: «Presente nos créditos de fim de Maso e Miso vão de barco, realizado por Delphine Seyrig, Carole Roussopoulos, Ioana Wieder e Nadja Ringart em 1976, a frase exprime um desejo central dos coletivos feministas de vídeo na França ao longo dos anos 1970: a completa independência para registrar a própria história. A partir desse gesto emancipatório, que coincide com a emergência dos equipamentos de gravação de imagem e som portáteis em vídeo no final dos anos 1960, surgem alguns coletivos de realização, cujo objetivo era registrar os diversos movimentos sociais que marcaram o período, não apenas na França, mas em outros países.

Esta mostra tem por objetivo exibir algumas dessas lutas, com um enfoque particular em vídeos sobre temáticas feministas, a partir do acervo do Centro Audiovisual Simone de Beauvoir em Paris (CaSdB). Arquivo audiovisual feminista situado em Paris, o CaSdB foi fundado em 1982 por três militantes e realizadoras: Delphine Seyrig, Carole Roussoupolos e Ioana Wieder. Em um contexto político favorável após a eleição de François Mitterrand à presidência do país e conscientes da fragilidade dos suportes em vídeo e da importância de preservar o que haviam registrado na década anterior, elas resolveram lançar as bases de um arquivo, que atuaria também como produtora e distribuidora de filmes, além de organizar projeções periódicas. Fechado por razões financeiras em 1992, o CaSdB retomou suas atividades no início dos anos 2000, e, às suas missões já existentes, se juntaram a realização de ateliês e formações para sensibilização a estereótipos de gênero (o projeto Genrimages) e a organização de projeções seguidas de debate em casas de detenção, que também privilegiam filmes com personagens femininas proeminentes e homens que não correspondem a modelos binários. (...)». Continue a ler. 

E aproveitemos para visitar o Centre audiovisuel Simone de Beauvoir:




quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

SUSAN MEISELAS |Retrospectiva da fotógrafa norte-americana no Instituto Moreira Salles


Passeando na rua Baxter, Little Italy, Nova York, EUA, 1978. Da série As meninas da rua Prince. © Susan Meiselas/ Magnum Photos - Veja mais.

«Esta retrospectiva da fotógrafa norte-americana Susan Meiselas (1948) reúne obras de 1970 até os dias de hoje. Integrante da agência Magnum desde 1976, Meiselas tornou-se conhecida principalmente pelo trabalho em zonas de conflito na América Central, em especial por suas poderosas fotos da revolução sandinista na Nicarágua. Cobrindo uma vasta gama de temas – direitos humanos, identidade cultural e indústria do sexo, por exemplo –, ela mistura fotos com filmes, vídeos, documentos e imagens de arquivo para construir relatos que têm os fotografados como protagonistas. Mediações é a retrospectiva mais abrangente de sua obra, que atravessa o tempo e chama a atenção para indivíduos e comunidades sujeitos à violência e à opressão não só na América Central, como também no trabalho sobre a diáspora do povo curdo ou no projeto com mulheres sobreviventes de abuso doméstico no Reino Unido». Saiba mais.