“Sabemos que estas crianças estão a crescer na pobreza e que isso vai condicionar o seu percurso escolar, o que, por sua vez, condiciona o seu percurso adulto. Enfim, uma das maneiras de resolver a pobreza infantil é, obviamente, dar mais dinheiro às famílias que têm crianças e que são pobres”, desenvolve ainda a economista, admitindo estar a “lançar uma ideia provocadora para cima da mesa”, mas, ainda assim, reconhecendo que as “transferências sociais que são exclusivamente focadas nas crianças pobres são transferências muito pouco ambiciosas”.






