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terça-feira, 23 de novembro de 2021

REVISTA «ZUM 21»

 


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Inspirada pelo movimento Black Lives Matter, a artista e curadora Deborah Willis relembra as imagens de injustiça e esperança que marcaram sua vida e exalta o poder da fotografia como ferramenta de protesto, construção de memória e defesa dos direitos das pessoas negras nos EUA. Fotos de Carrie Mae Weems, Bruce Davidson, Gordon Parks e Andre D. Wagner.

O movimento #MeToo inspirou Laia Abril a pesquisar as raízes comuns dos casos de violência sexual contra mulheres. Em Do estupro (2021), novo capítulo de Uma história da misoginia, inaugurada com um projeto sobre o aborto, a fotógrafa espanhola reúne testemunhos, objetos e documentos para denunciar a cultura do estupro no mundo todo.

A revista traz também o relato inédito da pesquisadora Glicéria Tupinambá em A visão do manto. Orientada por fotografias e sonhos, a artista conta como voltou a confeccionar o manto tupinambá, artefato há séculos desaparecido da vida dos indígenas. Fotos de Lívia Melzi, Fernanda Liberti e Glicéria Tupinambá. (...). Leia na integra.




quinta-feira, 26 de março de 2020

REVISTA «SOCIEDADE FUTURA» DISPONÍVEL NO PORTAL RIC





«Sociedade Futura
A partir da segunda metade do século XIX e especialmente nos anos do século XX que antecederam a implantação do regime republicano em Portugal, assistiu-se aqui à crescente edição, direcção e divulgação da imprensa periódica feminina e feminista. A revista Sociedade Futura participou neste processo editorial, concretizando o sonho há tempos acalentado pela sua fundadora Maria Olga de Moraes Sarmento da Silveira que o marido Manuel João da Silveira, médico naval, tornou possível. Como confidenciou nas Memórias publicadas nos finais da vida o facto de uma mulher fundar uma revista “traduzia não só ousadia inacreditável, como perigosa ameaça de emancipação”. Desde a primeira hora, a fundadora teve, pois, consciência das reacções que a sua iniciativa editorial iria provocar, mas isso não a levou a abdicar de um ideal que, no seu entender, se projectava no tempo, dando à publicação nome de Sociedade Futura. Isto significa igualmente que acreditava no carácter transformador da imprensa, nomeadamente da imprensa periódica especializada. (...)». Continue a ler.