Sobre a Exposição «Claudia Andujar y la lucha Yanomami»: «(...) Claudia Andujar - Fotógrafa brasileña reconocida internacionalmente por su compromiso con la defensa de los derechos de los pueblos indígenas, en particular el pueblo Yanomami. Nació el 22 de junio de 1931 en Suiza. Su familia judía fue diezmada en los campos de concentración nazi. Luego de sobrevivir al holocausto y lograr escapar junto a su madre hacia los Estados Unidos, en 1955 se trasladó a Brasil en donde comienza su carrera como fotógrafa. Su encuentro con la tribu Yanomami en la década de 1970 marcó un punto de inflexión en su vida y su carrera.«(...)La exhibición se estructura en dos amplias secciones: en la primera sección se despliega una mirada a la comunidad Yanomami y su visión del mundo, ilustrada a través de la obra fotográfica de la artista, las reflexiones visionarias de Kopenawa, y obras audiovisuales y dibujos realizados por artistas Yanomami. La segunda sección relata las diferentes formas de resistencia del pueblo Yanomami y de sus defensores no indígenas para detener las amenazas y violencias en la década de los setenta, cuando la dictadura militar brasileña intensificó sus planes de explotación de la Amazonía y perpetró masivas violaciones a los derechos humanos. (...)». Leia na integra.
sexta-feira, 6 de setembro de 2024
quinta-feira, 5 de setembro de 2024
NO MUSEU ORIENTE | «BOOK 2.0» | «Entre os vários temas que serão abordados no Museu do Oriente, em Lisboa, falar-se-á, na tarde desta quinta-feira, sobre quebrar preconceitos durante uma sessão exclusiva do Clube das Mulheres Escritoras»| 5 _ 6 SETEMBRO 2024 |LISBOA
«O Book 2.0 está de volta para debater os desafios do livro e da leitura em Portugal. Entre os vários temas que serão abordados no Museu do Oriente, em Lisboa, falar-se-á, na tarde desta quinta-feira, sobre quebrar preconceitos durante uma sessão exclusiva do Clube das Mulheres Escritoras. O SAPO Lifestyle quis conhecer o projeto e, para tal, falou com a sua fundadora, a escritora Filipa Fonseca Silva». Leia na integra.
quarta-feira, 4 de setembro de 2024
IMAGENS QUE NOS LEVAM A PENSAR NAS «QUOTAS» ...
Até podemos não aderir ao contributo das «quotas» para chegarmos à igualdade entre homens e mulheres - não é o nosso caso -, mas ao olharmos para imagens como a que acima divulgamos talvez se seja levado a pensar «duas vezes»: não descurar o que se procura que provoquem. O caminho apresenta-se longo ... Estaremos a avançar mas «a passo de caracol».
MULHERES EM DESTAQUE | «AnaMary Bilbao ganha Prémio Aquisição Fundação EDP / MAAT no FUSO 2024 com o vídeo “Prelude”»
«(...)“A obra premiada amplia o trabalho de AnaMary Bilbao da sua dimensão plástica, mais conhecida, para uma dimensão onde se revela uma para-narratividade, por vezes já intuída na restante obra. Personagens caricaturais e diabólicas (espécie de duendes vermelhos) protagonizam pequenas cenas que articulam, como entremezes de teatro medieval, momentos mais abstratos (verdadeiros exercícios de cor-luz) ou registos fragmentários de uma natureza-morta nunca percebida na sua totalidade.”, afirma João Pinharanda, diretor do MAAT, que decidiu atribuir também uma Menção Honrosa a “Run, Snail, Run” de João Francisco Correia, pela “criatividade demonstrada na construção da narrativa e na solução visual do conjunto.” (...)
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Saiba mais no site da artista. De lá:
«(...)” Participando naquilo a que a inteligência artificial chama de "aprendizagem profunda" (conceito usado pela primeira vez na pedagogia centrada no ser humano), o DALL·E recolhe referências do arquivo inesgotável da Internet ao mesmo tempo que aprende com os dados que os utilizadores introduzem. Assim, a busca da artista pelo limite da capacidade de criação da inteligência artificial não a conduziu a um vazio abstrato, como ela esperava, mas sim ao expoente do capitalismo: o logotipo com os Arcos Dourados da McDonald's, a tão conhecida rede multinacional estadunidensenorte-americana de fast food. A referência da figura é claramente Ronald McDonald, mas a semelhança é assustadora: as feições aparecem distorcidas, como se estivesse a derreter, e ela paira no vazio como um boneco semelhante a um palhaço. Talvez Bilbao tenha encontrado o fim, ou um possível fim, na forma de uma representação simbólica pós-apocalíptica do Capitaloceno.
“La mort” no final de Prelude articula um trocadilho com “L’art" (as imagens em movimento são o resultado da manipulação que Bilbao faz de uma cena do filme Pierrot le Fou, de Jean-Luc Godard, onde “la rt” é transformado em “la mort”) – a morte da arte, esclarece a artista em conversa comigo, dada a criação da experiência estética mercantil pela inteligência artificial. No entanto, penso nas possibilidades artísticas post mortem produzidas pela IA. Há quase um século, Walter Benjamin expôs a célebre ausência de aura em imagens de reprodução mecânica, uma afirmação que tem sido incessantemente contestada pelos amantes e criadores de fotografia e da imagem em movimento. Até onde poderá, então, uma prática artística baseada na IA levar-nos esteticamente? (...)».
segunda-feira, 2 de setembro de 2024
MARÍA DE ZAYAS | «Desenganos Amorosos»
«Esta obra-prima do século XVII espanhol, pela primeira vez traduzida para a língua portuguesa, conta-nos uma sequência de terríveis e mirabolantes histórias de amores infelizes e trágicos. María de Zayas oferece-nos um romance cheio de peripécias, escrito de uma forma brilhante, com humor e fúria, que é também uma reflexão pioneiríssima sobre a opressão patriarcal e a violência dos homens sobre as mulheres».
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«Texto literário e documento sociológico, estes Desenganos Amorosos dão-nos o testemunho de uma voz feminina que não tem qualquer limite de ordem moral ou religiosa na expressão de uma censura e de uma revolta perante essa realidade [a violência doméstica] que atravessou as épocas e as sociedades até chegar aos nossos dias.»
Do prefácio de Nuno Júdice
Do prefácio de Nuno Júdice
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DOCUMENTÁRIO QUE PASSOU HÁ POUCOS DIAS NA RTP2 | «Regresso a Casa» |PELO NOSSO OLHAR SE NÃO VIU E PUDER É MESMO DE VER ...
«Uma celebração da resiliência indígena que revela os impactos do Scoop dos anos sessenta
Uma visita aos bastidores da produção da série dramática canadiana "Little Bird" e do inovador movimento pela soberania da narrativa indígena, vivido pelos criativos, elenco, equipa técnica e membros da comunidade indígena, que revela a chocante realidade do "Scoop" dos anos sessenta, as políticas criadas para separar crianças indígenas da sua herança cultural, e os sistemas que continuam ainda hoje a desmantelar famílias indígenas.
De 1951 a 1984, o "Scoop" foi um projeto de assimilação cultural liderado pelo governo canadiano que tentou apagar a identidade indígena. Mais de 20.000 crianças indígenas foram retiradas à força das suas famílias e levadas para sistemas de acolhimento em toda a América do Norte e no estrangeiro.
Centrado nas comunidades de Brokenhead Ojibway Nation e Sioux Valley Dakota Nation, o documentário de Erica Daniels cria uma tapeçaria visual que evoca o profundo sentimento de regresso a casa relacionado com a família, cultura, tradições, valores, comunidade e ligação à terra. Entrelaçando testemunhos profundos de memórias pessoais de sobreviventes do "Scoop", com vislumbres de momentos da série "Little Bird" e imagens de arquivo, o documentário revela os impactos devastadores que o "Scoop" teve nos povos indígenas e o trabalho essencial da equipa criativa da série na recuperação da história através das lentes indígenas». Na RTP Play é aqui.
domingo, 1 de setembro de 2024
PARALÍMPICOS |«Diversity, inclusion, history... these exhibitions that explore the sporting phenomenon _ As the Hall of Fame has been focusing on the world of Paralympic sport since June 11, we return to these exhibitions that explore the sporting phenomenon in all its facets» | E VEJA OS NOSSOS ATLETAS EM COMPETIÇÃO NOS JOGOS A DECORRER
ECHELARD Didier / KMSP / KMSP via AFP
«Offering a rich and varied vision of sports practice and its link with artistic practice, this is the objective of the Cultural Olympiad. This ambitious multidisciplinary artistic programme was launched in 2021 by the Ministry of Culture and the Organising Committee of Paris 2024. It invites visitors to discover the Olympic and Paralympic Games from a cultural perspective through several highlights. Today, we look at four exhibitions that explore the links between art and sport. (...)». Veja aqui.
Sobre os atletas portugueses veja aqui
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