quarta-feira, 11 de janeiro de 2023

CARMEM GARCIA |«A Última Solidão»

 



RESUMO

O mundo está cheio de velhos. Dos que já o são e dos que o seremos um dia. E nós aqui andamos fazendo de conta que ali, do outro lado do muro, a velhice não nos espreita enquanto se esforça por driblar a morte. Mas sabem o que é que nos rebenta de verdade?

A certeza de que a mesma velhice que repudiamos é a nossa maior esperança. A certeza de que a pele de agora, mais ou menos lisa, gritará vitória se chegar a ser marcada pelas rugas que não são mais do que linhas do tempo. Do que já vivemos e do que nos resta.

Através de personagens ficcionadas, como a Margarida, o Custódio, a Maria do Rosário ou o Zezinho, e à luz da sua experiência em lares, Carmen Garcia escreve sobre velhos, que são os nossos, ou que um dia, se tivermos sorte, seremos nós, com um amor, uma ternura e uma crueza que por vezes nos choca, nos enternece e que nos obriga a pensar no fim da vida e na forma como tratamos e pensamos os nossos velhos.

Um livro que prende do princípio ao fim, pelo relato sincero e honesto, visto pelos olhos de uma enfermeira, que embora jovem, revela uma grande maturidade e uma paixão num assunto vital e tão menosprezado em Portugal.


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E esta entrevista na revista Máxima com a autora.



«Há 50 anos nunca uma mulher poderia ser eleita Bastonária dos advogados»



Leia aqui




segunda-feira, 9 de janeiro de 2023

ORÇAMENTO DO ESTADO 2023 | «Orçamento com perspectiva de género»

 


Não nos parece ser dificil concordar que seria útil ter um ponto de situação sobre a problemática  do Artigo 14.º  que nos desse informação sobre a totalidade dos serviços. Entretanto o que podemos saber a partir da CIG:



domingo, 8 de janeiro de 2023

BIENAL DE LIVERPOOL | «a call for ancestral and indigenous forms of knowledge, wisdom and healing»

 


«(...) In the isiZulu language, ‘uMoya’ means spirit, breath, air, climate and wind. ‘uMoya: The Sacred Return of Lost Things’ addresses the history and temperament of the city of Liverpool; it is a call for ancestral and indigenous forms of knowledge, wisdom and healing. (...)».


sábado, 7 de janeiro de 2023

RITA CRUZ |«A Menina Invisível»

 


«É numa casa aristocrática que Alice acorda um dia, sem memória da violência que a trouxe até ali e sem saber que foi salva pelo «menino Pedrinho», o filho do conde. Alice tem um segredo que Pedrinho descobre na noite em que quase a perde: ela pode ser invisível. Desde o dia em que é salva, Alice cresce com Pedrinho, escondida numa casa onde não é bem-vinda, entre o visível e o invisível, entre a inocência e a dor. Mas há segredos que não se podem partilhar a três e, quando Emília chega ao coração de Pedrinho, os dias mudam e os planos desfazem-se, até que, no crepúsculo da monarquia portuguesa, cada um descobre até onde a escuridão invisível do corpo os pode levar. A Menina Invisível é um excepcional e seguríssimo romance literário de Rita Cruz, em que a ternura cativante das personagens, das situações e da linguagem se inscrevem no melhor da literatura portuguesa contemporânea. Os leitores vão descobrir em A Menina Invisível, um romance com ritmo, conjugando simplicidade e musicalidade, um romance escrito numa prosa objectiva, cheia de surpresas e subtilezas, que chegam sem fanfarra, com uma naturalidade só ao alcance de uma grande escritora». +.



sexta-feira, 6 de janeiro de 2023

VIRGINIA WOOLF | na Primeira Página


Vem na Primeira página do jornal Público com chamada para o Ipsílon, e um «alerta» do jornal acentua desta forma:  

 

                  Sob o feitiço de Virginia Woolf

«Estes dispersos - reunidos em Cartas de Amor, entre Virginia Woolf e Vita Sackville-West, o magnífico 48 Ensaios, ilustrativo da diversidade e riqueza de pensamento de uma das ensaístas mais brilhantes?, e Espíritos Afins, que traz cartas escolhidas - foram como sementes. Alimentaram aquelas que são consideradas as obras maiores da escritora. Alguém que rebentou com as convenções do seu tempo ao falar de política, de arte, de sexo, levando o elemento humano para o debate que ia enriquecendo com exemplos da vida.

Estes textos farão com que nos tornemos mais vítimas do feitiço Virginia Woolf, escreve Isabel Lucas nesta edição». 

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A nosso ver, se possível, a não perder