quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

«ESTEFÂNIA _ A Rainha Virgem»

 


SINOPSE
O caderno que o seu adorado irmão lhe ofereceu era o único sítio no qual Estefânia podia ser sincera, onde podia desabafar sobre os seus sentimentos mais íntimos, que nem à sua doce mãe se atrevia a confessar nas cartas que incessantemente lhe escrevia.
Chegara a Portugal cheia de sonhos e ilusões, perdidamente apaixonada por Pedro, o rei de Portugal, que jurava que só ela o poderia salvar da melancolia e da angústia de reinar um país crucificado pela incompetência e a corrupção. Mas Pedro estava ensombrado pelo passado…
Juntos enfrentam crises políticas e as calúnias maldosas espalhadas pelas páginas dos jornais, mas só Estefânia e o seu caderno sabiam a verdade... De todas as vezes que se insinuou ao rei, do desespero que sentia por não cumprir o seu papel como mulher e rainha, da falta de ar que a sufocava por Pedro não lhe dar ouvidos e não a deixar dar um passo em liberdade. O que a rainha não sabia é que o tempo estava contra ela e que uma verdadeira história de amor raramente existe sem uma tragédia.
Com base numa pesquisa exaustiva nos arquivos alemães da família, Isabel Stilwell, autora best-seller de romances históricos, traz-nos a emocionante história de Estefânia de Hohenzollern-Sigmaringen desde a sua chegada a Lisboa até à sua trágica morte. Saiba mais.

terça-feira, 6 de janeiro de 2026

«Poesia e Selvajaria»

 

«Estreada em 1998, no âmbito do Festival Mergulho no Futuro, no Pequeno Auditório do CCB, Poesia e Selvajaria é uma das criações mais emblemáticas de Vera Mantero. A peça nasce do espanto perante a condição humana – a capacidade de criar o sublime lado a lado com o brutal – e afirma-se como uma procura de liberdade através do corpo. Um corpo despojado de códigos, aberto ao desconhecido, que se move com a ingenuidade de um ser primordial, à descoberta de si, dos outros e do mundo. Em cena, um grupo de intérpretes habita um espaço de transgressão sensível, propondo uma «selvajaria positiva»: um estado de escuta instintiva, onde se experimentam novas formas de existir e de comunicar, para lá da palavra. A proximidade física com o público convida a um envolvimento mais direto e visceral. «Somos povos presos aos nossos corpos. Somos sedentários, cerebrais, comunicamos sobretudo através da palavra», afirma Mantero. Esta peça é, acima de tudo, um convite à sua libertação. Em 2026, a peça volta ao palco da sua estreia, no Pequeno Auditório do CCB, contando com parte dos elementos do elenco original, a que se juntam alguns novos criadores e colaboradores».
Datas / horários | Quinta-feira e Sexta-feira,
 8 e 9 janeiro de 2026 20:00

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Ainda na Plataforma SAPO



segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

YVETTE K. CENTENO | «Recomeço»

 



«Yvette K. Centeno publicou na Amazon dois volumes de escrita auto-biográfica, de reflexão filosófica, de observação do mundo, intitulados Sintomas; o primeiro, cobre o período de 13 de Junho de 2013 a 31 de Dezembro de 2014; o segundo, o período de 1 de Janeiro de 2015 a 31 de Dezembro de 2016. Respeitando a vontade expressa da autora, neste Recomeço integramos os textos daqueles volumes e os originais de dois volumes intitulados Acabar (I) e Acabar (II), que cobrem o período 13 de Junho de 2013 a 31 de Dezembro de 2022.
A abrir este volume, singular a todos os títulos, um texto de amizade de João Barrento, que termina assim:
«Hoje, apesar de todos os males do mundo e do corpo, a palavra continua a mover-se - eppur si muove! -, num eterno Recomeço, como o deste planeta ameaçado mas ainda não morto! Continuemos então, ainda e sempre entre silêncios. Tu já sabias que esse é o caminho, quando escreveste:

Cultivemos a planta
do silêncio: negro-musgo.
(...)
[Com] palavras
talhadas a cutelo.»


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sobre a obra escreve
 António Cabrita no Expresso: 

«(...)Yvette Centeno, com tão somente 85 anos, sempre que publica um livro novo devia celebrar-se com aparato. Mas o país está entregue à manicura. Heterodoxa, incapaz de bater-se pela exposição mediática (como lastima nestes diários), Yvette tem andado fora dos grandes escaparates e neste momento duas editoras mais pequenas têm sido a sua casa: a Glaciar e a Companhia das Ilhas. (...)».


domingo, 4 de janeiro de 2026

NA GULBENKIAN | «Concerto de Ano novo»| LIVESTREAM GRATUITO _ 9 JANEIRO 19:00


retirado do Expresso desta semana






«O mundo tem um problema de igualdade de gênero, e a Inteligência Artificial (IA) reproduz os vieses de gênero presentes na nossa sociedade»

 


«(...)Embora globalmente mais mulheres acessem a internet a cada ano, nos países de baixa renda apenas 20 por cento estão conectadas. A divisão digital de gênero cria uma lacuna de dados que se reflete diretamente no viés de gênero na IA.
Quem cria a IA e quais vieses estão inseridos ou não nos dados que a treinam podem perpetuar, ampliar ou reduzir desigualdades de gênero. (...)». Leia na integra.
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A propósito
E no nosso País, Portugal, qual será a situação na esfera da «IA e igualdade de género», na ótica que tentamos expor neste post? Não tendo exatamente a ver com a matéria, a iniciativa abaixo não deixa de ter contacto, e por isso aqui a divulgamos na esperança de que possa haver cruzamentos e que as recomendações da ONU estejam presentes, por exemplo, estas:


De lá: «(...) O aviso PESSOAS-2025-27 é dirigido a Confederações Empresariais, Associações Empresariais, Instituições de Ensino Superior, Organizações Não Governamentais (ONG), Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) e outras associações sem fins lucrativos. (...)».