«(...)Embora globalmente mais mulheres acessem a internet a cada ano, nos países de baixa renda apenas 20 por cento estão conectadas. A divisão digital de gênero cria uma lacuna de dados que se reflete diretamente no viés de gênero na IA.
Quem cria a IA e quais vieses estão inseridos ou não nos dados que a treinam podem perpetuar, ampliar ou reduzir desigualdades de gênero. (...)». Leia na integra.
Quem cria a IA e quais vieses estão inseridos ou não nos dados que a treinam podem perpetuar, ampliar ou reduzir desigualdades de gênero. (...)». Leia na integra.
*
* *
A propósito
E no nosso País, Portugal, qual será a situação na esfera da «IA e igualdade de género», na ótica que tentamos expor neste post? Não tendo exatamente a ver com a matéria, a iniciativa abaixo não deixa de ter contacto, e por isso aqui a divulgamos na esperança de que possa haver cruzamentos e que as recomendações da ONU estejam presentes, por exemplo, estas:
De lá: «(...) O aviso PESSOAS-2025-27 é dirigido a Confederações Empresariais, Associações Empresariais, Instituições de Ensino Superior, Organizações Não Governamentais (ONG), Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) e outras associações sem fins lucrativos. (...)».



Sem comentários:
Enviar um comentário