SINOPSE
Matamos Stella reúne a melhor ficção breve de Marlen Haushofer. Perfeita amostra dos temas obsidiantes na obra da autora — a hipocrisia social («Tarte crumble e café com leite»), vidas encurraladas («I’ll be glad when you’re dead»), crueldades impossíveis («Miúdos»), traumas da guerra («Uma Lealdade Terrível» e «Os Willows») —, abre com a novela cativante sobre culpa sem possibilidade de perdão que dá o título a este volume. «Matamos Stella» (1958) é a confissão de uma mulher cuja vida é perturbada pela chegada de uma jovem ao seio familiar. Entre o fascínio e a repulsa, esboça-se um crime colectivo, um retrato claustrofóbico de um matrimónio e, acima de tudo, uma alegoria sobre a passividade opressiva e letal numa sociedade de aparências.
«Um livro que aborda o horror quotidiano da família heterossexual, a sua violência e a perversidade das suas relações.»
Asymptote
«Matamos Stella» revela-se um conto cada vez mais misterioso à medida que progride. O equivalente literário a uma súbita imersão em águas geladas — lancinante, revelador.
New York Times
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«Um livro que aborda o horror quotidiano da família heterossexual, a sua violência e a perversidade das suas relações.»
Asymptote
«Matamos Stella» revela-se um conto cada vez mais misterioso à medida que progride. O equivalente literário a uma súbita imersão em águas geladas — lancinante, revelador.
New York Times
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