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sábado, 10 de fevereiro de 2024

ANGELA DAVIS | «Uma Autobiografia»

 



Sinopse

Ícone da luta pelos direitos civis, Angela Davis é uma das activistas mais incómodas deste século e do anterior. Nascida na pobreza em 1944, uma bolsa permitiu-lhe ir para Nova Iorque e formar-se em Filosofia. No Verão de 1970, acusada de conspiração na fuga de três prisioneiros em São Francisco, ingressou na lista dos mais procurados pelo FBI; capturada, diabolizada pelas autoridades (mulher, negra, marxista), foi absolvida após um julgamento mediático e um forte movimento popular pela sua libertação. Centrada na génese do seu activismo e no despertar de uma consciência social, Uma Autobiografia transporta-nos para as lutas sociais dos anos 60 e 70 nos EUA pelo olhar de um das principais activistas do nosso tempo. Saiba mais.

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A propósito, se puder não perca o trabalho a que se refere a imagem no jornal Público
De lá:
«... ) A história de Angela Davis é conhecida, mitificada. Aqui aparece numa linguagem íntima e contextualizada no tal prefácio que remete para a actualidade. O que ali está, excluídas algumas considerações que o tempo mostrou ultrapassadas ou excessivas, é um testemunho que importa reter – e emocionante. Mais de 50 anos depois, com Davis serenada quanto a alguns dos excessos ou paixões de juventude, não deixa de ser uma chamada de atenção para uma luta que continua na agenda norte-americana neste ano de 2024, em véspera de novas eleições».


domingo, 28 de junho de 2020

ANGELA DAVIS |«A Liberdade é uma luta constante»


«Nesta selecção de ensaios, entrevistas e discursos, a célebre activista e académica Angela Davis lança uma nova luz sobre as lutas contra a violência de Estado e a opressão em vários pontos do mundo – da Palestina à África do Sul –, desmontando as estruturas do sistema capitalista (patriarcado, supremacia branca, políticas imperiais) que apenas sobrevivem perpetuando conflitos. Reflexão sobre os combates históricos do movimento negro nos Estados Unidos, o lugar central do feminismo na desconstrução das relações de poder e a abolição do sistema prisional industrial, A Liberdade é Uma Luta Constante (2015) obriga-nos a olhar para lá do nosso quintal, para os «reservatórios de esperança e optimismo» que encontramos nas colectividades resistentes. Quando dar tréguas à injustiça é multiplicar formas de submissão, Angela Davis desafia-nos a dar o exemplo, fazendo a nossa parte por um movimento global de libertação humana».
Saiba mais.




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