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segunda-feira, 14 de março de 2022

AMIA SRINIVASAN | «O DIREITO AO SEXO/FEMINISMO NO SÉCULO XXI» | «Arguto e profundamente humano, O Direito ao Sexo renova a maneira como discutimos, ou evitamos discutir, os problemas e a política do sexo. Das relações entre alunos e professores à legalização da prostituição, dos incels (celibatários involuntários) ao movimento #MeToo, este livro relata-nos a história e o futuro do feminismo, escrito num tom e numa abordagem de grande seriedade intelectual. (...)»

 

SINOPSE

Arguto e profundamente humano, O Direito ao Sexo renova a maneira como discutimos,  ou evitamos discutir, os problemas e a política do sexo. Das relações entre alunos e professores à legalização da prostituição, dos incels (celibatários involuntários) ao movimento #MeToo, este livro relata-nos a história e o futuro do feminismo, escrito num tom e numa abordagem de grande seriedade intelectual.
Não sabemos qual será o futuro do sexo - mas talvez possamos imaginá-lo, com a ajuda deste livro espantoso de Amia Srinivasan. Ela explica o que significa o sexo no nosso mundo atual, animada pela esperança de um mundo diferente. Recupera uma antiga tradição feminista que não receava ver no sexo um fenómeno político. E debate um conjunto de relacionamentos problemáticos, entre discriminação e favoritismo, pornografia e liberdade, violação e injustiça racial, punição e responsabilização, alunos e professores, prazer e poder, capitalismo e libertação.
O Direito ao Sexo - Feminismo no Século XXI é uma provocação e uma promessa, que renova muitos dos nossos debates políticos mais urgentes e leva a que nos interroguemos sobre o que significa sermos livres.

 


quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022

ISABEL ALLENDE | «Violeta»

 

Violeta del Valle é a primeira rapariga numa família de cinco irmãos truculentos. Nasce num dia de tempestade, em 1920, quando ainda se sentem os efeitos devastadores da Grande Guerra e a gripe espanhola chega ao seu país natal, na América do Sul.
Graças à ação determinada do pai, a família sairá incólume desta crise, apenas para ter de enfrentar uma outra: a Grande Depressão. A elegante vida urbana que Violeta conhecia até então muda drasticamente. Os Del Valle são forçados a viver numa região selvagem e remota, onde Violeta atinge a maioridade e viverá o primeiro amor.
Décadas depois, numa longa carta dirigida ao seu companheiro espiritual, o mais profundo amor da sua longa existência, Violeta relembra desgostos amorosos e apaixonadas relações, momentos de pobreza e de prosperidade, perdas terríveis e alegrias imensas. A sua vida será moldada por alguns dos momentos mais importantes da História: a luta pelos direitos da mulher, a ascensão e queda de tiranos, os ecos longínquos da Segunda Guerra Mundial.
Contado a partir do olhar de uma mulher determinada, de paixões intensas, com uma vida plena de sobressaltos, Violeta é um romance épico, inspirador e emotivo, ao melhor estilo de Isabel Allende.

Saiba mais.




sábado, 21 de agosto de 2021

CLARISSA PINKOLA ESTÉS | «Mulheres que Correm com os Lobos»

 


«Existe no interior de cada mulher uma força poderosa, feita de bons instintos, de uma criatividade apaixonada e de um conhecimento imemorial. É a MulherSelvagem, a representação da natureza instintiva da mulher. Ainda assim, uma espécie em extinção. Neste "Mulheres Que Correm com os Lobos", a Doutora Estés revela lendas, contos populares e histórias inter-culturais de granderiqueza, a maioria originária na sua própria família, de modo a ajudar as mulheres a restabelecerem os elos com os atributos visionários, saudáveis e selvagens da sua natureza instintiva. Através das histórias e narrativas contidas neste livro notável, recuperamos, apreciamos, amamos e compreendemos a Mulher Selvagem, conservando-a na profundeza das suaspsiques enquanto ser mágico e paliativo». Daqui.



segunda-feira, 26 de abril de 2021

PATRÍCIA REIS | «da meia-noite às seis»

 


«Susana Ribeiro de Andrade é uma locutora de rádio a tentar sobreviver à perda súbita do marido, vítima de Covid-19. 
Rui Vieira, jornalista na mesma estação de rádio, debate-se com as consequências de um acidente que veio expor as fragilidades da sua vida familiar e amorosa.
Ambos vão encontrar um novo alento para reconstruir as suas vidas no programa de rádio das madrugadas, e aquelas horas mortas, da meia noite às seis, serão uma alternativa ao oxigénio, não só para eles, como para os seus ouvintes.
Escrita num registo de intimidade que nos envolve, esta narrativa segue a vida, presente e passada, de personagens que se cruzam e cujas opções de vida reflectem o que é prioritário em tempos de pandemia.
Da Meia-Noite às Seis é o regresso de Patrícia Reis ao espaço literário que define a singularidade, a subtileza e a sabedoria da sua voz: o território da complexidade das relações humanas e da busca de identidade». Saiba mais.




segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021

MANUELA HARGREAVES|«Mulheres e Cultura Artística em Portugal»

 


SINOPSE

A investigação baseou-se em dezassete entrevistas presenciais, a mulheres cujo papel desempenhado no âmbito da direção de fundações, museus, galerias, ensino superior, crítica, curadoria e colecionismo de arte marcou a dinâmica cultural e artística entre a década de 1960 e a atualidade.
Fruto desta investigação, estabeleceu-se um quadro de compreensão da presença da mulher nas práticas discursivas e institucionais, permitindo uma releitura do domínio artístico em Portugal neste período, colocando-o a par de outros países no que concerne a estudos de género.

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O que  sobre o livro escreveu Valdemar Cruz no semanário Expresso desta semana:

«Em 1943, a galeria de Peggy Guggen­heim organizou, com Marcel Duchamp, uma inovadora exposição com 31 artistas mulheres. Ao fazê-lo, marcava uma posição e lançava uma questão perturbadora para o interior da arte de vanguarda: estariam as mulheres condenadas ao papel de musas, quase sempre reduzidas a objeto no qual incide a voluptuosidade do olhar masculino? A questão atravessa como lâmina cortante grande parte deste intenso e fundamental trabalho de Manuela Hargreaves, apostado em analisar e problematizar o papel das mulheres numa nova perceção da história da arte contemporânea em Portugal e também na construção das práticas discursivas das principais instituições culturais portuguesas a partir dos anos de 1960. O longo, penoso, quase sempre difícil percurso das mulheres na luta pela eliminação das desigualdades mantém uma atualidade perversa, não obstante os óbvios progressos conseguidos nas últimas décadas. Ao concentrar-se no percurso e na intervenção das mulheres no campo exterior à criação artística, a autora abre caminho para uma melhor compreensão do modo como, sem perder de vista o carácter ainda excecional de cada caso, algumas mulheres conseguiram impor-se como curadoras, colecionadoras, galeristas, críticas de arte ou investigadoras, num processo que, tardio em Portugal, acompanha as transformações antes iniciadas noutras partes do globo. Com uma investigação baseada em 17 entrevistas presenciais a mulheres ligadas à direção de fundações, museus, galerias, ensino superior, crítica, colecionismo e curadoria, a autora apresenta ainda a singularidade de casos como os de Dulce d’Agro, Salette Tavares, Ana Hatherly, Etheline Rosas, Maria Nobre Franco e Madalena Azeredo Perdigão, que em tempos diferentes deram contributos essenciais para o esboço de um ideal de participação paritária da mulher na vida cultural e artística em Portugal». / VALDEMAR CRUZ».



sexta-feira, 18 de setembro de 2020

BERNARDINE EVARISTO | «Rapariga, Mulher, Outra»

 

Jornal Público /Ípsilon | 18 SET 2020


«Bernardine Anne Mobolaji Evaristo nasceu em Woolwich, sudeste de Londres, em 1959, quarta de oito filhos de uma professora de inglês e de um soldador nigeriano que chegou a Inglaterra em 1949. Tem raízes inglesas, irlandesas e alemãs por parte da mãe, e nigerianas e brasileiras pelo pai»


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«Rapariga, Mulher, Outra é uma comédia séria sobre gente É sobre o que há de universal no humano. Nele, a escritora mulheres negras, quebrando estereótipos e traçando um ele, ganhou o primeiro Booker Prize para uma escritora Atwood, no que foi visto como gesto de um simbolismo»


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SINOPSE

«As doze personagens centrais deste romance a várias vozes levam vidas muito diferentes: desde Amma, uma dramaturga cujo trabalho artístico frequentemente explora a sua identidade lésbica negra, à sua amiga de infância, Shirley, professora, exausta de décadas de trabalho nas escolas subfinanciadas de Londres; a Carole, uma das ex-alunas de Shirley, agora uma bem-sucedida gestora de fundos de investimento, ou a mãe desta, Bummi, uma empregada doméstica que se preocupa com o renegar das raízes africanas por parte da filha.
Quase todas elas mulheres, negras e, de uma maneira ou de outra, resultado do legado do império colonial britânico. As suas histórias, a das suas famílias, amigos e amantes, compõem um retrato multifacetado e realista dos nossos dias, de uma sociedade multicultural que se confronta com a herança do seu passado e luta contra as contradições do presente.
Um romance atual, brilhantemente escrito, que repensa as questões de identidade, género e classe com o pano de fundo do colonialismo, da emigração e da diáspora.
Força narrativa e escrita cativante num empolgante mosaico de histórias de vida que farão o leitor repensar a sua maneira de ver o mundo». Saiba mais.



quinta-feira, 17 de setembro de 2020

MATILDE CAMPILHO | «Flecha»




SINOPSE

«Este é um livro de histórias. Narrativas que foram surgindo um dia depois do outro, às vezes durante a tarde, outras logo pela manhã, e a maioria delas quando a noite já havia caído. Talvez o escuro seja mais propício às histórias. Seja como for, de uma maneira ou de outra, todas quiseram chegar-se à luz. Nem que fosse por um segundo. Umas chegaram-se tanto que passaram a ser, elas mesmas, a candeia que iluminou uma noite inteira. Nestas páginas estão retratos imaginários, e dentro desses retratos podem inscrever-se, à vez, coisas como: uma paisagem; um objeto; uma pedra; um bicho; um fogo; um gesto; um instrumento musical; um rosto; um deus. Por vezes, essas coisas vivas e mortas misturam-se num só retrato, como acontece na vida.»
— Matilde Campilho, Apresentação. Saiba mais. 

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Veja também aqui, no «Deus me Livro»



sábado, 29 de agosto de 2020

TERESA VEIGA | «Cidade Infecta»

 


«Numa pequena cidade do interior, onde a vida segue os trilhos da tradição, a tranquilidade dos moradores é violentamente interrompida pelo assassínio de uma mulher, e as ruas pacatas ganham sombras suspeitas sempre que cai o entardecer. Raquel e Anabela nada teriam em comum, não fosse uma determinação férrea em conduzir a vida familiar e a frequência de um curso de informática.

Mas apesar de diametralmente opostos, ou precisamente por isso, os seus traços de carácter acendem de imediato a chama da amizade. Quanto estão prestes a desvendar uma à outra os seus mais inconfessáveis segredos, eis que se abate sobre Oliveira uma nova e devastadora tragédia». Saiba mais.



quarta-feira, 19 de agosto de 2020

SALLY ROONEY | «Pessoas Normais»




«Connell e Marianne cresceram na mesma pequena cidade da Irlanda, mas as semelhanças acabam aqui. Na escola, Connell é popular e bem - visto por todos, enquanto Marianne é uma solitária que aprendeu com dolorosas experiências a manter-se à margem dos colegas. Quando têm uma animada conversa na cozinha de Marianne — difícil, mas eletrizante —, as suas vidas começam a mudar. Pessoas Normais é uma história de fascínio, amizade e amor mútuos, que acompanha a vida de um casal que tenta separar-se mas que acaba por entender que não o consegue fazer. Mostra-nos como é complicado mudar o que somos. E, com uma sensibilidade espantosa, revela-nos o modo como aprendemos sobre sexo e poder, o desejo de magoar e ser magoado, de amar e ser amado». Saiba mais.


sábado, 1 de agosto de 2020

MARY DEL PRIORE | «D. Maria I / As perdas e as glórias da rainha que entrou para a história como a "louca"»





«D. Maria I foi a primeira mulher a governar Portugal e ficou conhecida para a história como a «Rainha Louca». Mãe de D. João VI e avó do primeiro imperador do Brasil, teve um longo reinado de 38 anos – marcado por intensa atividade governativa, pela ação social e pelo desenvolvimento das artes e das ciências – e, no entanto, a sua vida conta com aspetos muito importantes não esclarecidos. A fim de lançar uma nova luz sobre esta figura marcante da história de Portugal, a historiadora Mary del Priore escreveu esta biografia». Saiba mais.


domingo, 26 de julho de 2020

SCARLETT CURTIS |«As Feministas Não Usam Cor-De-Rosa e Outras Mentiras»




SINOPSE
«Esta é uma coleção de ensaios inspiradores, escritos por diversas celebridades, ativistas e artistas, que aqui partilham o que significa para elas a palavra feminismo. Não existe apenas um significado, mas diversas vivências às quais se dá voz.
Divertido, com mensagens poderosas e pessoais, este livro foi escrito por mulheres para mulheres. É um testemunho repleto de inspiração, com críticas, desabafos e manifestos de mulheres extraordinárias.
Cada mulher tem uma história diferente para contar. É urgente sabermos ouvir».
Saiba mais.



domingo, 28 de junho de 2020

ANGELA DAVIS |«A Liberdade é uma luta constante»


«Nesta selecção de ensaios, entrevistas e discursos, a célebre activista e académica Angela Davis lança uma nova luz sobre as lutas contra a violência de Estado e a opressão em vários pontos do mundo – da Palestina à África do Sul –, desmontando as estruturas do sistema capitalista (patriarcado, supremacia branca, políticas imperiais) que apenas sobrevivem perpetuando conflitos. Reflexão sobre os combates históricos do movimento negro nos Estados Unidos, o lugar central do feminismo na desconstrução das relações de poder e a abolição do sistema prisional industrial, A Liberdade é Uma Luta Constante (2015) obriga-nos a olhar para lá do nosso quintal, para os «reservatórios de esperança e optimismo» que encontramos nas colectividades resistentes. Quando dar tréguas à injustiça é multiplicar formas de submissão, Angela Davis desafia-nos a dar o exemplo, fazendo a nossa parte por um movimento global de libertação humana».
Saiba mais.




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Veja mais obras de Ângela Davis


quinta-feira, 25 de junho de 2020

ANNA M. KLOBUCKA |«O Mundo Gay de António Botto»


SINOPSE
«Este ensaio reavalia a figura literária de António Botto como um fenómeno excepcional para a época, de um escritor que a partir do início dos anos 1920 corajosamente produz e coloca em circulação aberta (em revistas e livros acessíveis ao público leitor em geral) um discurso poético homoerótico sem precedentes no contexto não apenas português, mas também europeu e global.
O Mundo Gay de António Botto procura resgatar e dignificar a memória de Botto em face da sua reputação histórico-literária estabelecida como um «poeta menor», para muitos até «medíocre», acentuando o carácter extraordinário do seu trabalho cultural.
Botto conseguiu elevar-se das origens sociais humildes e estabelecer-se como um protagonista importante no meio literário português graças à sua escrita profundamente original, cujo mérito artístico e social era reconhecido por muitos que o apoiavam no seu percurso — com destaque particular para Fernando Pessoa — e que merece ser afirmado também na época contemporânea».

segunda-feira, 8 de junho de 2020

ARUNDHATI ROY | «Coração Rebelde»






Sinopse
Arundhati Roy é autora de dois romances prodigiosos: O Deus das Pequenas Coisas, vencedor do Booker Prize 1997, e O Ministério das Felicidade Suprema, publicado em 2017. Nas duas décadas que separam estas obras de ficção, a escritora dedicou-se ao ativismo político e iniciou um percurso marcado pela compaixão, pela frontalidade e pela coragem.
Coração Rebelde reúne os seis textos mais emblemáticos da sua vasta produção ensaística. São um grito em defesa da ecologia, do individuo e da sociedade, da justiça e da liberdade, por oposição à lógica destrutiva das elites financeiras, sociais, religiosas, militares e governamentais.
Polémicos e inconformistas, os seus ensaios pretendem dar início a um diálogo há muito adiado. Memórias de Arundhati Roy enquanto escritora e cidadã, da Índia e do mundo, trata-se de uma coletânea arrojada de uma mulher que não receia ser o arauto da dissidência. Saiba mais
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Do que Luciana Leiderfarb escreve sobre o livro no semanário Expresso desta semana: «(…)São seis textos que pertencem a um arco temporal amplo, entre finais dos anos 90 e 2016, o último dos quais surgido no rescaldo do ataque terrorista de 11 de setembro, em Nova Iorque. Mas trata-se de uma exceção: Arundhati quer gritar as profundas contradições daquele país imenso que é o seu, pejado de desigualdade e onde regras ancestrais determinam a ordem social. Não é por acaso que o ensaio de abertura, e o mais extenso do livro, seja “O Doutor e o Santo”, sobre a questão da omnipresença da casta na Índia atual através da oposição de duas figuras, Gandhi e B. R. Ambedkar — o primeiro a favor do sistema, o segundo seu detrator feroz. (…)».


sábado, 30 de maio de 2020

ISABEL STILWELL |«D. Manuel I - Duas Irmãs para um Rei»






SINOPSE
«Uma história fascinante de um homem que não nasceu para ser rei, que chegou ao trono depois de ver morrer o sobrinho e ver assassinar o irmão e o cunhado.
Isabel, viúva de Afonso, filho de D. João II, resistiu ao casamento. Mas Manuel era determinado. Desde aquele dia em que os seus olhares se cruzaram em Moura, sabia que Isabel havia de ser sua.
Por ela faria tudo, inclusive expulsar os hereges de Portugal, e depois os judeus. Mas mais uma vez a roda da fortuna girava e a sua felicidade durou pouco. Isabel morria no parto, e o seu único filho não sobreviveria. Era preciso garantir a descendência. Maria, irmã de Isabel, esperara, apaixonada, e o seu tempo tinha chegado. Seria rainha de Portugal e mãe de dez filhos, entre eles seis varões.
Um dos reis mais importantes da nossa História, construtor do império global português, numa época fascinante dos Descobrimentos, em que Lisboa se enche de espiões e especiarias». Saiba mais.

segunda-feira, 18 de maio de 2020

NOEMI JAFFE | «O que os Cegos Estão Sonhando»





«Em abril de 1945, cerca de um ano após ser presa pelos nazistas e enviada como prisioneira para Auschwitz, Lili Jaffe (cujo nome de solteira era Lili Stern) foi salva pela Cruz Vermelha e levada à Suécia. Lá, ela anotou num diário os principais acontecimentos por que havia passado: a captura pelos alemães, o quotidiano no campo, as transferências para outros locais de trabalho, mas também a experiência da libertação, a saudade dos pais e a redescoberta da feminilidade.
Esse diário — hoje depositado no Museu do Holocausto em Jerusalém e que, traduzido diretamente do sérvio, tem aqui a sua primeira publicação mundial — foi o ponto de partida para este livro absolutamente incomum, escrito e organizado por Noemi Jaffe. Em O Que os Cegos Estão Sonhando?, há três gerações de mulheres da mesma família que se debruçam sobre o horror de Auschwitz, no impulso — tão imprescindível quanto vão — de, como observa Jeanne Marie Gagnebin, tecer um agasalho “contra a brutalidade do real”». Saiba mais.


sexta-feira, 1 de maio de 2020

VIRGÍNIA WOOLF | «Um Quarto Que Seja Seu»




Sinopse
«Uma mulher tem de dispor de dinheiro e de um cantinho seu, para poder escrever ficção – Virginia Woolf». Um Quarto Que Seja Seu nasceu de duas dissertações subordinadas à temática «A Mulher e a Ficção», proferidas pela autora nas universidades femininas de Newnham e Girton, em Cambridge. Nelas Woolf reflecte sobre os efeitos que as condições de vida das mulheres têm sobre o que escrevem — a sua sujeição intelectual. Contudo, esta obra, plena de subtileza e espírito, é muito mais do que um ensaio sobre as mulheres e a ficção; trata-se de uma construção arquitectónica de ideias de todo o género, habilidosamente dispostas como ilustração do tema central». +.


quarta-feira, 22 de abril de 2020

VIRGÍNIA WOOLF | «a viagem»



«"A Viagem" é o primeiro romance publicado por Virginia Woolf em 1915. Em grande medida o tema da obra tem algo de um moderno rito de passagem para a maioridade, reflexo da mudança de Woolf da limitadora vida doméstica num subúrbio de Londres para o ambiente estimulante do Grupo de Bloomsbury. A protagonista, Rachel Vinrace, parte para a América do Sul, numa viagem de autodescoberta e Woolf aproveita para satirizar os costumes eduardianos através dos comportamentos dos passageiros. Neste romance estão já presentes as características que mais tarde hão de florescer plenamente na obra da autora, uma das mais inovadoras do século XX». Saiba mais.



sexta-feira, 10 de abril de 2020

CHARLOTTE PERKINS GILMAN |«Terra Delas»






«No início do século xx, três jovens amigos partem para uma expedição a terras longínquas — e acabam por ir parar à Terra Delas, um país extraordinariamente evoluído e civilizado, exclusivamente povoado por mulheres. Um dos três amigos é um ricaço sedutor e fanfarrão; o segundo é um médico sem vocação, alma romântica e cavalheiresca; o terceiro é sociólogo — e é esse o narrador desta história, o que a torna imediatamente hilariante: este sofisticado mundo feminino é-nos apresentado através do espanto absoluto de três representantes do mundo masculino, que vêem ir por água abaixo todas as ideias feitas que têm sobre o que são as mulheres e de que são capazes.
Uma ousada aventura no mundo da imaginação que é também uma deliciosa história de amor e amizade, e que nos confronta com a realidade, ainda não ultrapassada, da desigualdade de direitos e expectativas entre homens e mulheres.
Terra Delas dá a conhecer aos leitores portugueses a talentosa escritora norte--americana Charlotte Perkins Gilman, cujo pensamento e obra marcaram a história da emancipação feminista.
«Uma aventura que se lê como um romance de Júlio Verne» — Le Nouvel Observateur
«Uma importante obra feminista, há muito esquecida e publicada recentemente pela primeira vez em livro» — David Pringle, The Ultimate Guide to Science Fiction
«Um romance utópico feminista que se encontrava perdido» — Ann J. Lane, historiadora».



sábado, 25 de janeiro de 2020

Colleen McCullough | «As Senhoras de Missalonghi»


SINOPSE

Não tão bonita como a prima Alicia, nem tão dominadora como a mãe Drusilla, parece condenada a uma vida tranquila e de pobreza em Missalonghi, a pequena herdade da família nas Montanhas Azuis da Austrália. Mas é um século inteiramente novo, um tempo para novas ideias, novas e ousadas ações. E Missy está prestes a pôr a trabalhar todas as línguas hipócritas da cidade de Byron. Porque acaba de olhar para um desconhecido misterioso, desconfiado e incauto… que, embora não o parecendo, pode muito bem ser um príncipe encantado. Saiba mais.