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domingo, 9 de março de 2025

UMA VEZ MAIS «INVEJA BOA» | como outros viveram o «8 de março» na esfera da cultura ...


 F R A N Ç A

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«Depuis 2017, le ministère de la Culture a fait de la lutte contre les violences et le harcèlement sexistes et sexuels une priorité, en mettant en œuvre des plans d’actions dans le cinéma, la musique, le spectacle vivant, le livre et les arts visuels, dont la conditionnalité des aides est la mesure la plus emblématique. 

Cette conditionnalité s’applique selon les spécificités des secteurs en misant sur la prévention et la formation et en travaillant sur des dispositifs de signalement et de recueil de la parole, notamment grâce à la cellule d’écoute proposée par les partenaires sociaux du spectacle vivant et enregistré. Ces mesures essentielles doivent être étendues et renforcées dans un objectif renouvelé de tolérance zéro.

C’est pourquoi, la ministre de la Culture a décidé d’aller plus loin et de déployer un nouveau plan 2025 - 2027 de lutte contre les violences et le harcèlement sexistes et sexuels dans le secteur de la culture. 

Ce plan s’articule autour de quatre axes :

- prévenir et former plus massivement, 
- mieux repérer et signaler les faits de harcèlements et de violences, 
- agir et prendre des mesures rapidement, 
- renforcer l’accompagnement des victimes. (...)». Continue.

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E S P A N H A




«El Ministerio de Cultura celebra el Día Internacional de la Mujer 2025 con el lema ‘Iguales para crear, libres para vivir’

03/03/2025

  • Durante la semana, desarrollará una campaña en sus perfiles en redes sociales, que busca rescatar la memoria de mujeres españolas pioneras en distintos ámbitos de la cultura, para proyectar sus voces hacia el presente y el futuro
  • Los dieciséis Museos Estatales repartidos por el territorio ofrecerán una programación especial durante el mes con exposiciones, visitas temáticas, conferencias, conciertos, proyecciones o talleres familiares
  • El Ministerio de Cultura consolida su participación en el Festival Ellas Crean, con la apertura a cargo de la Compañía Nacional de Danza en el Museo Nacional del Prado, el ciclo Danza en los Museos o proyecciones en Filmoteca Española (...)». Continue.



sexta-feira, 28 de fevereiro de 2025

«O Movimento Democrático de Mulheres assinala o Dia Internacional da Mulher com manifestações por todo o país !»

 

«Somos mulheres perseverantes e confiantes que agimos de diversas formas para conquistar e fazer cumprir direitos das mulheres, na vida social e política, no trabalho, na saúde e na educação, na protecção social, na cultura e no desporto.

Conhecemos e sentimos bem as consequências de políticas, que não respeitam os valores da Revolução de Abril, nem os direitos consagrados na Constituição da República. Sentimos o peso das desigualdades, discriminações e violências, o agravamento da pobreza e o não reconhecimento social do incontestável contributo de várias gerações de mulheres contra as guerras e pela paz, por um país mais desenvolvido, justo e solidário. 

Acreditamos que as mulheres que querem tornar mais forte o movimento de resistência contra essas políticas estarão, desde já, motivando, dialogando e envolvendo mulheres de todas as idades, experiências profissionais e de vida. Unidas estaremos na construção e participação numa grandiosa Manifestação no Dia Internacional da Mulher50 anos após a primeira manifestação em liberdade, promovida pelo Movimento Democrático de Mulheres, numa expressão de grande unidade e força de mulheres.  

Estamos empenhadas e apelamos à ampla participação de mulheres no dia 8 de Março de 2025 - Dia Internacional da Mulher - na Manifestação Nacional de Mulheres promovida pelo MDM. Esta Manifestação será um momento alto de convergência de muitas mulheres, em diversos distritos, onde estarão presentes e visíveis diversas expressões da participação e movimentação de mulheres num compromisso alargado e comum de acção reivindicativa por uma sociedade onde a igualdade e a participação sejam vividas plenamente, os direitos respeitados, a justiça social e a paz uma realidade». 

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  1. O Movimento Democrático de Mulheres assinala o Dia Internacional da Mulher com manifestações por todo o país!

    Manifestação Nacional de Mulheres, 8 de Março:

    • Porto: 15h | Praça da Batalha à Avenida dos Aliados

    • Lisboa: 14h30 | Praça dos Restauradores à Praça do Município

    • Coimbra: 14h30 | Praça Princesa Cindazunda à Praça 8 de Maio

    • Aveiro: 14h30 | Avenida Dr. Lourenço Peixinho à Praça da República

    • Viseu: 14h | Largo de Santa Catarina à Praça da República

    • Évora: 14h30 | Praça do Giraldo à Praça 1.º de Maio

    • Torres Novas: 14h30 | Largo das Forças Armadas à Rua Maria Lamas

    • Mirandela: 14h | Concentração no Parque Luciano Cordeiro

    • Beja: 14.30h | Casa da Cultura à Rua de Mértola/Meia Laranja

    • Braga: 15h | Praça da República/Arcada

    • Guarda: 15h | Jardim José Lemos

    • Leiria: 15h | Praça Goa, Damão e Diu

    • Portalegre: 10.30h | Mercado Municipal à Praça do Rossio

    • Viana do Castelo: 15h | Praça da República




segunda-feira, 3 de fevereiro de 2025

DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES 2025 | TEMA |«Para TODAS as mulheres e meninas: Direitos. Igualdade. Empoderamento»

 




«No dia 8 de março de 2025, junte-se a nós para celebrar o Dia Internacional da Mulher com o tema: “Para TODAS as mulheres e meninas: Direitos. Igualdade. Empoderamento.”
O tema deste ano representa um chamado para ações que possam ampliar a igualdade de direitos, poder e oportunidades para todas, e um futuro feminista onde nenhuma seja deixada para trás. O empoderamento da próxima geração é central para essa ideia — a juventude, especialmente as jovens mulheres e meninas, será protagonista de mudanças duradouras.
O ano de 2025 é um momento crucial na busca global pela igualdade de gênero e pelo empoderamento das mulheres, pois marca o 30º aniversário da Declaração e Plataforma de Ação de Pequim. Adotado por 189 governos ao fim da 4ª Conferência Mundial sobre a Mulher, realizada em 1995 na cidade de Pequim, o documento continua sendo o instrumento mais progressista para a promoção dos direitos das mulheres e meninas em todo o mundo, contando com amplo apoio. A Plataforma orienta políticas, programas e investimentos que impactam áreas críticas de nossas vidas, como educação, saúde, paz, mídia, participação política, empoderamento econômico e eliminação da violência contra mulheres e meninas. É urgente abordar publicamente essas questões, junto com prioridades emergentes relacionadas à justiça climática e ao poder das tecnologias digitais, tendo em vista que faltam apenas cinco anos para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.
O 30º aniversário da Declaração e Plataforma de Ação de Pequim também chega em meio à crescente insegurança e a crises acumuladas, o que está diminuindo a confiança na democracia e encolhendo o espaço cívico. Só no ano passado, 612 milhões de mulheres e meninas viveram em meio à brutal realidade dos conflitos armados, que aumentaram flagrantes 50% em apenas uma década.
Sob a bandeira da campanha global da ONU Mulheres para marcar o 30º aniversário da Declaração e Plataforma de Ação de Pequim, “Para TODAS as Mulheres e Meninas”, o Dia Internacional da Mulher deste ano é um chamado à mobilização em três áreas principais:
1. Promover os direitos de mulheres e meninas: Lutar incansavelmente pelos direitos humanos de mulheres e meninas, desafiando todas as formas de violência, discriminação e exploração.
2. Promover a igualdade de gênero: Abordar barreiras sistêmicas, desmantelar o patriarcado, transformar desigualdades estruturais e elevar as vozes de mulheres e meninas marginalizadas, inclusive das mais jovens, para garantir inclusão e empoderamento.
3. Fomentar o empoderamento: Redefinir estruturas de poder garantindo acesso inclusivo à educação, ao emprego, à liderança e aos espaços de decisão. Priorizar oportunidades para que jovens mulheres e meninas liderem e inovem.
Engaje mídia, líderes empresariais, governos, líderes comunitários, sociedade civil e juventude, bem outros grupos com influência, para agir em suas comunidades. Peça aos líderes para investirem na promoção dos direitos das mulheres e da igualdade de gênero. Compartilhe histórias e mensagens do Dia Internacional da Mulher nas plataformas digitais para gerar diálogo e inspirar ações.
Juntas, podemos ser a geração que fecha as lacunas para alcançar a igualdade de gênero.
A Declaração e Plataforma de Ação de Pequim transformou a agenda dos direitos das mulheres:
1. Proteção Legal: Antes de 1995, apenas 12 países tinham sanções legais contra a violência doméstica. Hoje, existem 1.583 medidas legislativas em vigor em 193 países, incluindo 354 direcionadas especificamente à violência doméstica. Essas leis representam uma recusa coletiva em tolerar abusos e impunidade.
2. Acesso a serviços: A Plataforma de Ação de Pequim exigiu serviços essenciais como abrigos, assistência jurídica, aconselhamento e cuidados de saúde para as sobreviventes da violência. Esses serviços se expandiram globalmente, oferecendo uma ajuda vital para muitas mulheres e meninas.
3. Engajamento juvenil: A agenda de Pequim inspirou uma nova onda de feministas jovens que estão agora envolvidas em movimentos pela justiça de gênero, utilizando plataformas digitais e impulsionando o ativismo pela igualdade.
4. Mudança de normas sociais: O acordo alcançado na 4ª Conferência Mundial sobre a Mulher desencadeou movimentos pelos direitos das mulheres em todo o mundo, desafiando estereótipos, ideias e práticas prejudiciais, e abrindo caminho para políticas, leis e instituições sensíveis à igualdade de gênero.
5. Participação das mulheres na paz: A Plataforma de Ação de Pequim enfatizou a necessidade de aumentar a participação plena e igualitária das mulheres em todos os níveis de resolução e prevenção de conflitos, inclusive na tomada de decisões. Hoje, existem 112 países com Planos de Ação Nacionais sobre mulheres, paz e segurança – um aumento significativo em relação aos 19 de 2010. Esses instrumentos têm sido fundamentais para facilitar a participação das mulheres na construção da paz e na recuperação pós-conflito, permitindo seu acesso a posições de tomada de decisão e abrindo caminho para novas leis que combatam a violência sexual em conflitos.
Apesar dos avanços significativos nos direitos das mulheres desde a adoção da Plataforma de Ação de Pequim em 1995, o mundo está enfrentando crises novas e relacionadas, bem como a erosão dos direitos. Neste Dia Internacional da Mulher, junte-se à ONU Mulheres para seguir em frente pelos direitos das mulheres. Não podemos dar um passo atrás».
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