Mostrar mensagens com a etiqueta MNAA. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta MNAA. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 13 de agosto de 2025

VERÃO NO MNAA

 


«Novas narrativas para o Verão no MNAA: Uma seleção de obras-primas da pintura europeia O acerto de calendário das obras de remodelação que determinarão o encerramento temporário do MNAA, permitiu reabrir, até ao final do Verão, nove salas da coleção de pintura europeia. É uma possibilidade de mantermos visíveis algumas das obras fundamentais da coleção, mas é também uma oportunidade de criarmos novos arranjos e uma ligação diferente entre algumas obras»





segunda-feira, 18 de dezembro de 2023

«O BELO, A SEDUÇÃO E A PARTILHA»

 


O BELO, A SEDUÇÃO E A PARTILHA
Obras da Coleção Maria e João Cortez de Lobão
A Virgem com o Menino e Santos de Ventura di Moro


«(...) O tríptico da coleção da Fundação Gaudium Magnum que agora se expõe é um excelente exemplo da qualidade de trabalho de Ventura di Moro, mas também do atavismo das suas composições, que retomam os modelos radicados remotamente na severidade da obra de Giotto. Num fundo dourado, e sobre um chão uniforme, a que a gradação cromática pretende dar uma certa ilusão de perspetiva, repartem-se, à maneira tradicional, dois pares de santos, nas tábuas laterais, e a Virgem no Trono com o Menino Jesus no colo, no painel central. O trono da Virgem mostra também a mesma intenção de criar um espaço em perspetiva, ao mesmo tempo que a relação da Mãe com o Menino reflete uma atitude de extrema humanidade e ternura». Saiba mais.







sexta-feira, 6 de outubro de 2023

«JODICE - CANOVA»|«Esta exposição coloca em diálogo dois artistas italianos de épocas diferentes: um dos maiores escultores do neoclassicismo europeu e um dos maiores intérpretes da fotografia contemporânea italiana e internacional; uma união que combina o ideal e o real, o corpo e a alma, a matéria e a imagem» | NO MUSEU DE ARTE ANTIGA

 

Amore e Psiche GiacentiCréditos Mimmo Jodice


«Jodice – Canova

Exposição fotográfica de Mimmo Jodice

artes
7 setembro a 29 outubro 2023
vários horários
Museu Nacional de Arte Antiga

O Museu Nacional de Arte Antiga e o Instituto Italiano de Cultura de Lisboa apresentam a nova exposição temporária: Jodice – Canova. Exposição Fotográfica de Mimmo Jodice.
Esta exposição coloca em diálogo dois artistas italianos de épocas diferentes: um dos maiores escultores do neoclassicismo europeu e um dos maiores intérpretes da fotografia contemporânea italiana e internacional; uma união que combina o ideal e o real, o corpo e a alma, a matéria e a imagem.
Com 51 imagens a preto e branco, realizadas no início dos anos 90, Domenico “Mimmo” Jodice (n. 1934) percorre as principais etapas da produção do escultor Antonio Canova (1757-1822), num diálogo entre linguagens artísticas de grande impacto visual.
Mimmo Jodice interpreta 17 esculturas de Canova com 51 fotografias, quatro ou cinco das quais dedicadas a cada obra de arte. Procura uma ligação visceral com o escultor, com a sua visão, com o seu processo criativo e, ao aproximar-se das esculturas, revive o corpo natural, exalta a suavidade da carne, trazendo-as de volta à vida.
Antonio Canova nas suas obras tenta alcançar a ideia absoluta do “Belo”, concebido de acordo com os princípios neoclássicos da forma pura, desprovida de qualquer tipo de paixão, tormento e excesso.
Jodice através das suas fotografias consegue não apenas repropor esta tensão estática, a beleza e a leveza das personagens, mas enfatiza estes elementos concentrando-se sobre alguns tratos e zoomando nos rostos, dá uma nova vida às obras de arte tornando-as muito contemporâneas. Na escolha dos detalhes Jodice não procura a beleza mas a intensidade.
Terça a domingo, das 10h às 18h» - Na Agenda Cultural de Lisboa.


segunda-feira, 14 de agosto de 2023

NO MUSEU NACIONAL DE ARTE ANTIGA|«O Belo, a Sedução e a Partilha»

 




«O BELO, A SEDUÇÃO E A PARTILHA
Obras da Coleção Maria e João Cortez de Lobão
A Assunção da Virgem de Agostino Masucci

Obra de particular interesse, tanto pela sua excecional qualidade estética, como pelo valor documental, constitui uma versão final para o grande retábulo executado para a capela-mor da Sé de Évora, em 1734.
Trata-se de um raríssimo modelo para um dos principais empreendimentos pictóricos do reinado de D. João V, da autoria de Agostino Masucci (1690-1758), um dos pintores mais importantes que trabalharam para a corte joanina ao longo da primeira metade do século XVIII. Efetivamente, Masucci executou diversas obras para clientela portuguesa, desde 1716, pintando em 1728 para o paço Real dos Duques de Bragança em Vila Viçosa, e tendo sobretudo adquirido maior prestígio, e a preferência do soberano, quando das encomendas para Mafra, no início da década de 1730. Após a encomenda para a capela-mor e presbitério da Sé de Évora, voltará a trabalhar para Portugal, a partir de 1742, para a capela São João Baptista, na igreja de São Roque, para a remodelação da Patriarcal do Paço, no ano seguinte e, já em finais do reinado de D. João V, para o altar-mor da Igreja dos Barbadinhos Italianos.
A obra para a Sé de Évora é representativa da evolução da obra de Masucci no seu amadurecimento mais classicizante, «marattesco», e menos aberto às permeabilizações do Barrochetto, que constituirá o arquétipo da sua pintura nas décadas seguintes, estabelecendo uma ligação estreita com o classicismo da segunda metade do século, veiculado por autores como Batoni ou Mengs». Saiba mais.






quarta-feira, 12 de janeiro de 2022

«LOUISE MAUDUIT - UMA NOVA PINTORA NO MNAA» | exposição de 11 Jan 2022 a 27 Mar 2022 | LISBOA

 

«Em 1987 o Museu Nacional de Arte Antiga recebeu, no legado de Maria Luisa Moutinho, um Retrato de Senhora atribuído ao pintor neoclássico francês Pierre Narcise Barron-Guerin (1774-1883), proveniente da coleção do seu pai, o jornalista Augusto Pina (1872-1938), e do seu tio, o crítico de arte Mariano Pina (1860-1899). Só em 2021 a pintura teve um tratamento de conservação pelo conservador-restaurador Raúl Leite, do Laboratório José de Figueiredo, revelando-se então uma assinatura, propositadamente escondida, que permitiu a identificação da obra como sendo da pintora francesa Louise Mauduit (1784-1862) e uma reavaliação do seu tema como a representação de uma «ninfa».
Louise Marie-Jeanne Mauduit (depois do seu casamento, Louise Hersent) nasceu em Paris, filha do professor de geometria e arquiteto Antoine-René Mauduit (1731-1815). Casou em 1821 com o pintor Louis Hersent (1784-1862). Na casa de ambos, na rue Cassete, em Paris, Louise criou uma escola de pintura destinada a mulheres. A geração de Louise Mauduit, beneficiando da abertura da Academia e dos Salons introduzida pela Revolução, marcou definitivamente a presença das mulheres, em número e qualidade, na arte francesa».

sexta-feira, 26 de novembro de 2021

NO MUSEU NACIONAL DE ARTE ANTIGA | «OBRA CONVIDADA ALONSO SÁNCHEZ COELLO Infanta Isabel Clara Eugénia com Magdalena Ruiz Museo Nacional del Prado, Madrid»

 

«(...)A figura da infanta, com uma das mãos apoiada na cabeça de Magdalena Ruiz, remete para outros retratos femininos da dinastia dos Habsburgos. A inclusão da imagem paterna – um retrato dentro do retrato, reproduzindo o busto em alabastro de Pompeo Leoni – servia para reforçar o porte majestático do modelo. A presença da anciã – uma criada muito próxima, vinculada à corte espanhola durante o reinado de Carlos V e de Isabel de Portugal – é igualmente um elemento que reforça o sentido da tradição e da continuidade familiar.
A composição revela, por outro lado, curiosas referências filoportuguesas: a infanta exibe uma indumentária com as cores do cerimonial luso (ouro sobre branco) e Magdalena Ruiz – que, em 1581, acompanhara Filipe II a Portugal – ostenta, por sua vez, um colar de coral – eventual recordação dessa viagem – e sustém entre as mãos dois pequenos macacos, oriundos da América amazónica». Leia na integra.