Mostrar mensagens com a etiqueta Museu do Chiado. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Museu do Chiado. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 30 de dezembro de 2025

EXPOSIÇÃO|«O que elas viram, o que nós vemos»

 

«A exposição O que elas viram, o que nós vemos está patente até 1 de fevereiro de 2026, no Museu Nacional de Arte Contemporânea do Chiado.

As mulheres estiveram presentes numa das mais importantes revoluções tecnológicas do século XIX – a invenção da fotografia. No entanto, o seu reconhecimento, quer como fotógrafas profissionais, quer como amadoras, tem sido tardio. Desde a década de 1850 que utilizaram a fotografia para autorrepresentação, como hobby, fundaram estúdios comerciais ou continuaram negócios familiares, desempenhando diversas funções técnicas em laboratórios fotográficos.
Esta exposição resulta de um trabalho de investigação e apresenta, a obra de três destacadas fotógrafas amadoras portuguesas, evidenciando a sua relevância. Margarida Relvas e Mariana Relvas, respetivamente filha e segunda mulher do reconhecido fotógrafo Carlos Relvas, e Maria da Conceição de Lemos de Magalhães, que neste período desenvolvem uma obra fotográfica de exceção, revelando a viragem de uma estética romântica para o Pictorialismo Fotográfico internacional.
A exposição apresenta um conjunto inédito de provas originais do seu trabalho e uma diversidade de técnicas e géneros, a par de publicações e correspondência, oriundas de distintas coleções públicas e privadas.
Propõe-se, assim, dar a conhecer e divulgar a obra destas autoras, retirando-as das sombras do arquivo e inscrevendo o seu percurso, tantos anos depois, na história da fotografia. (...)». Saiba mais.


domingo, 7 de junho de 2020

MUSEU NACIONAL DE ARTE CONTEMPORÂNEA DO CHIADO | «Como Silenciar uma Poeta / Susana Mendes Silva»




“Como silenciar uma poeta”  
Exposição e Performances
Susana Mendes Silva no Museu Nacional de Arte Contemporânea
10 de junho a 30 de agosto


«O livro “Decadência” da poeta Judith Teixeira foi apreendido e queimado em 1923, no Convento de São Francisco, nas antigas instalações do Governo Civil de Lisboa com entrada pela Rua Capelo, hoje parte integrante do Museu Nacional de Arte Contemporânea. Como refere Vítor Silva Tavares, após 1927 Judith desaparece temporariamente de Portugal e dá-se um "emudecimento definitivo de uma voz tão incisivamente lançada à agitação". Mas a potência destrutiva que silencia as e os artistas é muitas vezes revertida pela prática de se manter como presença fantasmática ao longo das décadas. (...)». Leia na integra.