terça-feira, 10 de março de 2026
MUSEU DO PRADO | visibilidade ao legado das mulheres na arte e na cultura através de uma aplicação digital desenvolvida pela Universidade de Salamanca
segunda-feira, 10 de novembro de 2025
«Cuidar también es un arte»
en especial, puntualiza el museo, “a esas personas mayores que se han ocupado de las generaciones más jóvenes y ahora sufren la brecha digital”». Veja aqui.
quarta-feira, 19 de abril de 2023
«EL PRADO EN FEMENINO - Nuevo volumen de la colección Itinerarios del Museo del Prado, un acercamiento a la colección permanente del museo a través de un itinerario expositivo»
«La formación de las colecciones del Museo del Prado está íntimamente ligada a la labor de promoción artística que desarrollaron las mujeres más representativas de las casas reales europeas, desde Isabel I de Castilla a Isabel II. Sin embargo, a menudo paseamos por sus salas sin reparar en ello, sin advertir que algunas de sus obras maestras son fruto de un patronazgo en femenino. Con el propósito de narrar la historia del Museo desde un punto de vista más amplio e inclusivo, este itinerario dirige su mirada y la nuestra hacia aquellas mujeres que comisionaron algunas de las obras de arte más emblemáticas de esta institución, mujeres cuyas actuaciones coinciden con los años comprendidos entre el nacimiento de Isabel la Católica (1451) y la muerte de Isabel Clara Eugenia (1633). Estas reinas, princesas, regentes y gobernadoras, que desempeñaron un papel fundamental en los principales escenarios del poder, fueron responsables, en gran medida, de la internacionalización de la Monarquía Hispánica.
Este recorrido expositivo nos invita, pues, a explorar nuevas narrativas, a conocer relatos tan originales como sorprendentes, en los que las mujeres son protagonistas por derecho propio, como es el caso que nos ocupa: el de estas promotoras artísticas, patronas de las artes, mujeres que contribuyeron poderosamente a formar algunas de las colecciones más valiosas de este Museo». Saiba mais.
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021
«LAS INVITADAS. FRAGMENTOS SOBRE MULHERES, IDEOLOGIA E ARTES PLÁSTICAS EM ESPANHA (1833-1931)» | No Museu do Prado
«(...)La primera exposición que organiza el Museo Nacional del Prado tras su reapertura, “Invitadas”, tiene como objetivo ofrecer una reflexión sobre el modo en el que los poderes establecidos defendieron y propagaron el papel de la mujer en la sociedad a través de las artes visuales, desde el reinado de Isabel II hasta el de su nieto Alfonso XIII. En este tiempo el Museo del Prado se convirtió en elemento central de la compra y exhibición de arte contemporáneo y desempeñó un papel sustancial en la construcción de la idea de escuela española moderna. (...)». Leia mais.
«O Museu do Prado resolveu não só reabrir as suas exposições como apresentar uma faixa menos conhecida da arte espanhola cobrindo quase todo o século XIX e o primeiro terço do XX; mas não mostrou à toa, apresentando apenas a qualidade e variedade da pintura dessas épocas, mais alguma escultura e artes decorativas, traçou um propósito e investigou um tema e uma mentalidade com documentos figurativos exemplares, independentemente das opções estéticas que iam variando, romantismo, realismo burguês, naturalismo... “Fragmentos” lhe chamou, com inteira pertinência, pois a multiplicidade dos temas e das obras divide-se em diversos capítulos, 17 no total: sobre o olhar e o poder masculino nas artes plásticas e a submissão, real ou fictícia, da mulher até às manifestações de revolta e, sobretudo, de independência de algumas mulheres artistas.
O percurso, num claro audioguia, vai da imagem da rainha à da prostituta, pobre ou de luxo, do retrato de aparato ao voyeurismo do nu, este com os mais diversos pretextos, da saída do banho à representação “histórica” da escrava, da mulher feita à criança impúbere, em imagens de uma pedofilia apenas disfarçada, impraticável no nosso tempo. Pedofilia e agressão que uma obra bem significativa documenta: “O Sátiro” (1908), de Antonio Fillol (1870-1930); imagem de um pátio de prisão onde uma menina se recusa a olhar para uma fila de reconhecimento onde se encontra o seu agressor. Acontece que, ao contrário das obras “pedófilas”, esta foi recusada por um júri.
Da mulher modelo, a mostra passa à mulher artista remetida a géneros considerados menores, a cópia, a natureza-morta, a miniatura, ou a artes “menores” também; não esquece, porém, aquelas mulheres artistas que souberam afirmar-se tantas vezes tendo o autorretrato como arma e manifesto de independência, como acontece com uma artista nascida em Portugal, Maria Roësset (Espinho, 1882-Manila, 1921)». Luís Porfirio | Expresso | 12|02|2021.





