Sinopse
sábado, 2 de maio de 2020
«Women in Comics: Looking Forward and Back»
«Over 50 women cartoonists from vintage comic strips to cutting edge
graphic novels explore themes common to the female experience such as
love, sexuality, motherhood, creativity, discrimination, and
independence. 75 works drawn from the collection of the author and
herstorian Trina Robbins show a progression of witty women from the
Flapper era to the psychedelic women’s comix of the 1970s, including
original drawings from Nell Brinkley, Dale Messick, Tarpé Mills, and
Lily Renee. Women struggled for recognition in the male-dominated field
of newspaper comic strips and thrived with popular characters like the
Brinkley Girls, Flapper Fanny, Mopsy, and Brenda Starr. Women drew
adventure, superhero, and romance stories for comic books during World
War II, until the men came home and claimed their jobs. Women came back
to comics in the 1970s. Artists Ramona Fradon (DC) and Marie Severin
(Marvel) drew mainstream characters like Aquaman and Plastic Man, while
artists Trina Robbins, Barbara “Willy” Mendes, and Jewlie Goodvibes
created independent underground comix aimed specifically at female
readers. (…)». Saiba mais.
sexta-feira, 1 de maio de 2020
VIRGÍNIA WOOLF | «Um Quarto Que Seja Seu»
Sinopse
«Uma mulher tem de dispor de dinheiro e de um cantinho seu, para poder escrever ficção – Virginia Woolf». Um Quarto Que Seja Seu nasceu de duas dissertações subordinadas à temática «A Mulher e a Ficção», proferidas pela autora nas universidades femininas de Newnham e Girton, em Cambridge. Nelas Woolf reflecte sobre os efeitos que as condições de vida das mulheres têm sobre o que escrevem — a sua sujeição intelectual. Contudo, esta obra, plena de subtileza e espírito, é muito mais do que um ensaio sobre as mulheres e a ficção; trata-se de uma construção arquitectónica de ideias de todo o género, habilidosamente dispostas como ilustração do tema central». +.
quinta-feira, 30 de abril de 2020
HUGO GONÇALVES | «Filho da Mãe»
Perto de fazer quarenta anos, Hugo Gonçalves recebeu o testamento do avô materno dentro de um saco de plástico. Iniciava-se nesse dia uma viagem, geográfica e pela memória, adiada há décadas. O primeiro e principal destino: a tarde em que recebeu a notícia da morte da mãe, a 13 de Março de 1985, quando regressava da escola primária.
Durante mais de um ano, o escritor procurou pessoas e lugares, resgatando aquilo que o tempo e a fuga o tinham feito esquecer ou o que nem sequer sabia sobre a mãe. Das férias algarvias da sua infância aos desgovernados anos de Nova Iorque, foi em busca dos estilhaços do luto a cada paragem: as cassetes com a voz da mãe, os corredores do hospital, o colégio de padres, uma cicatriz na perna, o escape do amor romântico, do sexo e das drogas ou uma roadtrip com o pai e o irmão.
Esta é uma investigação pessoal, feita através do ofício da escrita, sobre os efeitos da perda na identidade e no caráter. É um relato biográfico —tão íntimo quanto universal —sobre o afeto, as origens, a família e as dores de crescimento, quando já passámos o arco da existência em que deixamos de fantasiar apenas com o futuro e precisamos de enfrentar o passado. É também, inevitavelmente, uma homenagem à figura da mãe, ineludível presença ou ausência nas nossas vidas. Sem saber o que iria encontrar na viagem, o autor percebeu, pelo menos, uma coisa: quem quer escrever sobre a morte acaba a escrever sobre a vida. Saiba mais.
Durante mais de um ano, o escritor procurou pessoas e lugares, resgatando aquilo que o tempo e a fuga o tinham feito esquecer ou o que nem sequer sabia sobre a mãe. Das férias algarvias da sua infância aos desgovernados anos de Nova Iorque, foi em busca dos estilhaços do luto a cada paragem: as cassetes com a voz da mãe, os corredores do hospital, o colégio de padres, uma cicatriz na perna, o escape do amor romântico, do sexo e das drogas ou uma roadtrip com o pai e o irmão.
Esta é uma investigação pessoal, feita através do ofício da escrita, sobre os efeitos da perda na identidade e no caráter. É um relato biográfico —tão íntimo quanto universal —sobre o afeto, as origens, a família e as dores de crescimento, quando já passámos o arco da existência em que deixamos de fantasiar apenas com o futuro e precisamos de enfrentar o passado. É também, inevitavelmente, uma homenagem à figura da mãe, ineludível presença ou ausência nas nossas vidas. Sem saber o que iria encontrar na viagem, o autor percebeu, pelo menos, uma coisa: quem quer escrever sobre a morte acaba a escrever sobre a vida. Saiba mais.
quarta-feira, 29 de abril de 2020
29 ABRIL | HOJE É DIA INTERNACIONAL DA DANÇA | Lembremos Alicia Alonso
International Dance Day
«In the present year 2020, the world of dance and art in general celebrates the Centennial of Alicia Alonso Primma Ballerina Assoluta. The entire world has witnessed the art of Alicia Alonso, an artist who brought dance to the highest expression of art».
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