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segunda-feira, 14 de março de 2022

AMIA SRINIVASAN | «O DIREITO AO SEXO/FEMINISMO NO SÉCULO XXI» | «Arguto e profundamente humano, O Direito ao Sexo renova a maneira como discutimos, ou evitamos discutir, os problemas e a política do sexo. Das relações entre alunos e professores à legalização da prostituição, dos incels (celibatários involuntários) ao movimento #MeToo, este livro relata-nos a história e o futuro do feminismo, escrito num tom e numa abordagem de grande seriedade intelectual. (...)»

 

SINOPSE

Arguto e profundamente humano, O Direito ao Sexo renova a maneira como discutimos,  ou evitamos discutir, os problemas e a política do sexo. Das relações entre alunos e professores à legalização da prostituição, dos incels (celibatários involuntários) ao movimento #MeToo, este livro relata-nos a história e o futuro do feminismo, escrito num tom e numa abordagem de grande seriedade intelectual.
Não sabemos qual será o futuro do sexo - mas talvez possamos imaginá-lo, com a ajuda deste livro espantoso de Amia Srinivasan. Ela explica o que significa o sexo no nosso mundo atual, animada pela esperança de um mundo diferente. Recupera uma antiga tradição feminista que não receava ver no sexo um fenómeno político. E debate um conjunto de relacionamentos problemáticos, entre discriminação e favoritismo, pornografia e liberdade, violação e injustiça racial, punição e responsabilização, alunos e professores, prazer e poder, capitalismo e libertação.
O Direito ao Sexo - Feminismo no Século XXI é uma provocação e uma promessa, que renova muitos dos nossos debates políticos mais urgentes e leva a que nos interroguemos sobre o que significa sermos livres.

 


quinta-feira, 17 de fevereiro de 2022

«IMAGENS DA MULHER»

 


Sinopse

A equipa formada por Georges Duby e Michelle Perrot lançou a História da Vida Privada e a História das Mulheres. Entretanto, recolheram e reconheceram muito material iconográfio, a que se pode chamar "suplementos de prova". Segundo Georges Duby, de há umas poucas décadas a esta parte o historiador não trabalha só com textos; deixando de se interessar primordialmente pelos acontecimentos, investiga as correntes profundas que lhes estão subjacentes, servindo-se da arqueologia, da semiótica, da iconografia.
É todo esse material iconográfico que está reunido neste livro. Saiba mais.



segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022

«GRANDES HISTÓRIAS DE AMOR»

 



SINOPSE

Incendeiam este livro histórias de amores arrebatadores como os de D. Pedro I e D. Inês de Castro, Simone de Beauvoir e Jean-Paul Sartre, Almeida Garrett e a viscondessa da Luz, Ava Gardner e Frank Sinatra, Oscar Wilde e Lord Alfred Douglas, John Lennon e Yoko Ono, Snu Abecassis e Francisco Sá Carneiro. Afinal, como escreveu Luís de Camões, o amor é «fogo que arde sem se ver». O fogo que arde neste livro pode não se ver, mas queima.
Os grandes amores desafiam as barreiras do tempo e do espaço e, muitas vezes, é a sua dimensão trágica que os mitifica e eterniza. Nestas páginas há histórias de amor heterossexual e homossexual, antigas e modernas, famosas e menos conhecidas, mas todas elas capazes de nos fazer suster a respiração. +. 


domingo, 28 de novembro de 2021

DOSTOIEVSKI |«A Submissa»

 



«Esta narrativa, publicada pela primeira vez em 1876, fala-nos das recordações de um prestamista cuja mulher se suicidou. O corpo da mulher está estendido sobre a mesa enquanto o monólogo decorre. O narrador tenta compreender o que se passou.

Pouco a pouco, vão-se delineando as causas do que aconteceu. A submissa morreu porque o marido matou o seu amor. Ela era demasiado casta e pura para poder ser a esposa que o homem desejava.

Na verdade, este tinha a psicologia de um ressentido contra a sociedade, o que levou a transformar o seu amor em tirania». +.



quarta-feira, 11 de agosto de 2021

CESARE PAVESE | «O Belo Verão»

 


Vive-se um verão quente, festivo, leve, e Ginia, de dezasseis anos, anseia por aventura. Conhece então Amelia, jovem sofisticada que se move pelo meio cultural boémio, e com ela descobrirá um mundo novo de liberdade intoxicante, repleto de prazeres reservados apenas àquela estação – andar pelos campos para lá das colinas, abrir as janelas e sentir o perfume da noite, descobrir o que há por detrás de um cortinado vermelho. O Belo Verão é uma história intensa e delicada sobre a perda da inocência e o primeiro amor, narrada por um dos mais talentosos autores italianos do século xx. Escrito na primavera de 1940, mas publicado apenas em 1949, O Belo Verão foi distinguido em 1950 com o Prémio Strega. Saiba mais.




terça-feira, 22 de junho de 2021

«elas estiveram nas prisões do fascismo»

 




Elas estiveram nas prisões do fascismo «aborda a situação jurídica das mulheres entre 1933 e 1974, as condições prisionais que enfrentaram, as lutas sociais e movimentações democráticas em que participaram, bem como um breve historial das organizações femininas de orientação democrática».

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O próximo lançamento decorrerá às 15:00 do próximo dia 26 de Junho
 na Casa do Alentejo, em Lisboa.




sábado, 22 de maio de 2021

LEILA SLIMANI | «O país dos outros»




SINOPSE

Da aclamada autora franco marroquina Leïla Slimani, uma atmosférica e inquietante saga familiar que põe em relevo uma mulher enredada entre duas culturas, dividida entre a dedicação à família e o amor à liberdade com que cresceu.
Em 1944, Mathilde, uma jovem alsaciana, apaixona-se por Amine, um oficial marroquino que combate no exército francês durante a Segunda Guerra Mundial. Terminada a guerra, o casal muda-se para Marrocos e instala-se perto de Meknés. Amine dedica-se a recuperar a quinta herdada do pai, tentando arrancar frutos de uma terra pedregosa e estéril.
Enquanto isso, Mathilde começa a sentir o jugo dos costumes conservadores do novo país, tão sufocante quanto o seu clima. Nem a maternidade apaga a solidão que sente no campo, longe de tudo, num lugar que não é o seu e a verá sempre como estrangeira. 

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E da critica de Luís M..Faria no semanário Expresso da semana passada:

«(...)

Nos meses seguintes, o desespero continua, e Mathilde rapidamente conclui que o marido deixou de ser o homem que ela conheceu, transformando-se em alguém exclusivamente preocupado com trabalho. Quanto a ela, perdeu o lugar de onde era sem ganhar um novo, pois nem o país lhe pertence realmente nem ele a ela. Mathilde será sempre a estrangeira, e Marrocos será sempre o país dos outros, dos homens que esperam que as mulheres aguentem e não se queixem e das mulheres cujas expectativas também não passam daí. O alheamento estende-se a Amine, casado com uma francesa numa altura em que o ressentimento contra os colonos está em crescendo e atos como o seu são vistos de forma cada vez mais negativa. Embora continue a amar a sua mulher, também ele está longe de ser feliz. “Tinha a sensação de que a sua vida era regida por um movimento de pêndulo descontrolado. Por vezes, sentia uma necessidade violenta e cruel de regressar à sua cultura, de amar de corpo e alma o seu deus, a sua língua e a sua terra, e a incompreensão de Mathilde punha-o fora de si. Queria uma mulher parecida com a mãe, que o compreendesse nas entrelinhas, que tivesse a paciência e a abnegação do seu povo, que falasse pouco e trabalhasse muito. Uma mulher que o esperasse ao final do dia, silenciosa e dedicada, e que o observasse enquanto comia e encontrasse nisso toda a sua felicidade e a sua glória. Mathilde fazia dele um traidor e um herege.”



sexta-feira, 21 de maio de 2021

VÍTOR SERPA |«Os Velhos»

 


SINOPSE

Deveria ter sido, apenas, uma simples consulta de rotina. Foi o começo de um inesperado internamento.
Uma dura experiência de vida, contada na primeira pessoa, onde também se revela o desconhecido mundo dos doentes em isolamento hospitalar e se alerta para o drama escondido do sofrimento dos velhos que nem têm quem os queira de volta. Saiba mais.



quarta-feira, 12 de maio de 2021

JAVIER MARÍAS | «Berta Isla»

 



Berta Isla é a história de uma mulher que espera e se transforma. A história de um amor imperfeito, como o são todos.



SINOPSE

«Berta casou com Tomás pensando que o conhecia desde sempre mas, na realidade, não sabia nada verdadeiramente importante sobre ele. Tomás escondia-lhe algo que não podia partilhar com ninguém, nem mesmo com ela. Berta Isla é a história de um homem que quer intervir na História, acabando desterrado do mundo.
É a história de uma mulher que espera por uma vida completa e, nessa espera, se transforma. É sobretudo uma história da fragilidade e tenacidade de uma relação condenada ao segredo, ao fingimento, ao desencontro; uma história de amor em que lealdade e ressentimento se entrelaçam».Saiba mais.




segunda-feira, 10 de maio de 2021

AISHOLPAN NURGAIV | LIZ WELCH |«A Caçadora com Águia» / «Um relato encantador do poder feminino»

 


RESUMO

«"A Caçadora com Águia é uma história marcante de determinação – de uma rapariga que desafiou as expectativas e alcançou aquilo que outros pensavam impossível. Na cultura cazaque, a caça com águia é um rito de passagem masculino. Historicamente, os pais ensinam aos seus filhos como caçar. Embora, no passado, algumas mulheres tenham caçado, Aisholpan foi a primeira da sua família a fazê-lo. Com o apoio do pai, ela capturou e treinou a sua própria águia-real, e participou no Festival da Águia Real de Ölgii. Foi a primeira rapariga a competir neste festival, e a primeira a ganhá-lo.

A história de Aisholpan Nurgaiv é ao mesmo tempo única e universal: sobre sobrevivência, emancipação, e o impacto positivo do triunfo pessoal. Aisholpan Nurgaiv, o tema do premiado documentário A Caçadora e a Águia (The Eagle Huntress), conta a sua história pela primeira vez, falando diretamente com a escritora Liz Welch"». Saiba mais.



sábado, 8 de maio de 2021

DJAIMILIA PEREIRA DE ALMEIDA |«Maremoto»

 


SINOPSE

«Ela vive na Rua do Loreto, na paragem do 28. Ele, o combatente, estaciona carros ruas abaixo, na António Maria Cardoso. Maremoto narra a amizade entre ambos, avô e neta acidentais, catástrofe e salvamento. De Lisboa a uma Bissau imaginada, Boa Morte da Silva, arrumador de carros, arruma a sua vida, escreve-se, dirigindo-se à filha que mal conhece. "Vou cegar minha dor para a minha dor não encontrar teu coração. Que a minha dor nunca encontre o teu caminho, Aurora. Que a minha dor nunca te encontre."». Saiba mais.



segunda-feira, 19 de abril de 2021

CINZIA ARRUZA | TITHI BHATTACHARYA | NANCY FRASER | «Feminismo para os 99% / Um Manifesto»

 


SINOPSE

Habitação a preços incomportáveis, salários no limiar da sobrevivência, saúde privatizada, educação pública negligenciada, horários laborais exigentes, alterações climáticas com consequências catastróficas. A crise que vivemos hoje é transversal a toda a sociedade e os seus efeitos - políticos, sociais e ambientais - têm um impacto brutal e imediato na vida de 99% da população, com particular gravidade para as mulheres.
No entanto, a actual agenda feminista, em vez de difundir medidas verdadeiramente emancipadoras para todas as mulheres, tem preferido concentrar-se na obtenção de maior representatividade das mulheres nos quadros das grandes empresas, reclamando ainda mais poder e vantagem para uma minoria elitista e acomodada. Para resolver uma crise global, não podemos deter-nos nos problemas de apenas 1% da população.
É, por isso, urgente um novo feminismo. Este manifesto tem por objectivo resgatar o verdadeiro propósito das lutas feministas e orientá-las para uma reorganização total da sociedade que beneficie, de facto, a maioria da população.
Porque as mulheres estão na linha da frente dos efeitos devastadores das alterações climáticas, da austeridade, da gentrificação, da exploração laboral, da exaustão de recursos, da financeirização e da privatização das infraestruturas sociais, este é um manifesto em defesa das vidas dos 99%: um manifesto feminista.
Por uma sociedade que coloque as pessoas no topo da sua lista de prioridades, Feminismo para os 99% - um manifesto é uma leitura obrigatória na luta por um mundo melhor e mais justo. +.





segunda-feira, 5 de abril de 2021

CAROLINE CRIADO PEREZ | «Mulheres Invisíveis / Como os Dados Configuram o Mundo Feito para os Homens»

 



SINOPSE

«Imagine um mundo onde os telemóveis são demasiado grandes para as suas mãos. Onde os médicos prescrevem medicamentos errados para o seu corpo. Onde, num acidente de automóvel, tem mais 47% de probabilidade de sofrer ferimentos graves. Onde, em cada semana, as suas incontáveis horas de trabalho não são reconhecidas nem valorizadas. Se isto lhe parece familiar, há grandes hipóteses de ser uma mulher.
Mulheres Invisíveis mostra-nos como um mundo largamente construído por e para homens ignora sistematicamente metade da população. Estas páginas expõem o preconceito de género que está na raiz da discriminação que afeta diariamente a vida das mulheres». +.


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CRÍTICAS DE IMPRENSA
“Leiam este livro e digam-me depois se o patriarcado é ape- nas produto da minha imaginação.”
[Jeanette Winterson, The New York Times]

“Este livro muda tudo. É uma coletânea de factos intransigentes, reunidos com ambição e competência, que nos conta a história do que acontece quando nos esquecemos de considerar metade da população humana. Deveria fazer parte das estantes de qualquer legislador, político ou gestor.”
[The Times


segunda-feira, 29 de março de 2021

BONNIE G. SMITH|«Mulheres na História do Mundo - De 1450 ao Presente»

 



«Este livro condensa a história das mulheres do mundo num único relato, que se desenrola ao longo dos últimos cinco séculos.

Fala de escritoras chinesas aclamadas do século XVII e de estrelas de cinema chinesas igualmente aclamadas da década de 1930, de princesas indianas e de humildes camponesas iletradas da Índia que aprendiam sozinhas a ler e a escrever.

Imperatrizes russas dos inícios da Idade Moderna aparecem ao lado de mulheres soviéticas que foram pilotos de caças na década de 1940, mulheres ameríndias chefes e ativistas políticas brancas e negras dos Estados Unidos afirmam o seu poder.

O livro é também um mosaico de tecelãs, curandeiras, escravas, patroas, assassinas, artistas, trabalhadoras do sexo, mães, manifestantes e chefes de governos modernos. Uma amostra de tudo o que as mulheres produziram e viveram ao longo dos últimos quinhentos anos». +.


sexta-feira, 26 de fevereiro de 2021

MARIA TERESA HORTA | «Estranhezas»

 


Voltemos a «ESTRANHEZAS» com que MARIA TERESA HORTA venceu o Prémio Literário Casino da Póvoa.

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SINOPSE

Sem iludir (como nos demais livros não-temáticos) uma unidade essencial, Estranhezas desdobra-se por sete capítulos que não encobrem uma continuidade quase vital: No EspelhoPaixãoDa BelezaAlteridadesTumultoFerocidades e À Beira do Abismo.

É que se o eu horteano está bem patente no primeiro, segundo e último capítulo, os outros e outras de «Alteridades», «Tumulto» e «Ferocidades» são magníficos desenhos traçados pela mesma mão que escreveu os primeiros.

Tudo isto sob o signo da asa. Que a capa de «Dürer» bem afirma, e o poema «A Asa», da contracapa, explana, numa poderosa manifestação do talento de Maria Teresa Horta:

- De súbito
Dürer...
a asa que pintaste
há séculos
ganha voo
com a sua dúctil
e indócil beleza

Com a sua estranheza

Saiba mais.

sábado, 20 de fevereiro de 2021

WILLIAM MELVIN KELLEY|«Um Tambor Diferente»

 



SINOPSE

Um autor «esquecido» comparável a Faulkner. Uma história de coragem, de independência - e um emblema da luta pela dignidade humana.
Um dia, Tucker Caliban, descendente de um lendário escravo rebelde, abandona simplesmente as suas terras - não sem antes salgar os campos, abater o cavalo e a vaca e incendiar a própria casa. Parte para o Norte, com a mulher grávida e o filho pequeno, dando, com este gesto, origem a um inesperado êxodo de toda a população negra do estado. Este episódio de desobediência não violenta - que decorre num estado segregado (ficcional) do Sul dos Estados Unidos no fim dos anos 50 - é contado pelas testemunhas brancas, totalmente estupefactas e impotentes.
A trama constrói-se em torno da história dos Willsons, um clã de proprietários de escravos no passado, cujo último herdeiro, David Willson, vendeu uma parcela da antiga plantação ao criado, Tucker Caliban: ou seja, as terras em que os pais e avós deste viveram em escravidão.
Publicado pela primeira vez em 1962 e redescoberto em 2018, o icónico romance que William Melvin Kelley escreveu com apenas vinte e quatro anos catapultou o seu autor para a galeria dos grandes clássicos americanos. A revista The New Yorker referiu-se-lhe como «o gigante perdido da literatura americana». Saiba mais.



quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021

«AS GRANDES CARTAS DE AMOR»

 


Este livro reúne 51 cartas comoventes, eufóricas, apaixonadas e sofridas.
Foram escritas por grandes figuras, de Virginia Woolf a Beethoven, de Napoleão a Karl Marx.
Dão-nos lições de dignidade, de paixão, de amorosa resignação. Ensinam-nos os caminhos da alegria, do desejo e da perda. Saiba mais.






quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

PATRÍCIA MÜLLER | «Madre Paula»

 



SINOPSE
Lisboa, início do século XVIII da Graça de El Rei D. João V. Paula, a filha pobre de um ourives, deixa a azáfama das ruas de Lisboa para ingressar no Mosteiro de São Dinis, em Odivelas. Não é Deus quem a chama, mas sim a necessidade de um pai que já não a pode sustentar. Quis o destino, porém, que aquela rapariga de pé descalço se viesse a tornar na mais conhecida freira da nossa história. E numa das mulheres mais poderosas de um reino que vivia no extravagante esplendor pago com os escravos de África, com o ouro do Brasil…
Madre Paula é a história desse amor proibido, entre o Rei-Sol português, D. João V, e a famigerada freira de Odivelas. Um amor intenso, maior que tudo, que levou o rei a ignorar o bom senso e a tomar a freira como amante, confidente e conselheira.
D. João V sempre teve uma predileção por mulheres bonitas, mas Paula foi o seu grande amor. Permaneceram juntos, secretamente, mais de uma década, e chegaram a ter um filho. A história entre um dos homens mais poderosos do mundo e a plebeia que a Deus traiu inscreve-se na categoria de mito, mas é bem real, nas páginas do romance de estreia de Patrícia Müller. Juntos enfrentaram intrigas palacianas, a ameaça do castigo divino, o ciúme e os jogos de poder. E a quase tudo resistiram - pois durante uma década, para D. João V, Madre Paula foi a sua única e verdadeira rainha.Saiba mais.




segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

ITAMAR VIEIRA JUNIOR | «Torto Arado»

 


SINOPSE

Prémio Leya 2018
Prémio Oceanos 2020


Um livro comovente que traz a herança dos clássicos

Bibiana e Belonísia são filhas de trabalhadores de uma fazenda no Sertão da Bahia, descendentes de escravos para quem a abolição nunca passou de uma data marcada no calendário. Intrigadas com uma mala misteriosa sob a cama da avó, pagam o atrevimento de lhe pôr a mão com um acidente que mudará para sempre as suas vidas, tornando-as tão dependentes que uma será até a voz da outra.
Porém, com o avançar dos anos, a proximidade vai desfazer-se com a perspectiva que cada uma tem sobre o que as rodeia: enquanto Belonísia parece satisfeita com o trabalho na fazenda e os encantos do pai, Zeca Chapéu Grande, entre velas, incensos e ladainhas, Bibiana percebe desde cedo a injustiça da servidão que há três décadas é imposta à família e decide lutar pelo direito à terra e a emancipação dos trabalhadores. Para isso, porém, é obrigada a partir, separando-se da irmã.
Numa trama tecida de segredos antigos que têm quase sempre mulheres por protagonistas, e à sombra de desigualdades que se estendem até hoje no Brasil, Torto Arado é um romance polifónico belo e comovente que conta uma história de vida e morte, combate e redenção, de personagens que atravessaram o tempo sem nunca conseguirem sair do anonimato. Saiba mais.



sábado, 9 de janeiro de 2021

«Mães que tudo»

 


SINOPSE

Mães que tudo reúne nove contos inéditos de escritoras portuguesas. Olhares singulares sobre ser mãe ou escolher não ser mãe, sobre ser filha ou mãe da nossa mãe. Histórias tão surpreendentes quanto comoventes de mães que ficam, mães que partem, mães que cuidam, mães que afastam, mães que sufocam, mães que libertam, mães que amam de menos ou de mais. Mães que tudo.

Contos inéditos de Ana Margarida de Carvalho, Cláudia Clemente, Djaimilia Pereira de Almeida, Filipa Martins, Isabela Figueiredo, Isabel Lucas, Luísa Costa Gomes, Marlene Ferraz e Raquel Ribeiro.  +.