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sábado, 4 de julho de 2020

«E enquanto as pessoas estão engajadas nas medidas de distanciamento social, como acontece em qualquer crise ou pandemia, as mulheres estão sendo impactadas pela COVID-19 de maneiras diferentes e menos visíveis»






«A pandemia da COVID-19 não é apenas um problema de saúde. É um choque profundo para as sociedades e economias. Alterou drasticamente a vida cotidiana. E enquanto as pessoas estão engajadas nas medidas de distanciamento social, como acontece em qualquer crise ou pandemia, as mulheres estão sendo impactadas pela COVID-19 de maneiras diferentes e menos visíveis.
Enquanto todas as pessoas fazem a sua parte para retardar a disseminação da COVID-19 praticando o distanciamento e o isolamento social, a ONU Mulheres compartilha algumas das melhores recomendações para apoiar a igualdade de gênero em casa, em cada canto do planeta, sem deixar a segurança da casa ou do sofá. (…)». Leia na integra.




«COVID-19 and gender monitor»






«Gender must be integrated in COVID-19 response plans, not only to achieve better outcomes for women and girls, but to build stronger and more resilient economies and societies for everyone. This dashboard is a compilation of indicators that will inform gender-responsive policy action on COVID-19. It is an inter-agency collaboration that has benefitted from the inputs of ILO, ITU, UNCTAD, UNDP, UN-Habitat, UNHCR, UNICEF, UNODC, WFP, WHO and many others».




sexta-feira, 5 de junho de 2020

MIA COUTO | «(...)Contaram-me que um grupo de curandeiros se apresentou no Ministério da Saúde para dizer: os nossos antepassados não conhecem esta doença, não nos podem guiar, por isso estamos aqui para que nos digam como ajudar. Esta posição de humildade e empatia é algo que me comoveu. (...)»



Jornal Expresso | 30 MAIO 2020

Outro excerto:
«(…)
As autoridades de saúde moçambicanas têm apostado na prevenção. Quais as medidas mais importantes?
Será preciso tempo para medir a eficiência de um conjunto de medidas tão diversas. As de mais difícil aplicação têm que ver com uma cultura profundamente corporal e gregária. Por vezes, tivemos de ir mais longe do que o chamado “bom senso”. Por exemplo, desaconselhamos a praia, mesmo não estando em regime de confinamento. Houve quem nos criticasse porque a praia é um lugar vasto, onde há espaço para manter a distância e se pode apanhar sol num espaço aberto. Mas essa é a privacidade que uma minoria busca na praia. A grande maioria vai para “ficar junto”. Essa tendência é um valor, uma celebração instituída. As pessoas em Moçambique despedem-se com um “estamos juntos”. E não limitam a saudação de um encontro a um simples aperto de mão. Enquanto dura a conversa ficam de mãos dadas. O corpo todo fala, os abraços pedem mais do que os braços. (...)».


sexta-feira, 15 de maio de 2020

«O rapaz está sentado no chão de joelhos, veste umas jardineiras e na mão tem uma boneca com uma capa de super-herói: é uma enfermeira»




«Homenagem aos profissionais de saúde. Banksy oferece obra a hospital britânico

Trata-se de uma obra a preto e branco,
 que retrata uma criança a brincar.
 O rapaz está sentado no chão
de joelhos, veste umas jardineiras
e na mão tem uma boneca com uma
 capa de super-herói: é uma
 enfermeira.(…)» - Continue  no site da TSF


quinta-feira, 2 de abril de 2020

«Isto levar-nos-á, necessariamente, a uma nova reflexão. Primeiro, a uma nova reflexão sobre os nossos sistemas políticos. E sobre o homem: porque é que o homem se tornou tão egoísta, tão individualista, que até se esqueceu que o mundo é de interligação permanente? Como é que vamos gerir a globalização? A globalização é interdependência, mas deixou de ser solidariedade»

Recorremos ao post  Eanes Exemplar 
no Blog Delito de Opinião


SE PRECISAR DE AJUDA OU TIVER CONHECIMENTO DE ALGUMA SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA | A Rede Nacional de Apoio a Vítimas de Violência Doméstica está a funcionar



A violência doméstica é crime público e denunciar é uma responsabilidade coletiva.

A Rede Nacional de Apoio a Vítimas de Violência Doméstica está a funcionar. Se precisar de ajuda ou tiver conhecimento de alguma situação de violência doméstica, envie uma mensagem para a Linha SMS 3060 ou ligue 800 202 148. É uma linha gratuita, funciona 7 dias por semana, 24 horas por dia.A CIG tem ainda em funcionamento um serviço de correio eletrónico para colocar questões, pedidos de apoio e de suporte emocional: violencia.covid@cig.gov.pt