terça-feira, 30 de maio de 2023

«Diz-me o que comes para saber quem serás»

 



«O que devemos comer em cada fase da vida? Quais são os melhores alimentos? Como controlar o peso? Hoje, mais do que nunca, a alimentação é vista como um comportamento com efeitos na saúde física e mental, mas também na prevenção da doença».


segunda-feira, 29 de maio de 2023

«Os Barqueiros do Rio Cheio»

 



«“Dentro do mar cresce um rio imenso e, maior que a solidão dos pássaros, é a sede dos barqueiros remando pelas luas.
Maior, muito maior do que o canto das aves, cresce e revela-se o rio no seio do mar, inchando, subindo até à flor dos dedos, obrigando os barqueiros a remar sempre, até ao infinito, sempre, sempre.”». Saiba mais.

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Sobre o livro, no jornal Público: 

Por esse rio abaixo, até ao mar






FILME | «A Sindicalista»



Drama de Jean-Paul Salomé protagonizado por Isabelle Huppert, no papel da sindicalista Maureen Kearney, que em 2012 denunciou uma teia de corrupção corporativa numa multinacional francesa ligada à energia nuclear

FRANCISCO FERREIRA


«Este filme de Jean-Paul Salomé, que não é thriller nem filme de tribunal embora se farte de namorar estes dois géneros, é dominado por uma personagem de tal forma ambígua que quase se diria que foi moldada de propósito para Isabelle Huppert. Se a isto se acrescentar que a sindicalista do título, Maureen Kearney, existe de facto para lá do tratamento dramático que o filme dá à figura, mais complexo o enredo se torna. Irlandesa de origem e sediada em França desde os anos 70, Kearney descobriu e denunciou em 2012 uma teia de corrupção corporativa numa multinacional francesa ligada à energia nuclear, em que uma suposta transferência clandestina de tecnologia para a China, com a conivência de altas figuras do Estado, deixaria centenas de funcionários no desemprego. O filme começa no momento em que as investigações de Kearney já estão avançadas e ela é atacada na sua própria casa por um agressor tarado e mascarado (vem à memória “Elle”, de Verhoeven, também interpretado por Huppert). (...)» - do jornal Expresso desta semana.

domingo, 28 de maio de 2023

NO TEATRO ABERTO |«O Filho»

 



«Pedro e Ana separaram-se. Nicolau, o filho adolescente, cai numa profunda tristeza, falta à escola, sente-se perdido, não está bem consigo próprio nem com ninguém. Pedro tem uma nova mulher, Sofia, e um filho bebé. Confrontado com os problemas de Nicolau, Pedro dispõe-se a acolher o filho na nova família e a dar-lhe atenção e apoio. No entanto, a experiência de vida, a boa vontade e os bons conselhos dos adultos não chegam para ajudar Nicolau a sair da depressão em que se encontra.

De onde virá tanto sofrimento? Quem poderá compreendê-lo e apaziguá-lo? Os pais? Os médicos? O filho? Ou será que não há explicação nem remédio para um mal tão obscuro? Na sua peça O filho (2018), o dramaturgo e realizador francês Florian Zeller centra-se na teia complexa das relações familiares para reflectir sobre os mistérios insondáveis da mente e a dificuldade em crescer e encontrar um sentido para a vida».





sábado, 27 de maio de 2023

TINA TURNER |«Proud Mary»






«(...) “Sou uma miúda de um campo de algodão que conseguiu superar toda a destruição e erros. E estou aqui para vocês”, dizia a artista norte-americana, que tinha como nome de batismo Anna Mae Bullock, no documentário biográfico “Tina”, lançado em 2022 na plataforma HBO Max, apesar da idade avançada e da doença contra a qual já lutaria. (...)».




sexta-feira, 26 de maio de 2023

«Elas quebraram o tabu do envelhecimento»


 


«Envelhecer já não é o que era e pode até ser fashion. Recuemos meia dúzia de anos quando a revista feminina norte-americana Allure baniu o termo antienvelhecimento do seu vocabulário. Isso fez as pessoas falarem. Bastante. Em todo o mundo. Provocou discussões sobre a linguagem e o sexismo no envelhecimento. É certo que as atitudes não se transformam de um dia para o outro, mas este movimento pela aceitação da idade está a tornar-se cada vez numa tendência global. A prova disso é que aos 81 e aos 106 anos duas mulheres fizeram história ao tornarem-se as modelos mais velhas de sempre a posarem para as capas de duas revistas de referência.  
Apresentadora de programas icónicos de culinária e decoração, cozinheira e guru de lifestyle, Martha Stewart é a estrela deste mês da edição especial dedicada a fatos de banho da Sports Illustrated Swimsuit, publicada anualmente por esta revista de desporto. Aos 81 anos, Martha Stewart prova que as mulheres se podem reinventar as vezes que entenderem. “A minha motivação foi mostrar que as mulheres da minha idade ainda podem ser bonitas e sentir-se bem”, declarou num vídeo promocional da revista. A empresária norte-americana, que foi modelo durante a adolescência e corretora de investimentos em Wall Street, viu a sua fama crescer na década de 1980 quando se tornou numa chef de renome, e o seu negócio de lifestyle se transformou num império milionário, em menos de uma década. Depois de se ver envolvida num escândalo de venda de ações e de ter sido presa, em 2004, tem procurado reconstruir a carreira e a sua imagem pública com vários projetos televisivos e nas redes sociais. 

Apo Whang-Od nasceu há 106 anos nas Filipinas e ao título de tatuadora mais antiga do seu país junta agora o de mulher mais velha de sempre na capa da prestigiada revista Vogue. A fotografia do seu corpo tatuado, que protagonizou a edição filipina de abril, tem corrido mundo e não deixa ninguém indiferente. Mais do que contar a sua história de vida, Apo quer dar a conhecer as batok, as tatuagens tradicionais das Filipinas, que aprendeu a fazer com o pai, aos 16 anos, tornando-se na primeira mulher mambok — nome dado aos tatuadores — no país. Agora, é a última da sua geração que ainda faz tatuagens, ensina a sua arte às sobrinhas e garante que só vai parar de tatuar quando já não conseguir ver mais. Em declarações à CNN, a editora executiva da Vogue filipina, Bea Valdes, afirma que a tatuadora indígena centenária representa os ideais do que há de belo na cultura filipina. “O conceito de beleza precisa de evoluir e de se tornar mais inclusivo e com rostos diversos"». 

        (Newsletter de 26 MAIO 2023 da EXECUTIVA)


quinta-feira, 25 de maio de 2023

UM PROGRAMA PARA O DIA MUNDIAL DA CRIANÇA |«Espetáculo indicado para famílias e crianças a partir dos 6 anos, o maravilhoso que conduz este “conto em música” celebra o Dia Mundial da Criança, que se assinala a 1 de junho».

 



«Convidada em 1998 a escrever para um programa da Companhia Nacional de Bailado a propósito de A Bela Adormecida, Agustina Bessa-Luís revisitou o conto de Charles Perrault à luz dos tempos modernos e da sua proverbial mordacidade. “A Bela Adormecida hoje seria salva pelo Super-Homem e viajava para muito longe da Terra numa nave espacial”, escreveu ela. Uma Outra Bela Adormecida é um espetáculo-concerto, dirigido por Beatriz Brás, que adapta à cena esta pouco conhecida narrativa de Agustina, no ano do seu Centenário. Num espaço onírico, onde a ironia e a noção de alteridade circulam livres, o texto dialoga com a música original de Martim Sousa Tavares (interpretada ao vivo pela Orquestra Sem Fronteiras) e com a projeção de animação e ilustrações de Francisco Lourenço. Espetáculo indicado para famílias e crianças a partir dos 6 anos, o maravilhoso que conduz este “conto em música” celebra o Dia Mundial da Criança, que se assinala a 1 de junho». Saiba mais.