sinopse
Em 2017, em Portugal, grandes incêndios destruíram floresta, mataram
crianças e adultos, uns morreram nas suas aldeias e outros encurralados numa
estrada. A comunicação não funcionou, e as aldeias não tinham abrigos.
A acção não se passa nesse ano, mas já mais tarde. Acompanha um núcleo de pequeno de pessoas que perderam os familiares mais próximos, e que agora estão no seu processo de aprender a viver depois de tudo o que perderam.
O filme teve a sua estreia mundial em Outubro no Festival do Rio, onde foi prestada homenagem à actriz Betty Faria que interpreta um dos papéis principais. Justa é uma ficção que tem como génese a catástrofe dos incêndios de 2017, e que nos lembra como tantas experiências na vida não são partilháveis nem entendíveis por quem não passou por elas. Saiba mais.
A acção não se passa nesse ano, mas já mais tarde. Acompanha um núcleo de pequeno de pessoas que perderam os familiares mais próximos, e que agora estão no seu processo de aprender a viver depois de tudo o que perderam.
O filme teve a sua estreia mundial em Outubro no Festival do Rio, onde foi prestada homenagem à actriz Betty Faria que interpreta um dos papéis principais. Justa é uma ficção que tem como génese a catástrofe dos incêndios de 2017, e que nos lembra como tantas experiências na vida não são partilháveis nem entendíveis por quem não passou por elas. Saiba mais.
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Sobre o filme no jornal Público,
em trabalho de Vasco Câmara
Começa assim: «Connosco desde 1991, desde A Idade Maior, Teresa Villaverde chega, com Justa, a partir de quinta-feira nas salas, ao seu momento mais radical. Porque é o seu filme mais despojado. É o ponto de maior simplicidade, de resplandecente minimalismo, enquadramentos e poética, como só ela, de uma intuição certeira. Coisa límpida, pulveriza arabescos. Mas é um filme que se ouve tanto quanto se vê — uma catatonia, entre o sotto voce ou a gravidade dos adultos, Betty Faria, cega, Ricardo Vidal, queimado, Filomena Cautela, médica e sem-abrigo afectiva, que comoventes figuras são!, e o grito e a rebeldia dos adolescentes, Madalena Cunha e Alexandre Batista, traumatizados que se revoltam contra aquilo que viram e ouviram.
É o mais belo mosaico do cinema da realizadora de 59 anos. É a sua idade maior, este filme. (...)». Daqui.


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