segunda-feira, 11 de maio de 2026

ONTEM TERMINOU EM LISBOA O «FESTIVAL 5L» | através do programado e do vivenciado (é certo que vimos pouco) ainda não penetrámos no «conceito» e em especial não chegámos ao(s) público(s) da oferta mas só pelo facto de ser fixado que «Nesta sexta edição, apoiamo-nos no poema de Ruy Belo e na sua exclamação "Oh, as casas, as casas"» já valeu a pena!

 


Podemos ler nos suportes comunicacionais da iniciativa: «(...)Ao longo destes anos, o Festival criou oportunidades de reflexão, com entusiasmo e curiosidade. Festejou a Literatura, os Livros, as Livrarias e a Leitura, mas celebrou, de forma fundamental, a Língua Portuguesa nos seus múltiplos sotaques e grafias.

O Lisboa 5L nasceu nas Bibliotecas de Lisboa e é lá que habita e se reforça a cada ano, sempre em estreito diálogo com os curadores que se lhe associam. Pessoas como José Pinho, Catarina Magro, Carlos Vaz Marques e, nesta sexta edição, Pedro Mexia, são quem, entre outros, tem feito este caminho a par e passo com a cidade. Mas também as livrarias independentes da cidade, as salas de cinema e tantas outras instituições que se têm juntado ao Festival.

Nesta sexta edição, apoiamo-nos no poema de Ruy Belo e na sua exclamação «Oh, as casas, as casas», para recolher à casa interior e refletirmos sobre lugares físicos, imaginados, amados e perdidos, lugares de onde partimos e aonde regressamos, lugares que são palavras, livros, autores e canções». Palavras dos responsáveis do Festival que Pode ler aqui.
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mas vamos ao que verdadeiramente interessa neste post



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Do que assistimos  destacamos
 
Pela nossa parte, ainda hoje lá estávamos a ouvi-los conversar... A nosso ver, (mas quem somos nós!) «excelência» em estado puro! Contudo, pode ser um bom exemplo para se perguntar: quem se visava? Densificando, quem queremos que procure estes Festivais? Em especial estas «conversas» com tempo contado? Talvez impulsionados pelo livro que acabámos de adquirir, «PARA O POVO», abaixo, faltou-nos por lá «o povo» ... Eventualmente nem seria isso que se pretendia... Talvez reviver e explicitar o que esteve na origem e desenvolver. Não era para «toda a cidade» e periferias e «para todos»?   Mas o povo andou por lá no conversado, e tem «direito» àquela clareza dos intervenientes que tornam o «erudito» ao nosso alcance e nos estimulam a visitar os autores que referem. Foram eles de certeza que nos levaram hoje  a procurar na estante a «Obra Completa» de Rimbaud...   Quiçá, com observações destas contribuímos  para  outras conversas. E até sentimos obrigação de o fazer, em especial porque vivemos em Lisboa. E dizem-nos (como podiam dizer diferente?) que querem uma GESTÃO PARTICIPADA. Só falta praticar. Sem burocracia - rendibilizando o GRATUITO.

Sinopse
 Uma análise das razões pelas quais os alicerces da democracia estão a ser corroídos, e uma proposta de soluções para preservar a liberdade, as liberdades civis, os direitos humanos e o Estado de direito.
Nos últimos vinte anos, o mundo enfrentou uma sucessão de crises - na finança global, migrações, a pandemia de covid-19 e uma guerra de agressão em grande escala no continente europeu -, com consequências sociais, económicas e políticas graves, que resultaram em frustração, medo e ira.
Ao apoiar-se no descontentamento social, o extremismo propõe soluções simplistas e estereotipadas em resposta às ansiedades e incertezas que afetam as nossas sociedades. E a consequência é que, por todo o mundo, os alicerces da democracia estão a ser corroídos.
Neste livro, analisam-se as razões e o modo como isto está a acontecer e propõem-se soluções - ou, pelo menos, melhoramentos. Porque o que as democracias oferecem aos seus povos em matéria de liberdades civis, direitos humanos e Estado de direito é demasiado precioso para se perder. Ainda vamos a tempo de resistir. Saiba mais.

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