«Ditosos e felicíssimos tempos, em
que ao mundo veio o tão audaz cavaleiro D. Quixote de la Mancha, pela sua mui
honrada determinação de restituir ao mundo a já quase esquecida ordem da
cavalaria andante! Saboreamos nós agora, nesta idade tão falta de passatempos
alegres, a doçura de estarmos lendo a sua verdadeira história, e os contos que
nela se travam como episódios; estes em boa parte não são menos agradáveis,
artificiosos, e verdadeiros, que a história mesma”.
Mas quem escreve a história? Os vencedores, ou os vencidos? Serão sonhadores, ou desiludidos? Estas questões levantam-se hoje, tanto ou mais, do que nunca. Os limites entre o real e a fantasia esbatem-se todos os dias e a narrativa pode ser comandada por agentes perversos. A tragicomédia de D. Quixote serve de cenário para uma reflexão sobre a importância de sermos críticos de tudo o que lemos, ouvimos — e até do que vemos!». Saiba mais.
Mas quem escreve a história? Os vencedores, ou os vencidos? Serão sonhadores, ou desiludidos? Estas questões levantam-se hoje, tanto ou mais, do que nunca. Os limites entre o real e a fantasia esbatem-se todos os dias e a narrativa pode ser comandada por agentes perversos. A tragicomédia de D. Quixote serve de cenário para uma reflexão sobre a importância de sermos críticos de tudo o que lemos, ouvimos — e até do que vemos!». Saiba mais.

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