EXCERTO: «Na nota de imprensa evocativa do Dia Internacional da Mulher Rural, que se celebra esta quinta-feira, 15 de Outubro, a MARP questiona o que foi feito em Portugal para assinalar o Ano Internacional da Mulher Agricultora, quais as conquistas obtidas pelas mulheres agricultoras e que políticas públicas foram adotadas em 2026 para concretizar a melhoria das suas condições de vida.
A MARP recorda que, ao declarar 2026 o Ano Internacional da Mulher Agricultora, a FAO, Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura, destacou os papéis essenciais que as mulheres desempenham nos sistemas agro-alimentares, «produzindo, processando e comercializando alimentos que sustentam famílias, comunidades e economias». Reconhecendo, no entanto, que as suas contribuições muitas vezes não são reconhecidas e que as desigualdades persistem, limitando o seu acesso a recursos, oportunidades e poder de decisão, num ano de enorme agravamento das condições de vida, com o forte aumento dos custos de produção na agricultura, principalmente dos combustíveis e fertilizantes.
A organização reclama a adopção de medidas coordenadas e em larga escala, designadamente investimentos maiores e direccionados, políticas e programas agroalimentares com perspectiva de género, informação estatística melhorada, participação significativa das mulheres agricultoras na tomada de decisões e compromissos e medidas políticas sustentadas. (...)». Leia na integra.

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