segunda-feira, 2 de novembro de 2026
NO MAC/CCB|«Ângela Ferreira, pioneira na abordagem artística da perspetiva pós-colonial»
domingo, 1 de novembro de 2026
«Está disponível no Portal da Segurança Social o Relatório CASA 2025, que apresenta uma caracterização das crianças e jovens em situação de acolhimento em Portugal e retrata a evolução do sistema de promoção e proteção, destacando os principais indicadores e tendências registados no último ano»
Para mudar o paradigma, é preciso aumentar muito mais o número de famílias de acolhimento e de outras respostas alternativas, como os apartamentos de autonomização, destinados a adolescentes com mais de 15 anos e que visam apoiá-los na transição para a vida adulta, num ambiente mais humanizado e próximo do familiar. Embora também estejam a crescer, registando um aumento de 15,4% no último ano, o número de lugares nestes apartamentos, que albergam 358 jovens, é igualmente residual face ao que seria preciso. Neste caso, a “dificuldade de acesso ao mercado de arrendamento e o elevado custo das rendas” constituem um dos principais entraves ao crescimento desta resposta, aponta a Segurança Social.
Não basta, porém, aumentar o número de famílias de acolhimento e outras respostas alternativas. É preciso que os tribunais e as comissões de proteção de crianças e jovens em risco deem, sempre que possível, primazia a estas soluções, em detrimento da integração em instituições. Mas nem sempre isso acontece. Mesmo quando há famílias de acolhimento disponíveis. (...)».
sábado, 31 de outubro de 2026
sexta-feira, 30 de outubro de 2026
ONTEM, HÁ 90 ANOS | no dia 29 de outubro de 1936
«Imagem do dia
No dia 29 de Outubro de 1936, há 90 anos, chegaram ao Campo de Concentração do Tarrafal, na Ilha de Santiago, Cabo Verde, os primeiros 152 presos políticos, muitos dos quais haviam participado no 18 de Janeiro de 1934 e na Revolta dos Marinheiros. Mandado construir por Salazar a partir dos campos de deportação italianos e dos campos de concentração alemães, o apelidado Campo da Morte Lenta funcionou em duas fases distintas. Encerrado em 1954, reabriu em Abril de 1961 para receber presos políticos dos movimentos de libertação de Angola, Guiné-Bissau e Cabo Verde. Apesar das condições desumanas, da tortura e da falta de assistência médica, os presos organizaram-se e resistiram».
Créditosdr
quinta-feira, 29 de outubro de 2026
MUSEU SOARES DOS REIS | ARTE E SAÚDE | Exposição “Travessia” _ De 9 outubro a 13 dezembro _ Entrada livre para residentes em Portugal | PORTO
quarta-feira, 28 de outubro de 2026
segunda-feira, 26 de outubro de 2026
«O Museu Nacional do Prado e o Rijksmuseum, em Amesterdão, anunciaram uma colaboração histórica focada nas mulheres na arte e na história ocidental, estruturada em diversas linhas de trabalho que incluem a organização de encontros com especialistas, um programa de bolsas de estudo e o desenvolvimento e apoio a projetos de exposições»
domingo, 25 de outubro de 2026
sábado, 24 de outubro de 2026
ACONTECE | HOJE 24 OUT 2026 | o XII Congresso do MDM | NO FÓRUM LISBOA
O XII Congresso do MDM
sexta-feira, 23 de outubro de 2026
quinta-feira, 22 de outubro de 2026
AS PIONEIRAS DO CINEMA PORTUGUES NUM MUNDO DE HOMENS |«Estas mulheres fizeram, por sua vez, filmes de uma variedade copiosa: épicos românticos, documentários paisagísticos, filmes infantojuvenis amadores, dramas góticos, filmes científicos, travelogues, cinema de propaganda, diários e filmes-poema, entre outros»
quarta-feira, 21 de outubro de 2026
MULHERES EM DESTAQUE | «Aida dos Santos vence o Prémio Nacional de Ensaio de Espanha 2026»
segunda-feira, 19 de outubro de 2026
«SACRIFICADA» |Ana de Castro Osório
«Sobre o que é o livro Sacrificada?
LITLLE BLACK CLASSICS
O essencial dos clássicos
Ensaios, contos, poemas, dramas, cartas, manifestos - testemunhos de ideias que ora mudaram, ora sustentaram o mundo nas várias formas que assumiu desde a invenção da palavra. Apresentamos os Little Black Classics, uma coleção que celebra a literatura com textos breves de grandes escritores.
Publicada em 1908, Sacrificada é uma novela de Ana de Castro Osório que denuncia a condição feminina no século XX». Saiba mais.
domingo, 18 de outubro de 2026
CONHECER «MUSEUS DE MULHERES» | « The Vietnamese Women’s Museum’s mission is to enhance public knowledge and understanding of the history and cultural heritage of Vietnamese women in historical and contemporary life; to build up the museum to become a center for preservation and cultural exchange, thus contributing to promoting gender equality and the progress of women»
sábado, 17 de outubro de 2026
HOJE |«Dia Mundial da Erradicação da Pobreza»
Portugal continua a registar uma distribuição cada vez mais desigual da riqueza produzida e taxas de risco de pobreza demasiado elevadas, incluindo entre os trabalhadores no activo. A erradicação da pobreza é um combate persistente que tem que ser articulado com a defesa e promoção dos direitos laborais, sociais e das Funções Sociais do Estado.
Segundo dados do INE, em 2025, 19,7 % da população portuguesa estava em risco de pobreza ou exclusão social, o equivalente a cerca de 2,1 milhões de pessoas. Destes, 40,2 % das pessoas em risco de pobreza ou exclusão social, combinando a pobreza com a taxa de privação material severa e a intensidade laboral per capita muito reduzida, trabalham a tempo inteiro. Ter um emprego e receber um salário devia ser suficiente para garantir uma existência digna, profundamente ligada a serviços públicos essenciais, a uma habitação condigna, a uma alimentação adequada, e à efectiva inclusão social, como determina a Constituição da República Portuguesa. Ter um emprego já não é suficiente para evitar que um em cada quatro trabalhadores consigam escapar da armadilha da pobreza. (...)». Continue.
«Em Portugal, cerca de 1
milhão e 995 mil pessoas encontravam-se em risco de pobreza ou exclusão social
em 2025, o equivalente a 18,3% da população. Apesar da redução face
ao ano anterior, os dados revelam desigualdades persistentes e situações de
agravamento em determinados grupos da população.
O
relatório “Pobreza e Exclusão Social em Portugal 2026”, elaborado pelo
Observatório Nacional de Luta Contra a Pobreza da EAPN Portugal / Rede Europeia
Anti-Pobreza, analisa os indicadores mais recentes sobre a pobreza no país, com
base no Inquérito às Condições de Vida e Rendimento de 2025, relativo aos
rendimentos de 2024.
A
publicação acompanha a evolução dos principais indicadores nacionais e
identifica os grupos da população mais expostos à pobreza. Analisa também as
desigualdades entre regiões, as condições de vida das pessoas em situação de
pobreza e o papel das prestações sociais na redução das desigualdades.
Entre os
resultados, destaca-se o agravamento do risco de pobreza ou exclusão social nas
famílias monoparentais, que atingiu 40,7%,
e a situação das pessoas que vivem em territórios com maior vulnerabilidade
social.
O
relatório dedica ainda atenção ao impacto dos custos da habitação. Quando estes
encargos são considerados, a taxa de pobreza sobe de 15,4% para 26,8%, o que
evidencia a pressão das despesas habitacionais sobre os rendimentos das
famílias.
A
publicação é acompanhada por uma infografia que reúne os principais indicadores
e facilita a consulta dos resultados».
* *
De crianças que ainda não tiveram oportunidade de escolher o que querem ser. De jovens que não conseguem projetar o seu futuro. De idosos que contribuíram toda a sua vida e que merecem viver a sua longevidade com dignidade. De pessoas que trabalham e que, ainda assim, vivem na pobreza.
Numa sociedade democrática, ninguém deve viver sem condições para satisfazer as suas necessidades essenciais, sem acesso à habitação, à saúde, à educação ou a um trabalho digno.A pobreza não pode ser encarada como inevitável.
Criar riqueza e proteger quem mais precisa são duas faces da mesma moeda. Uma sociedade justa exige o compromisso de todos para que ninguém fique excluído».
sexta-feira, 16 de outubro de 2026
ONTEM FOI O DIA INTERNACIONAL DA MULHER RURAL
quinta-feira, 15 de outubro de 2026
NO TEATRO MUNICIPAL JOAQUIM BENITE |«O Cavaleiro da Triste Figura»| 17 -18 OUTUBRO 2026 | SÁBADO 16:00 | DOMINGO 11:00 | DURAÇÃO 50 MINUTOS | ALMADA
Mas quem escreve a história? Os vencedores, ou os vencidos? Serão sonhadores, ou desiludidos? Estas questões levantam-se hoje, tanto ou mais, do que nunca. Os limites entre o real e a fantasia esbatem-se todos os dias e a narrativa pode ser comandada por agentes perversos. A tragicomédia de D. Quixote serve de cenário para uma reflexão sobre a importância de sermos críticos de tudo o que lemos, ouvimos — e até do que vemos!». Saiba mais.
quarta-feira, 14 de outubro de 2026
SAÚDE MENTAL NO TRABALHO
Quem cuida da saúde mental das mulheres trabalhadoras quando é o próprio trabalho que a está a destruir?
Não basta falar de resiliência. Não basta ensinar a gerir o stress. Não basta disponibilizar apoio psicológico quando as causas estão no trabalho: sobrecarga, horários longos e desregulados, precariedade, baixos salários, assédio, discriminação e falta de tempo para viver.
Os números confirmam que não estamos perante um problema individual.
No OSH Pulse 2025, da Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho (EU-OSHA), 31% das trabalhadoras na UE declararam ter sofrido, nos 12 meses anteriores, stress, depressão ou ansiedade causados ou agravados pelo trabalho, contra 27% dos homens. Na ansiedade, a diferença é ainda maior: 26% das mulheres contra 16% dos homens. Em Portugal, 49% dos trabalhadores referiram estar expostos a forte pressão temporal ou sobrecarga de trabalho, valor superior à média da UE, de 44%.[1]
E os dados mais recentes do Inquérito Nacional de Saúde 2025, do INE, mostram que 32,8% das mulheres empregadas se ausentaram do trabalho pelo menos um dia, nos 12 meses anteriores à entrevista, devido a problemas de saúde, contra 29,8% dos homens.[2]
Mas há uma parte desta realidade que os números não conseguem medir: as mulheres que continuam a trabalhar quando estão doentes; as que chegam ao trabalho depois de uma noite sem dormir; as que acumulam trabalho profissional, doméstico e de cuidado; as que suportam o assédio em silêncio; as que vivem sob pressão permanente.
A saúde mental também se decide nas condições em que se trabalha e se vive. Por isso, a resposta não pode ser dizer às mulheres para aguentarem mais.
É o trabalho que tem de deixar de exigir o insuportável. (...)». Continue.
* *
segunda-feira, 12 de outubro de 2026
JOSÉ GARDEAZABAL |«Mulher no Espaço»
«Uma trabalhadora de uma gigantesca empresa de expedição de encomendas, Bárbara de seu nome de guerra, vive um precário equilíbrio entre uma gravidez escondida, o conforto das redes sociais e o aconselhamento terapêutico aos colegas de trabalho, prisioneiros de ansiedades várias. Convidada a partilhar um voo de turismo espacial como única operária entre astronautas milionários, aproveita o passeio na atmosfera para anunciar a sua condição e exercer uma pequena grande vingança sobre um dos milionários, reconhecido assediador.
Regressada do espaço, assiste ao lento desmoronar da atmosfera fabril, com a chegada de novas máquinas trabalhadeiras a relegarem o operariado ao despedimento e ao desespero, enquanto a administração oferece como menu consolador uma panóplia de eremitas, falsos santos, mulheres-mágicas e especialistas do fim do mundo, entre outros». Saiba mais.



































