Mostrar mensagens com a etiqueta Assédio no Trabalho. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Assédio no Trabalho. Mostrar todas as mensagens

domingo, 30 de junho de 2024

«Dados da Autoridade para as Condições do Trabalho revelam que as queixas por assédio moral e sexual atingiram em 2023 o valor mais alto dos últimos cinco anos. Mas só uma pequena percentagem é investigada»

 


Começa assim: «Comentários “inapropriados” e de “cariz sexual” sobre a roupa que usava e sobre o seu corpo, conversas “desconfortáveis” sobre sexo em reuniões com clientes e colegas de trabalho e atitudes agressivas e manipuladoras. Foi assim durante três anos, até Maria (nome fictício a pedido da própria), que vive em Lisboa e tem cerca de 40 anos, se ter despedido da empresa no início deste ano. O responsável pelos atos de assédio era o chefe. “Elogia­va em voz alta a forma como nós, mulheres, íamos vestidas, comentando, por exemplo, que tínhamos um ‘bom rabo’. Fazia piadas sobre a nossa vida pessoal, dizendo que éramos ‘frescas lá em casa, de certeza’, e que certamente satisfazíamos bem os nossos namorados porque éramos ‘bonitas e boazudas’.” (...)».

*
*  *
A propósito:

segunda-feira, 26 de dezembro de 2022

«Conversa sobre assédio laboral na área da cultura»

 


«O CENA - STE e a Plateia Profissionais Artes Cénicas estão a organizar uma conversa sobre Assédio em contexto laboral na área da cultura. A sessão acontece já no dia 29 de dezembro, às 15h00, no Porto.
A participação é gratuita, mas limitada aos lugares disponíveis, pelo que se recomenda inscrição através do email: norte@cena-ste.org
Na conversa estarão especialistas que irão esclarecer as várias formas de assédio, ajudar a identificá-lo e explicar como agir.
Sabemos que nas artes muitas vezes se tendem a confundir os limites.
- Até que ponto os gritos do encenador são aceitáveis?
- A pressão psicológica que sinto faz parte do processo, ou já é assédio?
- Recebo mensagens fora do horário de ensaio e sinto-me na obrigação de responder, isso já é assédio?
Estas e outras perguntas poderão ter lugar precisamente no Lugar, que fica na Travessa das Águas, 125.
Aparece».




quinta-feira, 24 de outubro de 2019

UNIVERSIDADE LUSOFONA | «O Desafio do Assédio no Trabalho» | 8 NOV 2019 |18:00H | LISBOA





«Assédio moral ou mobbing traduz-se num comportamento indesejado (gesto, palavra, atitude, etc.) praticado com algum grau de reiteração e tendo como objetivo ou o efeito de afetar a dignidade da pessoa ou criar um ambiente intimidativo, hostil, degradante, humilhante ou desestabilizador no local de trabalho.
Inspiremos-mos todos a ser BRAVE e denunciar as situações de assédio moral, não só quando somos nós as vítimas, mas igualmente se assistirmos a situações de mobbing, reagindo, nomeadamente denunciando através da ACT-Autoridade para as Condições de Trabalho».

ORADORES

Rita Garcia Pereira | Advogada
Susana Luz | Inspetora ACT
Gabriel Leite Mota| Economista, Doutor em Economia da Felicidade
Pedro Alegria | Representante da Torke+CC

INSCRIÇÃO
aqui
SAIBA MAIS
neste endereço




quarta-feira, 23 de outubro de 2019

INSTITUTO POLITÉCNICO DE LISBOA |«Código de Boa Conduta para a Prevenção e Combate ao Assédio no Trabalho»


Leia na integra
Desde logo, do que de bom assinalar: naturalmente, só o facto de o assédio no trabalho ser abordado é positivo. Contudo a experiência mostra-nos que «leis» não chegam. Até se afirma que no caso do nosso País quanto a legislação na esfera das «igualdades e afins» estamos bem fornecidos. Importa, igualmente, que se criem ambientes de trabalho que contrariem os comportamentos indesejáveis, e isso até está previsto no Despacho do IPL. Vejamos:

Mas, salvo melhor opinião, parece-nos tudo «muito legalista». Quanto a ações concretas talvez como conceito esta aposta: deviam  ser da responsabilidade de todos. Ambicionar que estejam no ADN das organizações, na circunstância do IPL.  
Experiências de Universidades de referência como as seguintes parece que contribuem para o desejado:

Veja aqui
Veja aqui 

E veja-se também:“Academic mobbing” undermines open inquiry and destroys the soul of universities.