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quinta-feira, 19 de maio de 2022

ASSÉDIO NO ENSINO SUPERIOR | Elvira Fortunato, ministra da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, enviou uma carta aos reitores com várias recomendações para prevenir assédio moral e sexual

 


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Excerto: «(...)  Porém, sublinha que não pode deixar de “manifestar” a sua “preocupação com as situações relatadas”. “Recomendo que, quando não o tenham feito até à presente data, as instituições de ensino superior: a) adoptem códigos de conduta e boas práticas visando a prevenção e combate ao assédio moral e sexual em contexto académico, quer entre docentes, funcionários e estudantes, quer entre pares; b) facilitem canais para apresentação de denúncias de assédio, com mecanismos ágeis de avaliação imparcial que permitam tramitar adequadamente as situações em causa; c) desenvolvam os procedimentos disciplinares que se revelem necessários em função da veracidade e gravidade das situações; d) promovam iniciativas de sensibilização junto dos estudantes, docentes, investigadores e demais funcionários, garantindo que as instituições continuem a ser espaços de liberdade, incompatíveis com situações de assédio moral e sexual”.

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Certamente que as recomendações que acima se divulgam terão aceitação por parte da generalidade das pessoas para lá das populações académicas, e os visados têm de lhes dar andamento.  Mas, a nosso ver, o assédio é parte de intervenção mais ampla que designaremos por «IGUALDADES» e que a bem dizer está no cerne deste blogue. Em post não muito antigo - IGUALDADE ENTRE HOMENS E MULHERES NO ENSINO SUPERIOR | no dia 15 de junho, em formato online, houve encontro sobre igualdade de género e diversidade no Ensino Superior, organizado pela Universidade Nova - escrevemos isto:«lembremos a questão da IGUALDADE ENTRE HOMENS E MULHERES no Ensino Superior. Acentuemos que, a nosso ver,  a matéria tem de atravessar a gestão de cada uma das ORGANIZAÇÕES universitárias e politécnicas: não como uma coisa à parte mas imbuída no seu ADN». Continuamos a pensar o mesmo, e necessariamente precisamos de, em acção, conhecer as realidades, fazer diagnósticos, definir planos, ... Fixar estudos. Em particular fazer benchmarkings com os melhores a nível mundial. Ou seja, de forma permanente, olhar para o PROBLEMA na perspectiva da gestão estratégica e em paralelo na perspectiva da operacional. De maneira integrada, o longo e o curto prazos. Além do olhar «legalista»: necessário, mas não chega.

 


domingo, 15 de maio de 2022

«Universidade de Lisboa quer paridade de género até 2025»

 



Excerto: «(...)A ideia é adotar medidas, com metas e calendários de aplicação definidos, que permitam garantir a igualdade de oportunidades, nomeadamente no que diz respeito às questões de género, sobretudo no que se refere a docentes e investigadores. “Há desigualdade no acesso e na progressão na carreira universitária e ainda é muito visível. As mulheres estão em maioria entre os estudantes e também no início da carreira, mas à medida que se vai subindo para patamares mais altos vão estando cada vez menos presentes”, lamenta o vice-reitor, João Peixoto. “É preciso atrair mulheres para cursos tradicionalmente masculinos e promover uma verdadeira igualdade de oportunidades na academia. Queremos evitar estereótipos e mudar mentalidades”, diz.

O problema é transversal a todo o ensino superior. Em 2019, havia em Portugal 945 professores catedráticos (a categoria mais alta da carreira docente universitária) para apenas 309 mulheres com a mesma posição. Sendo que em 2020, o número de mulheres doutoradas a residir em Portugal (51%) superou o número de homens. (...)».

 


segunda-feira, 21 de junho de 2021

IGUALDADE ENTRE HOMENS E MULHERES NO ENSINO SUPERIOR | no dia 15 de junho, em formato online, houve encontro sobre igualdade de género e diversidade no Ensino Superior, organizado pela Universidade Nova

 


A pretexto do Encontro havido  lembremos a questão da IGUALDADE ENTRE HOMENS E MULHERES no Ensino Superior. Acentuemos que, a nosso ver,  a matéria tem de atravessar a gestão de cada uma das ORGANIZAÇÕES universitárias e politécnicas: não como uma coisa à parte mas imbuída no seu ADN. Saibamos mais sobre a atividade da NOVA:


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