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segunda-feira, 25 de novembro de 2024

ACABAR A VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES | «A epidemia de violência contra as mulheres e as raparigas envergonha a humanidade» - António Guterres

 

MENSAGEM PARA O DIA INTERNACIONAL PARA A ELIMINAÇÃO DA VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES | 25 de novembro de 2024

«A epidemia de violência contra as mulheres e as raparigas envergonha a humanidade.

Todos os dias, em média, 140 mulheres e raparigas são mortas por alguém da sua própria família. Cerca de uma em cada três mulheres ainda sofre de violência física ou sexual. Nenhum país ou comunidade está imune e a situação está a agravar-se.
As crises de conflitos e do clima, e a fome agravaram as desigualdades. A terrível violência sexual está a ser utilizada como arma de guerra e as mulheres e as raparigas enfrentam uma torrente de misoginia online. A situação é agravada por uma crescente reação contra os direitos das mulheres e das raparigas. Demasiadas vezes, as proteções legais são anuladas, os direitos humanos são espezinhados e os defensores dos direitos humanos das mulheres são ameaçados, assediados e mortos por denunciarem.
Há quase trinta anos que a Declaração e a Plataforma de Ação de Pequim prometeram prevenir e eliminar a violência contra mulheres e raparigas, já passou a hora de o conseguirmos».
Fonte.


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Lembremos post anterior:

sábado, 23 de novembro de 2024

COMBATE À VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES | INICIATIVAS | CIG organiza uma conferência | PCP propõe plataforma para avaliar situações de risco

 


Realiza-se no dia 25 de novembro, às 14h30, na Casa das Histórias – Paula Rego, em Cascais, a Conferência sobre o Combate à Violência contra as Mulheres e Violência Doméstica, e que pretende assinalar o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra as Mulheres.

Este evento contará com intervenções de peritos nacionais representantes de instituições governamentais e da sociedade civil, numa reflexão conjunta para reforçar a proteção das vítimas e aprofundar o compromisso no combate à violência de género. Veja o programa.

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Começa assim: « (...) Em conferência de imprensa, na Assembleia da República, a líder parlamentar do PCP, Paula Santos, apresentou um projeto de lei que tem como objetivo reforçar as medidas de proteção das vítimas de violência doméstica, com várias alterações legislativas.
Uma dessas alterações visa a criação de uma plataforma “de prevenção e monitorização do risco”.
“Muitas das vezes a vítima desloca-se a uma esquadra da PSP, faz uma denúncia, é registado. Ou muitas vezes, a vítima desloca-se ao hospital, é registado. Mas nunca é registado no mesmo sítio. Às vezes há vários registos, mas não há informação que aquela vítima já foi a um serviço de saúde, já foi a uma esquadra da PSP, já esteve em determinados sítios”, explicou Paula Santos. (...)».


domingo, 26 de novembro de 2023

ONTEM - 25 NOVEMBRO - FOI O DIA INTERNACIONAL DA ELIMINAÇÃO DA VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES | a propósito ...

 


«UNiTE! Invest to Prevent Violence Against Women & Girls! #No Excuse
Violence against women and girls remains one of the most prevalent and pervasive human rights violations in the world. Globally, an estimated 736 million women — almost one in three — have been subjected to physical and/or sexual intimate partner violence, non-partner sexual violence, or both, at least once in their life.
This scourge has intensified in different settings, including the workplace and online spaces, and has been exacerbated by post-pandemic effects, conflicts, and climate change.
The solution lies in robust responses, including investment in prevention. However, alarmingly, data on how much nations are committing to counteract violence against women and girls remains glaringly sparse.
For instance, just 5% of government aid is focused on tackling violence against women and girls, and less than 0.2% is directed to its prevention.
We need more investment in women’s organizations, better legislation, prosecution of perpetrators, more services for survivors, and training for law enforcement officials». Continue.


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Se tem acesso, o endereço.

A comunicação social deu especial cobertura ao problema como o ilustra a trabalho no jornal Público a que se refere a imagem anterior . De lá este excerto: «O terceiro trimestre deste ano regista o maior número de reclusos por violência doméstica, assim como de pessoas sujeitas a medidas de coacção, com e sem vigilância electrónica, pelo mesmo motivo, desde o último trimestre de 2018. Os dados são do Portal da Violência Doméstica, e indicam que o número de ocorrências registadas pela PSP e a GNR foram também das mais elevadas no período analisado. (...)».


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Começa assim a declaração do PCP: «1 - Para o PCP,  assinalar o Dia Internacional para a eliminação das violências sobre as mulheres, no trabalho, na família e na sociedade,  é reafirmar um combate e um compromisso  de todos os dias. 
Combate e compromisso que neste momento se expressa na discussão na especialidade do Orçamento do Estado para 2024, que constitui um instrumento de bloqueio à melhoria das condições de vida das mulheres e à necessária inversão das desigualdades e discriminações que fragilizam  a sua condição e estatuto social. (...)». Continue.

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Saiba mais sobre a marcha que ontem se realizou e sobre o manifesto «Pelo Fim da Violência contra as Mulheres 2023».


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E NÃO SE VENDO O FIM DESTE

FLAGÊLO  SERÁ DE NOS QUESTIONARMOS

ONDE ESTAREMOS A FALHAR 

para esse caminho mais efetivo que há que encontrar terminemos como começamos, com a UN Women, e com esta mensagem



Veja a Campanha