domingo, 13 de setembro de 2020

«Desigualdade é obstáculo para o desenvolvimento, diz secretário-geral da ONU»

 


«Há cada vez mais um reconhecimento por parte de economistas, empresas e sociedade civil do mundo todo de que as desigualdades são um obstáculo ao desenvolvimento, sendo necessária uma ação global coordenada para combatê-las. 

A avaliação foi feita pelo secretário-geral da ONU, António Guterres, em entrevista à CNN Brasil, publicada na quinta-feira (10). 

“Creio que há cada vez mais governantes que compreenderam isso, e estão disponíveis para lutar contra as tendências que inevitavelmente fazem as desigualdades aumentarem”, salientou. (...)».

 


quinta-feira, 10 de setembro de 2020

FILME | «Ordem Moral» | ESTREIA HOJE





Sobre o filme no semanário Expresso desta semana:


«A fuga de Maria Adelaide Coelho da Cunha com o seu chauffeur abalou a sociedade lisboeta na passagem dos anos 10/20 do século passado. A história, apaixonante e cheia de mistérios, inspirou “Ordem Moral”, um filme de Mário Barroso, em estreia na próxima quinta-feira

TEXTO JORGE LEITÃO RAMOS

(...)


A HISTÓRIA DE MARIA ADELAIDE

Ela tinha pouco mais de um metro e cinquenta, era muito bela e, por testemunhos do seu tempo, inexcedível atriz, sobretudo a declamar a poesia de seu marido, Alfredo da Cunha, cujo mérito lírico o passar dos anos fez fenecer até ao olvido. Era uma mulher independente sob qualquer ponto de vista: tinha uma grande fortuna pessoal — da sua herança fazia parte a propriedade do “Diário de Notícias” que o pai fundara e, agora, o marido dirigia — um vasto círculo de amizades e interesses, não era raro sair de casa logo ao princípio da tarde e tornar perto da hora do jantar, sem dar contas a ninguém de onde ia, com quem ou para quê. Chamava-se Maria Adelaide Coelho da Cunha e era uma das mais proeminentes figuras sociais na Lisboa dos convulsos anos 10. (...)».


quarta-feira, 2 de setembro de 2020

HOJE NO INDIE LISBOA 2020 | «Overseas»

 


«Overseas é um excepcional retrato de classe, género, condição humana, no qual ficamos a conhecer a realidade de algumas das Overseas Filipino Workers (OFW’s). Sung-A Yoon consegue traduzir tudo a que se sujeitam as mulheres filipinas quando aceitam ir trabalhar para outro país, para casas de pessoas que só conhecem de entrevistas por telefone ou skype. Para conseguirem atingir tal meta, enfrentam um treino rigoroso de preparação da separação da família e contra quaisquer agressões – físicas e verbais – tal é a certeza que esse é um desfecho possível. Mais do que um desfecho, um período de pelo menos dois anos que deverão enfrentar sem desistir. Estas mulheres juntar-se-ão aos 10 milhões de filipinos além-mar: outra expressão e outro filme não descreveriam melhor este sistema de escravatura moderna. Sung-A Yoon mantém intacto, contudo, o estoicismo destas mulheres, num filme humanista e delicado, uma surpresa imperdível. (Mafalda Melo)».



«a clássica obra ‘Orixás’, da artista plástica Djanira, foi retirada do Palácio do Planalto»

 

Tirada daqui

Sobre o mesmo assunto em português:

Governo retira obra clássica dos Orixás do Palácio do Planalto em novo ataque contra religiões negras

por: Yuri Ferreira

«Tua cantiga»





Bem sabemos, a canção provocou algum alarido - acusavam ser  de teor machista. Mas a maioria, como sempre, esteve com Chico Buarque ... vendo o contrário. Da nossa parte, impossível não gostar. Só para ouvir aquele silentemente  ...