Recorrendo à notícia acima da SIC Notícias:
«As causas mais recentes estão identificadas, sobretudo a maternidade e as interrupções na carreira. Mas no caso das mulheres mais velhas é também o resultado de uma vida de trabalho no campo e em casa, por exemplo, mas sem salário.
A disparidade nas pensões das mulheres em relação aos homens em Portugal ronda em média os 490 euros.
Enquanto o desvio nos salários rondava os 12% na União Europeia em 2023, nas pensões sobe para os 22%. Apesar de tudo, a diferença que tem vindo a ser atenuada, já que em 2007 rondava os 28%.
Estes resultados explicam-se por uma série de fatores, escreve esta terça-feira o Diário de Notícias, incluindo o peso da maternidade, sobretudo quando as mulheres optam pelo horário parcial de trabalho. É um direito que acaba por penalizar as mulheres no imediato, no salário mensal, mas também anos mais tarde, na reforma.
Os países na Europa onde há uma maior disparidade, acima de 30% são: Reino Unido, Países Baixos, Áustria, Luxemburgo, Bélgica, Suíça e Irlanda.
No lado oposto, onde a diferença é menor estão a Estónia, Islândia, Eslováquia, Chéquia, Eslovénia e Dinamarca, com um oscilação igual ou inferior a 10%.
Em Portugal há uma elevada participação das mulheres no mercado de trabalho e um menor recurso à figura do trabalho a tempo parcial, o que explica o facto de o país não ser dos piores neste contexto europeu.
A pensão média das mulheres estava em 2024 nos 490 euros, com um diferença salarial em relação aos homens a rondar em 2023 os 16%».
Enquanto o desvio nos salários rondava os 12% na União Europeia em 2023, nas pensões sobe para os 22%. Apesar de tudo, a diferença que tem vindo a ser atenuada, já que em 2007 rondava os 28%.
Estes resultados explicam-se por uma série de fatores, escreve esta terça-feira o Diário de Notícias, incluindo o peso da maternidade, sobretudo quando as mulheres optam pelo horário parcial de trabalho. É um direito que acaba por penalizar as mulheres no imediato, no salário mensal, mas também anos mais tarde, na reforma.
Os países na Europa onde há uma maior disparidade, acima de 30% são: Reino Unido, Países Baixos, Áustria, Luxemburgo, Bélgica, Suíça e Irlanda.
No lado oposto, onde a diferença é menor estão a Estónia, Islândia, Eslováquia, Chéquia, Eslovénia e Dinamarca, com um oscilação igual ou inferior a 10%.
Em Portugal há uma elevada participação das mulheres no mercado de trabalho e um menor recurso à figura do trabalho a tempo parcial, o que explica o facto de o país não ser dos piores neste contexto europeu.
A pensão média das mulheres estava em 2024 nos 490 euros, com um diferença salarial em relação aos homens a rondar em 2023 os 16%».
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