Já vimos o Espetáculo aquando do Festival de Teatro de Almada 2025, e não resistimos a dizer que se puder não perca. Temos intenção de voltar lá, ao TMJB, à CTA - universo que de há muito «reclamamos» devia ser «TEATRO NACIONAL», sediado na outra margem. Tem história e competências de qualidade que deviam ser superiormente utilizadas, rendibilizadas, a favor de um SERVIÇO PÚBLICO DE TEATRO. A peça tem uma duração curta, mas tanto de essencial ali é dito, a nosso ver pela confluência de excelências de diferentes profissionais em presença. A síntese que é feita pelo Diretor Artístico da Companhia de Teatro de Almada, Rodrigo Francisco, fixada na PROGRAMAÇÃO 2026, e acima transcrita, capta bem a linha da peça: evidencia como a cultura e a arte podem denunciar em forma que que é só sua os PROBLEMAS DAS MULHERES mostrando que vêm de longe, e isso também deve ser motor para a luta de hoje contra o flagelo da(s) DESIGUALDADE(S).
Agora, retomado «Um adeus mais - que - perfeito», temos o privilégio de ter ampliado o que se vê em Palco, com as habituais CONVERSAS COM O PÚBLICO, no nosso olhar com Participantes «de luxo»:
Ainda, aqui está um ESPECTÁCULO que podia itinerar pelo PAÍS. Era capaz de fazer mais pela IGUALDADE ENTRE HOMENS E MULHERES do que não sei quantos «discursos» e proclamações. Alô CIG; Alô Ministério da Cultura, Juventude e Desporto (onde está também a Igualdade); Alô Presidente da República ( quem quer que seja que venha a ser eleito) ...



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