«Não sei para quem escrevo estas palavras.
Para ele, talvez.
Desde que morreu, escrevo sem parar.
Escrevo para recuperar o fulgor com que ele viveu».
Para ele, talvez.
Desde que morreu, escrevo sem parar.
Escrevo para recuperar o fulgor com que ele viveu».
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E uma boa oportunidade para falarmos de Clubes de Leitura. Sobre os dinamizados pela autora Tânia Ganho, recorrendo à Inteligência Artificial:


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