sábado, 15 de agosto de 2026
domingo, 14 de setembro de 2025
PARA QUANDO «A FORÇA DA CULTURA E DAS ARTES» NA LUTA CONTRA A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA? | com projetos permanentes, continuados e sistemáticos ... | NÃO RESOLVE, MAS CERTAMENTE QUE CONTRIBUI PARA SE LUTAR CONTRA ESTA «EPIDEMIA»
«Queixas de violência doméstica aumentam 26%: polícias registam mais de 21 mil vítimas deste crime em apenas seis meses do ano
Há ainda 893 pessoas com vigilância eletrónica, as chamadas “pulseiras eletrónicas”, que fiscalizam à distância o cumprimento da medida de coação. Por último, estão também aplicadas 366 medidas de coação de proibição ou imposição de condutas sem vigilância eletrónica. Por exemplo, pode ter sido decretado o afastamento da vítima mas ter sido considerado que não era necessário controlar o cumprimento da decisão.
“Estes dados conjugados devem preocupar-nos, talvez importe olhar para outros fenómenos criminais e perceber se estamos também perante uma sociedade mais violenta”, diz Moyano Marques. “Tem havido uma evolução muito significativa no combate à violência doméstica. O sistema que está montado para prevenir e combater é robusto. O esforço tem sido feito e tem dado resultados.”».
Resumo
Nora vive o sonho burguês do final do século XIX: casada com um quadro superior num banco, tem 3 filhos e vive uma vida desafogada.
No entanto, esconde um segredo que, se descoberto, pode destruir este idílio e atirá-la para as mãos da justiça, condenando assim a família à desgraça.
O terror anunciado chegará através de um homem sinistro, impondo uma revolução indesejada, mas inevitável, na vida e na consciência desta mulher.
Levada à cena pela primeira vez em 1879, Casa de Bonecas chocou a sociedade da época pela exploração realista que faz do lugar da mulher na sociedade e na família, e pela denúncia da falsa moralidade que lhe é imposta.
A discussão em torno da ação transbordou dos palcos para os jornais e salões da época e confirmou Ibsen, obreiro de uma extraordinária modernização do teatro, como um dos dramaturgos mais influentes da literatura ocidental. Saiba mais.
domingo, 15 de outubro de 2023
quarta-feira, 27 de julho de 2022
quinta-feira, 25 de novembro de 2021
quinta-feira, 28 de janeiro de 2021
quinta-feira, 26 de novembro de 2020
domingo, 25 de outubro de 2020
PAULO JORGE PEREIRA | «Murro no Estômago»
RESUMO
"Mais de 500 mulheres nos últimos 15 anos. Na esmagadora maioria, as vítimas são mortas por homens em contexto de relações de intimidade ou familiares. Paulo Jorge Pereira reúne, neste livro, as histórias de vítimas e sobreviventes.
Relatos emocionantes, duros e crus na primeira pessoa; exemplos deixados com a esperança de que a história de quem os lê possa ser diferente. A estas histórias juntam-se, pela primeira vez em livro, os testemunhos de profissionais que combatem o fenómeno e se empenham na defesa de quem sofre.
Murro no Estômago apresenta a violência doméstica sob diferentes perspetivas e numa dimensão inédita. Este livro é um apelo à ação, para que todos saibamos como podemos ajudar. Está nas mãos de todos nós acabar com o fenómeno da violência doméstica.
Com a participação de:
• Ana Teresa Silva
• Aurora Dantier
• Carlos Farinha
• Carolina Reis
• Cátia Rodrigues
• Cristina Soeiro
• Daniel Cotrim
• Maria Fernanda Alves "
segunda-feira, 15 de junho de 2020
segunda-feira, 23 de março de 2020
segunda-feira, 25 de novembro de 2019
«O chefe da ONU afirma que “a violência sexual contra mulheres e meninas está enraizada em séculos de dominação masculina.” Para ele, “as desigualdades de gênero que alimentam a cultura do estupro são essencialmente uma questão de desequilíbrios de poder”»
4. Stop victim-blaming.
domingo, 24 de novembro de 2019
quinta-feira, 7 de novembro de 2019
«Rasgar Silêncios - Escrita Autobiográfica com Sobreviventes de Violência»
A propósito, na TSF:
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| Pode ler/ouvir aqui |
sábado, 2 de novembro de 2019
quinta-feira, 31 de outubro de 2019
«Em quatro anos as forças de segurança registaram 114 mil avaliações de risco de violência doméstica. Desse total, em cerca de 74% dos casos os agressores usaram violência física contra a vítima. E em 8,5% foi usada a força física também contra crianças, ou seja, 9697 menores sofreram agressões em contexto de violência doméstica»
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| Primeira página do Público de 30 OUT 2019 |
E sobre a matéria no Público online:
«Violência doméstica: quase 10 mil crianças agredidas em quatro anos
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segunda-feira, 14 de outubro de 2019
UM NOVO CICLO PARA O «EM CADA ROSTO IGUALDADE»
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| Leia aqui |
Querendo nós apostar na força da cultura e das artes para as mudanças necessárias - também na esfera da violência doméstica - uma sugestão: inventariar as criações que existam - no teatro, no cinema, na dança, na música, nas artes plásticas, ... centradas nas igualdades - que pudessem de forma intencional percorrer o território. Por exemplo, obras feministas, sobre os direitos humanos, o envelhecimento, a homofobia, o racismo e ... tantas outras causas. Não será por acaso este espectáculo. Mas teremos que ambicionar para lá do casuístico, em alternativa, prosseguir um programa continuado, permanente e sistemático. E neste quadro no Teatro sempre nos ocorre o papel de IBSEN na definição das politicas públicas, e a sua Casa de Bonecas - veja, por exemplo, aqui.
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Para terminarmos este primeiro post deste nova fase: continue, ou comece, a visitar-nos, e se tem sugestões e comentários não hesite, recebê-los será para nós um privilégio.





















