quarta-feira, 28 de janeiro de 2026
segunda-feira, 26 de janeiro de 2026
THOMAS MANN|«Desordem e Primeira Paixão»
SINOPSE
Publicada em livro em 1926, logo após A Montanha Mágica, a novela Desordem e Primeira Paixão é, de certa forma, o contraponto de Thomas Mann a esse grande romance: da imponência dos Alpes e das grandes ideias desce aqui à domesticidade burguesa e suas tensões familiares. Mas ambos os textos espelhavam a viragem política que se sentia na Europa. À volta da mesa do Professor Cornelius, as quatro crianças e a sua mulher reúnem-se para acolher um conjunto de jovens amigos. Os efeitos da crise económica não escapam à vista daquela casa respeitável, onde há apenas couve-lombarda a imitar costeletas para a refeição e o mordomo enverga um casaco demasiado curto. E no decorrer daquele encontro, uma dança deixará todos em alvoroço, velhos e novos, senhores e criadagem, expondo uma reflexão a um só tempo melancólica e humorística. Saiba mais.
domingo, 25 de janeiro de 2026
EXPOSIÇÃO «MATASSA» | no Centro de Arqueologia e Artes de Beja apresenta o têxtil como linguagem e dispositivo de pensamento
INAUGURAÇÃO 31 DE JANEIRO ÀS 16H00
Centro de Arqueologia e Artes de Beja
Até 4 de abril 2026
Terça a sábado 10h - 13h e 15h - 19h
Praça da República, nº42 Beja
A exposição Matassa, parte do projeto Hypertextile, apresenta o têxtil como linguagem e dispositivo de pensamento, explorando processos artísticos desenvolvidos em residências em Portugal (2024–2025). Estruturada a partir da metáfora e da concretude da matassa — feixe de fios entrelaçados —, a mostra propõe uma lógica não linear, marcada por sobreposições, acumulações e interdependências entre 34 artistas. Entre o artesanal e o tecnológico, tradição e inovação dialogam, evidenciando processos, gestos e decisões que moldam cada obra. O visitante é convidado a percorrer caminhos fragmentários, descobrir conexões e habitar um emaranhado que revela o têxtil como campo crítico para pensar relações, temporalidades e formas de reinvenção do presente.
sábado, 24 de janeiro de 2026
Tem cinco anos, o menino detido ...
sexta-feira, 23 de janeiro de 2026
NÃO DEIXEMOS PASSAR DAVOS ... | boa ocasião para se dar um impulso na discussão da paridade de género - por exemplo, refletir isto: «Investir nas mulheres é investir no motor económico mais subutilizado da humanidade»
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Reprodução do artigo da imagem: «"Investir nas mulheres é investir no motor económico mais subutilizado da humanidade." As palavras são de Ebru Özdemir, presidente do conselho da Limak Holding e líder do Engineering and Construction Industry Group do Fórum Económico Mundial. Num artigo da sua autoria a propósito da reunião anual de Davos, que se realizou esta semana, Özdemir sublinhou que a economia global continua a sofrer com a sub-representação feminina, especialmente em setores estratégicos e tecnológicos. "Se as mulheres continuarem marginalizadas nas áreas da engenharia, construção e tecnologia climática, estamos a excluir as perspetivas e soluções essenciais necessárias para projetar cidades e sistemas energéticos verdadeiramente sustentáveis e resilientes", alerta. Citada pelo The Times of India, Özdemir aponta as iniciativas de reskiling e upskiling focadas no género como cruciais, particularmente num contexto em que a digitalização e a inteligência artificial redefinem o mercado de trabalho. "Não podemos alcançar uma economia sustentável sem paridade de género nas áreas STEM", adverte. Para reforçar esta agenda e para que os
investimentos sejam intencionalmente voltados para o género, é preciso que se
concentrem em três áreas: colmatar a lacuna de STEM desde cedo, capacitar as
mulheres que atualmente se encontrem em funções vulneráveis à automação
através de competências digitais e socioemocionais, e preparar jovens
mulheres em economias emergentes para empregos de nova geração em tecnologia
e IA, transformando o excedente de mão-de-obra em vantagem económica. O
objetivo passa por construir um futuro em que a presença feminina seja
determinante nas grandes decisões». globais». |
quinta-feira, 22 de janeiro de 2026
«On January 20, the World Economic Forum (WEF) published the Women’s Health Investment Outlook 2026, documenting a persistent gap between the scale of women’s health needs and the capital, data, and infrastructure allocated to address them»
On January 20, the World Economic Forum (WEF) published the Women’s Health Investment Outlook 2026, documenting a persistent gap between the scale of women’s health needs and the capital, data, and infrastructure allocated to address them. The report positions this gap not simply as a missed market opportunity, but as a systemic vulnerability that becomes more consequential as external pressures intensify.
Women account for more than half of the global population and a majority of healthcare decision-making, yet conditions that disproportionately or uniquely affect women remain under-researched and underfunded. The Outlook points to fragmented data, inconsistent definitions of women’s health, and limited integration across healthcare, workforce, and policy systems as key barriers to investment.
These dynamics mirror patterns emerging across other sectors this week: when data is incomplete, investment hesitates—and temporary workarounds fill the gap. (...)». Continue .
quarta-feira, 21 de janeiro de 2026
segunda-feira, 19 de janeiro de 2026
MULHERES EM DESTAQUE | dos Prémios Europeus de Cinema Laura Carreira e a grande Liv Ullmann
domingo, 18 de janeiro de 2026
COMO GOSTAMOS DE DIVULGAR !| «Alexandra Correia, subdiretora da Visão, que integra o grupo de 12 jornalistas que continuam semanalmente a trabalhar para colocar a revista nas bancas, disse hoje à agência Lusa ser “impressionante” a adesão a esta campanha de ‘crowdfunding’, quer dos leitores, quer de muitas figuras públicas» | CONTINUEMOS A «AVISAR TODA A GENTE» É DE SUGERIR ...
sábado, 17 de janeiro de 2026
VOLTEMOS AO «CHUVA DE JASMIM» | a autora vai estar hoje na Conversa com o Público no TMJB em Almada
SINOPSE
quinta-feira, 15 de janeiro de 2026
NÃO PERCA ! |«Um adeus mais-que-perfeito» | NO TEATRO MUNICIPAL JOAQUIM BENITE | REPARAMOS NAS MULHERES ENVOLVIDAS: DA ENCENADORA TERESA GAFEIRA ÀS PARTICIPANTES NAS CONVERSAS COM O PÚBLICO
quarta-feira, 14 de janeiro de 2026
TÂNIA GANHO | «O Meu Pai Voava»
Para ele, talvez.
Desde que morreu, escrevo sem parar.
Escrevo para recuperar o fulgor com que ele viveu».
segunda-feira, 12 de janeiro de 2026
«CARTOGRAFIA DO DESEJO»
O modo como Alfredo Cunha fotografa, já era evidente, tem tudo que ver com sedução. Não vou falar do milho nem mais desenvolver as teorias da minha querida Isabel Lhano, mas nenhum grande fotógrafo deixa incólumes seus modelos. Por isso é que nenhum modelo se repete ao servir o olhar de um grande fotógrafo. É-se marcado pela experiência de se ser visto assim. É-se visto como nunca até então. Cada fotógrafo assaca do modelo o que não se previra. Cada grande fotógrafo nos mostra o que podemos desejar e nunca até então o havíamos definido. O desejo visto por Alfredo Cunha é uma lonjura de maravilhas. Tanto do que mostra começa aqui e, contudo, era já universal. Puramente humano. Deslumbrante».
Do Prefácio de Valter Hugo Mãe
domingo, 11 de janeiro de 2026
A FEDERAÇÃO INTERNACIONAL DE MULHERES - FDIM - FAZ 80 ANOS | a propósito no jornal Avante! de Isabel Cruz «A FDIM e a luta das mulheres do século XXI»
«(...) A FDIM e o Ano Internacional da Mulher
(1975)
Em todos os continentes, as organizações de mulheres filiadas na FDIM mantiveram uma intensa actividade na luta pela paz e coexistência pacífica, e pelo desarmamento nuclear, e uma intervenção firme para combater a opressão das mulheres contra o imperialismo e o colonialismo, e de luta pelos direitos políticos, económicos, sociais e culturais. A FDIM assinala este ano o 80.º aniversário com uma actividade ininterrupta.
Silenciada e deturpada pela dominante historiografia feminista neoliberal ocidental, o contributo da FDIM para a causa emancipadora das mulheres a nível mundial foi extraordinário, mas a “Guerra Fria” ainda persiste.
Contudo, este silêncio esmagador não apaga o verdadeiro legado histórico da FDIM, a mais influente das organizações internacionais de mulheres do período pós-1945, a força motriz das mais importantes iniciativas mundiais adoptadas por e para as mulheres, na segunda metade do século XX.
Mulheres portuguesas e o seu contributo na FDIM
Apesar do grande risco durante o fascismo, as mulheres portuguesas participaram nos Congressos e reuniões da FDIM, desde o seu Congresso fundador com a presença de Maria Lamas na qualidade de presidente do Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas, e nos congressos da FDIM até ao 7.º – o Congresso Mundial do Ano Internacional da Mulher (Berlim, RDA, 1975), integrada na delegação portuguesaiv como convidada de honra.
Várias notícias no Avante! relatam as iniciativas e apelos da FDIM em defesa da Paz mundialv, contra a bomba atómica e a criação da NATO, além da maior participação das mulheres portuguesas nas comissões em defesa da Paz, apesar desta ser “palavra proibida” pelo fascismovi.
A FDIM realizou campanhas contra as prisões políticas do fascismo e, no seu 6.º Congresso (Helsínquia, 1969), Sofia Ferreira, membro do Comité Central do PCP, foi convidada a integrar a Mesa do Congresso, calorosamente acolhida pelas congressistas de todo mundo, a quem agradeceu a constante solidariedadevii (7). Além de Maria Lamas, participaram Maria Luísa da Costa Dias, Maria José Ribeiro, Cecília Areosa Feio, Dulce Rebelo e Maria da Piedade Morgadinho, da Rádio Portugal Livreviii.
Após a sua fundação em 1968, o Movimento Democrático de Mulheres – MDM passou a estar filiado na FDIM, e a contribuir com a sua acção para os objectivos comuns. (...)».
sábado, 10 de janeiro de 2026
MULHERES EM DESTAQUE | INÊS CARVALHO | A Academia Portuguesa de Cinema atribuiu o Prémio Bárbara Virgínia 2025 à diretora de fotografia Inês Carvalho
sexta-feira, 9 de janeiro de 2026
«Dezembro de 2025 foi um mês histórico para as mulheres na ONU: durante a 23.ª sessão do comité anual de revisão da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação (UNCCD) foi incluída pela primeira vez na agenda oficial uma assembleia de género dedicada aos direitos das mulheres sobre a terra que trabalham»
O documento que resulta do encontro, noticia o El País, sublinha que a posse formal da terra — através de títulos legais reconhecidos — é essencial para garantir autonomia económica às mulheres, permitindo que estas acedam a crédito, formação ou apoio técnico, bem como participem nas decisões sobre a gestão sustentável dos recursos naturais. E os dados são preocupantes: em mais de uma centena de países continuam a vigorar leis discriminatórias e a existir práticas tradicionais e consuetudinárias que limitam ou negam perpetuamente às mulheres o direito à propriedade fundiária. "As mulheres continuam a ser as principais responsáveis pelas culturas destinadas à nutrição do lar e da família. E costumam escolher leguminosas, que fertilizam o solo. Os homens tendem a preferir culturas comerciais, como o algodão", refere Jes Weigelt, chefe de programas do think tank alemão TMG. A exclusão das mulheres da posse de terra, alertaram os especialistas e participantes do comité, compromete o combate à desertificação, à degradação dos solos e às secas, fenómenos naturais que afetam sobretudo comunidades rurais vulneráveis. Mas o facto de estes temas estarem a ser debatidos é já uma pequena vitória e abre caminho para que o tema ganhe maior peso em cimeiras internacionais futuras sobre clima, água e solos». na EXECUTIVA
quinta-feira, 8 de janeiro de 2026
«A disparidade nas pensões das mulheres em relação aos homens em Portugal ronda em média os 490 euros»
Recorrendo à notícia acima da SIC Notícias:
«As causas mais recentes estão identificadas, sobretudo a maternidade e as interrupções na carreira. Mas no caso das mulheres mais velhas é também o resultado de uma vida de trabalho no campo e em casa, por exemplo, mas sem salário.
Enquanto o desvio nos salários rondava os 12% na União Europeia em 2023, nas pensões sobe para os 22%. Apesar de tudo, a diferença que tem vindo a ser atenuada, já que em 2007 rondava os 28%.
Estes resultados explicam-se por uma série de fatores, escreve esta terça-feira o Diário de Notícias, incluindo o peso da maternidade, sobretudo quando as mulheres optam pelo horário parcial de trabalho. É um direito que acaba por penalizar as mulheres no imediato, no salário mensal, mas também anos mais tarde, na reforma.
Os países na Europa onde há uma maior disparidade, acima de 30% são: Reino Unido, Países Baixos, Áustria, Luxemburgo, Bélgica, Suíça e Irlanda.
No lado oposto, onde a diferença é menor estão a Estónia, Islândia, Eslováquia, Chéquia, Eslovénia e Dinamarca, com um oscilação igual ou inferior a 10%.
Em Portugal há uma elevada participação das mulheres no mercado de trabalho e um menor recurso à figura do trabalho a tempo parcial, o que explica o facto de o país não ser dos piores neste contexto europeu.
A pensão média das mulheres estava em 2024 nos 490 euros, com um diferença salarial em relação aos homens a rondar em 2023 os 16%».
quarta-feira, 7 de janeiro de 2026
«ESTEFÂNIA _ A Rainha Virgem»
Chegara a Portugal cheia de sonhos e ilusões, perdidamente apaixonada por Pedro, o rei de Portugal, que jurava que só ela o poderia salvar da melancolia e da angústia de reinar um país crucificado pela incompetência e a corrupção. Mas Pedro estava ensombrado pelo passado…
Juntos enfrentam crises políticas e as calúnias maldosas espalhadas pelas páginas dos jornais, mas só Estefânia e o seu caderno sabiam a verdade... De todas as vezes que se insinuou ao rei, do desespero que sentia por não cumprir o seu papel como mulher e rainha, da falta de ar que a sufocava por Pedro não lhe dar ouvidos e não a deixar dar um passo em liberdade. O que a rainha não sabia é que o tempo estava contra ela e que uma verdadeira história de amor raramente existe sem uma tragédia.
Com base numa pesquisa exaustiva nos arquivos alemães da família, Isabel Stilwell, autora best-seller de romances históricos, traz-nos a emocionante história de Estefânia de Hohenzollern-Sigmaringen desde a sua chegada a Lisboa até à sua trágica morte. Saiba mais.
terça-feira, 6 de janeiro de 2026
«Poesia e Selvajaria»
8 e 9 janeiro de 2026 20:00
segunda-feira, 5 de janeiro de 2026
YVETTE K. CENTENO | «Recomeço»
A abrir este volume, singular a todos os títulos, um texto de amizade de João Barrento, que termina assim:
«Hoje, apesar de todos os males do mundo e do corpo, a palavra continua a mover-se - eppur si muove! -, num eterno Recomeço, como o deste planeta ameaçado mas ainda não morto! Continuemos então, ainda e sempre entre silêncios. Tu já sabias que esse é o caminho, quando escreveste:
do silêncio: negro-musgo.
(...)
[Com] palavras
talhadas a cutelo.»
* *






























